sábado, junho 30, 2007

quarta-feira, junho 27, 2007

uh. visitantes insistentes e persistentes dando reload na minha página o tempo todo, além das visitas frequentes. muito obrigada, me sinto lisonjeada e importante!
:)

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tenhop pensado tanto tanto que se eu tivesse um notebook 24h conectado, postaria freneticamente. aliás, bastaria deixar a preguiça de lado e anotar, coisa que raramente faço. estou sempre com as idéias girando, daí esqueço, lembro, penso, mudo...

hoje foi a despedida, e foi esquisito. mas depois eu falo disso. só sei que tomei dois drinks, e já tinha tomado duas taças... besteiras, besteiras "ela não precisa beber para isso, mas bebeu, imagine...". crepes, quatro quijos (com champignon) e nutella (com morango). pessoas simpáticas, milli vanilli cantando reggae na tv;
sono.
sono.
son..........
zzzzzzzzzzzzz

quinta-feira, junho 21, 2007

terça-feira, junho 19, 2007

depois de três anos, o maior presente. a vó dele me chama, do nada, quando menos se espera... e diz estar muito feliz por nós, diz que me adora e que reza todas as noites para que fiquemos juntos pra sempre. fiquei muda, não sabia o que dizer. quase chorei, mas fui lá e abracei ela. coisa mais linda e inesperada. me comove, sabe? sou tão ema quanto pilhada, facinha. ah, e feliz, porque ser triste é muito chato. verbo to be, em inglês mesma coisa, mas em português, ser e estar são coisas bem diferentes. ainda bem.

segunda-feira, junho 18, 2007

po, que susto! 'metrô rio agradece a preferência, bom dia'. não fosse por isso, ou pelo 'next stop, carioca station', teria me distraído e estava em são paulo, perdida. trocaram os vagões, tudo novinho, a mesma disposição para os bancos usada na capital paulista. mas nada daquele marrom horroroso (sou que nem o 'rei', detesto marrom). tudo azul. cadê o laranjinha - 'os bancos laranjas são preferenciais para idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo'? se antes nêgo já não respeitava os nossos velhinhos, agora então, sem se sentirem na obrigação... vai ser uma loucura, um absurdo. espero que a ausência de preferenciais conscientize as pessoas que não importa o lugar, a preferência é deles, os idosos... e gestantes, enfim.
... já gostei bastante de los hermanos sim, porque não? à época do lançamento do primeiro disco, lembro bem, comprei na americanas o álbum, já que conhecia a banda de tanto ouvir falar por amigos e conhecidos sobre showzinhos no emporio e afins, daquela galera de jornalismo da puc. comunicólogos, todos se conhecem, sempre foi assim. enfim. comprei, e custei um tanto a digerir, como quase sempre acontece. mas gostei, e até gosto daquele primeiro álbum, tão diferente dos seguintes... daí veio o ventura, que eu não lembro se ganhei ou comprei, mas lembro que logo no lançamento marquei com um amigo de faculdade para entrevistá-los. a banda ainda não era mega, nem de longe. eram como essas zilhões de bandinhas 'rádio cidade/mtv' de hoje, que os mais jovens conhecem os hits e só. o amigo marcou na praça nossa senhora da paz, em ipanema, uma da tarde. saiu atrasado do estágio, e eu morrendo de medo e vergonha, imagina, sozinha com com eles. não por ser uma banda, não por serem 'quase famosos', nunca liguei pra isso. mas por ter que exercer a atividade que escolhi pra vida, e insegura pacas, tava com medo de fazer algo errado. engraçado isso, ainda hoje me sinto um tanto assim, apesar de alguns elogios finais, pós textos, pós fotos. mas eu sempre acho que posso mais. e posso! é bom pensar assim, não acomodo, sabe?
mas esse papo todo é só porque naquela época eu ia a todos os shows. foram dezenas, e essa turminha fã de hoje nem sonhava acompanhar, não era hype, a tietagem era mais sincera, não rolava mainstream ainda. mas depois veio o terceiro álbum, e o quarto, e estourou, e todo mundo virou fã alucinado, bem aquela coisa 'legião urbana nos anos 80' e tá, não é porque cresceu, mas ficou tudo tão igual, tão 'mais do mesmo', tão, tão... sei lá, chato... que eu cansei. e não fui mais a shows, e nem consegui mais ouvir. é triste, me dá vontade de tentar ouvir, e de tentar gostar... mas não é assim que a banda toca, né? não mesmo. aliás, a banda nem toca mais... e li no jornal, matéria de capa, projetos. um foi pra vaga da emissora de tv a cabo, vaga que era pra ser da minha amiga, vejam só. o outro com a sandy, afe, e o outro, sei lá, nem lembro. mas num dado momento o repórter dizia que um dos motivos do 'tempo' dado pela banda às atividades se devia ao camelo ser mais ligado ao samba, coisa de sangue, avô sambista - coisa que eu já sabia há tempos - e o amarante curtir mais rock. ok. curioso é que, uma semana exata após o último show, lá está ele, rodrigo 'rocker' amarante no democráticos, templo dos neo-hippies sambistas. então tá.

