sexta-feira, dezembro 29, 2006

"Oh meu Deus, o quanto é triste
A incerteza de um amor que mais me faz penar em esperar"


(Pixinguinha, Rosa)

quinta-feira, dezembro 28, 2006

as minhas semanas de 'aposentadoria' e 'ócio' têm sido agradáveis. muitos passeios, muitos programas, muitos amigos, casa só pra dormir praticamente. queria ficar longe do pc, ler, ver meus filmes e ouvir minhas músicas. ô vício maldito que me faz perder tempo (mas tem lá seus benefícios... ou não). tenho trocado o dia pela noite como nos velhos tempos. quero ver como será 'a volta'.

terça-feira, dezembro 26, 2006

"do mundo não se leva nada, vamos sorrir e cantar".

sílvio santos é sábio.
e esse é o toque do cel pra quando mamãe liga :)
A verdade pode não estar com você.
Alguém pensa diferente de você.
Essa diferença lhe aperta o coração.
Você não sabe o que fazer. Vem o desespero.
No entanto, reflita um pouco. Você poderá descobrir que a outra pessoa está certa.
Respeite essa maneira diferente. Inicie a mudança por você, antes de exigir a modificação alheia.
Aproxime-se. Compreenda. A verdade pede compreensão para se afirmar.

segunda-feira, dezembro 25, 2006

"e ainda estou confuso só que agora é diferente..."

no cel novo ainda poucos números, e sem as musiquinhas de cada grupo de pessoas... músicas especialmente editadas pra cada um, mas ainda não tive tempo e saco de passar tudo pro pc e daí pro celular.
'ele' tava certo, sou aquariana demais e não queria um aparelho antigo no lugar do novo ferrado pela tentativa de assalto e pelos meus estabanos. ganhei um novinho, lindão, muderno, com cartão, player, programa pro pc, cabo, firulas, frescuras. lindo, adoro. futilidade, ok, mas sou que nem papai, adoro parafernálias tecnológicas, sempre gostei de fuçar as coisas sem manual, aprender a mexer. sempre gostei de ler manuais também. adoro saber usar todos os botões de tudo. eu sei, sou muito aquário com leão, e tô aprendendo a usar as coisas boas disso (amplamente falando).
digressiono, digressiono.
mary poppins na tv, 'supercalifragilisticexpialidocios', e pá, três da manhã, telefone toca. número que não tá na memória ainda, 'márcio josé' e 'o telefone chora', esquisito, segundos pra assimilar quem era.
a fofura de sempre, as palavras, o carinho. eu sabia, eu sabia, de longe a gente vê e sente melhor e mais claro, eu bem sei, aprendi. mas eu não sei, é diferente. grande, grande demais, mas diferente. não sei.

confusões. charlie dentro do peito, coração grande tem dessas coisas. eu sei que algo acontece, sei bem o que, e rezo, peço, desejo com o coração.
mas entreguei a deus, sabe? entreguei isso tudo a deus. é grande demais, e eu tb sou.
(...)
natal de muitas emoções, amigos, irmã, pessoas... pessoas. presentes bonitos, tantos que eu nem esperava. presentes de todas as formas. pedi e desejei muito um, não veio, mas entreguei a deus, ele sabe. "é o mal que a água faz quando se afoga e o salva-vidas não está lá porque não vemos". ficou na cabeça e mandei, ainda bêbada, pela manhã. 'fundamental', não sei o porque desse subject. mas foi.
(e é).

sábado, dezembro 23, 2006

"I'm fine without you", já dizia o poster do Brilho eterno.
Mas eu sou teimosa da porra, não posso nem falar da Lou (hein, Lou?)

Mas er, hã, amargura de lado, Feliz Natal.
é no mínimo curioso, e eu fico sempre querendo entender tin tin por tin tin o porquê das coisas. eu tenho calcinha, pijama, chinelo, duas camisas (tá, uma eu dei) e ele tatuado nas costas. ele, o charlie. eu pensei durante anos, porque eu sempre adorei o desenho, todo o simbolismo, mas tinha a coisa indie-loser, tatuar um loser, ter um atestado desses na pele. sou contra essas coisas down-depreciativas, detesto esse orgulho emo, acho que só atrai mais coisa down. mas concluí que o charlie brown é um cara bacana, um menino bom que acredita e não desiste mesmo com as maldades do mundo, mesmo caindo, mesmo sendo enganado. ele continua tentando, eternamente, com o mesmo amor enorme dentro do peito. ele é um vencedor, é diferente, sabe? oi, alguma semelhança? não, não é mera coincidência. quase no inferno astral, saindo do tal retorno de saturno (finalmente!), quase 29 anos na cara, e eu continuo assim, buscando o bem, fazer e conviver com ele. fazendo o melhor e acreditando que existam pessoas assim. e não, não desisto, é mais forte que eu.

o charlie passou o tempo todo apaixonado pela mesma pessoa, tentando, acreditando. ele acreditava quando a lucy dizia "confia em mim", e colocava a bola na frente dele, mas chutava antes. e eu acreditei quando ele me pediu que confiasse nele, que sentia, que queria, que faria. eu ainda acredito. eu sou a garotinha ruiva que finalmente aparece, toma forma, vira algo real, e numa revanche, perde o sono pensando nele, no minduim. e dá o beijo na bochecha que apareceu só no especial da tv. algo quase inédito. porque a minha vida é cheia de surpresas, de loucuras, de coisas fora do comum. porque não existem coincidências, e deus é bom quando escreve a minha novela, apesar de.
(...)
decidi que não quero nada passageiro nem