terça-feira, junho 05, 2007

antigamente eu ganhava bem pouco e o dinheiro rendia tanto! já tinha a mania de bolsas e sapatos, mas gastava muita, muita grana com cds originais, importados ou não. ia na musicland, fuçava as novidades lá, lia aqui, perguntava dali... mas a melhor fonte de referência e compras era a pedro lessa. bom preço, boas ofertas, muitas raidades, e muitas pessoas entendidas do assunto pra trocar uma idéia e conhecer um monte. ah, bons tempos. nem sei como anda hoje aquilo lá... nem faz muito tempo, tem o que, oito anos no máximo, a banda larga era uma novidade, ainda se usava mesmo a internet discada. baixar um cd era difícil, despendioso, então era mais fácil comprar os piratas bem feitinhos. tenho um wilco dessa época, o primeiro, um ash, uma coletânea punk... coisas da pedro lessa e da velvet. lembrei disso tudo porque catei um pulp pra ouvir aqui, álbum dos mais recentes, 'we love life', mas que tem anos. a banda tem hits lá nos primórdios, mas esse disquinho aqui é tão feliz que eu adoro, me deixa bem.

sábado, junho 02, 2007

sozinha em casa numa sexta a noite, e eis que uma cerveja hibernava na geladeira há semanas, mamãe esqueceu aqui, e eu nunca gostei de cerveja... mas bah, deu vontade de tomar michelada com muuuito limão. uma diliça. até o sal, que eu não gosto, cai bem.
suquinho de limão puro é bom demais tb, adoro azedo :)

quinta-feira, maio 31, 2007

tava pensando, nome é nosso maior patrimônio, né? em diversos sentidos. primeiro, o mais simples; pra arrumar emprego, precisa de indicação, pra ser indicado, precisa conhecer gente. ok, pra se manter, pra subir, é preciso talento e competência (quase sempre, pelo menos se houver honestidade), mas pra chegar ali, pra entrar, pro começo, ah, tu precisa de nome. vc pode herdar nome de pai, mãe, de família, ou a muito suor, fazer o teu. construir teu maior patrimônio, teu nome.
que mais? ah, esse papo todo começou porque vi um predinho fodinha, três andares, delfim moreira, praia do leblon. todo pichado, arrombado, grade arrancada, cercado, meio que lacrado. e pessoas lá dentro, com luz e tudo, varal dentro de casa. quem paga por aquilo ali? alguém, alguém que tenha um nome, contas no seu nome, imóvel no seu nome. alguém usa di grátis, alguém mora naquele pedaço tão caro da cidade de graça, sendo um anônimo, pra outro alguém pagar. não tô cogitando se tá certo ou errado, nem falando de injustiças sociais, só citando um fato e comendando outro, só isso.
então, tu tem um nome, tu tem uma vida, contas, dívidas, amigos, família, coisas direcionadas a ti. o outro lá, zé das couves, não tem nome, usa o teu num documento roubado, num prédio invadido. é, nome é tudo. e nome é nada.

segunda-feira, maio 28, 2007

to trocando o dia pela noite de novo, e isso é não bom. durmo o dia todo, mal faço as coisas, como nas horas erradas... mas é que hoje eu chapei quando voltei do churras da bibi, trêbada, e eu nem sabia que tava tão torta, mas foi só deitar que o enjoo veio. não, não vomitei, e bastou 3 hs de sono pra eu acordar nova. é, pq não tenho ressaca, graças a deus. mas cara, foi heavy. umas 8 caipirinhas (de morango, abacaxi e limão) e 4 micheladas, que eu inventei de fazer no fim da festa. uns pirulitos e "chup-chups" (lembra disso?) me salvaram, eu acho, pq o estrago podia ter sido maior.
po, nessa máquina dele não tem photoshop. a minha tá aqui do lado, mas como ela é neurótica e desliga sozinha com o calor, esquenta demais coisa e tal (ela acha que é britânica, passa mal com calor, fresca que só), enfim... tô usando o fireworks dele. tem umas paradas parecidas com o photoshop, o lance é achar, pq a barra é diferente, claro. é bom que aprendo a usar, e eu sempre adoro conhecer coisas novas.

segunda-feira, maio 21, 2007

sempre simpatizei com o número treze. talvez por mamãe adorar esse número, talvez por ser dia do niver dela... mas o fato é que sempre gostei das sextas-feiras treze, e apesar de todos os meus TOC, nunca foi "dia de azar", pelo contrário; pela raridade, considero dias de sorte, e penso assim, desejo assim. e 'ele' também adora o número treze, o que é muito bom. e sempre, sempre que vamos comprar algo em lojas com caixas diversos, sem querer, ao acaso, é sempre no caixa treze que vamos parar. não sei o que quer dizer, mas considero coisa boa, sem dúvidas.

sábado, maio 19, 2007

duas bocozices num único dia. e foi engraçado, rimos muito! aliás, a gente sempre ri muito juntos, ainda bem. uma vez, ouvi uma frase bacana, "vc deve conversar muito com o cara que vc quer passar seus dias, pq qdo ficarem velhos, o que prevalecerá serão as afinidades e bate-papos". extendo isso para as risadas... conversar e rir são as melhores coisas da vida... aliás, digressiono, digressiono. então, falando das bocozices, a primeira foi com a máquina de lavar. ele tirou a mangueirinha que fica no tanque, para escoar a água, eu liguei a máquina e esqueci de repor a mangueirinha... imagina o resultado, né? a área de serviço virou uma piscina, com uns quatro dedos de altura. sério, foi desesperador, pq o ralo ainda estava entupido. a gente riu, e riu muito. e ele secou tudo sem reclamar, enquanto eu fazia o almoço. e tudo bem... se fosse o contrário, eu reclamaria horrores... e eis que no fim da tarde resolvi comprar mais areia pra maria luiza, pois a dela havia encharcado com a inundação da área... o tempo tava feio, começou o maior dilúvio dos últimos tempos, e foi o maior perrengue voltar do mundial com sacolas, um único guarda-chuva e um pé d'água daqueles... e rimos, rimos muito na hora de pegar o barquinho com vento, chuva, e frio. e quer saber? chuva passa, frio passa, perrengue passa. o que fica é amor e união. piegas pacas, mas de que adianta reclamar de tudo o tempo todo? só estraga as coisas que podem ser leves e bonitas.

quarta-feira, maio 16, 2007

"quando você mandar tomar no cu pela primeira vez, você vai retomar as rédeas da sua vida nas suas mãos".

sexta-feira, maio 11, 2007

finalmente internet de novo, mas muita coisa ainda pra arrumar (apensar de tanta coisa já arrumada), e mercado, e passeios tb, pq ninguém é de ferro. felicidade, cansaço, alguma tristeza. caramba, duas mortes, dois enterros no mesmo dia, e eu não sei (ainda) lidar bem com isso. já perdi tanta gente, parentes, amigos, conhecidos... normal, mas sempre muito doloroso, as vezes assustador, como foi na primeira das mortes de que me recordo. ok, segunda, pq a primeira foi qdo descobri que existia "morrer", e comecei a aprender a lidar com isso. lembro do sonho bonito daquele dia, depois da conversa com a mamãe, há o quê? uns 25 anos? caramba. vovô, daí beeem depois, papai. dói. e dessa vez foi o amigo, divertido, animado, parecia mesmo bem, feliz... as pessoas enganam bem, 'que nem "ele"', eu disse. e se jogou lá de cima do pão de açúcar - "vou acabar com essa porra toda". triste, triste. acharam ontem, amanhã velório. e hoje, o marido da amiga de infância da fabinha, acidente de carro. ela, a mulher, transtornada, acabada. chorei, chorei e deu aquela dor de cabeça tremenda. queria entender a morte, queria entender isso tudo. dá até medo, sabe? assusta de verdade.

sem conclusões sobre nada, sono, cansaço. era só pra falar mesmo, jogar as palavras e idéias.

sexta-feira, maio 04, 2007

tantas coisas novas, tantas mudanças... poucas escolhas, mas algumas... ai. mas felicidade. sempre.
:)

terça-feira, maio 01, 2007

tá que no começo eu me perguntei "cadê a graça?", mas no final a gente tava rolando de rir :)

não conseguir comer, viver com dor de barriga, tensão, frio na barriga... a psoríase atacar bizarramente como há anos não acontecia... espinhas, coisa que meu rosto desconhece há dez anos! que mais? a coluna, ah, a coluna, fudida, doendo horrores. que isso? os "nelvo" tudo, o sistema, minha gente, que tá nervoso. eta lêlê.

terça-feira, abril 17, 2007

além de i'm from barcelona, john lennon, menudo, ramones, odair josé, meu celular tem como toque tetê spindola.

é, acho que eu sou uma pessoa eclética. afe.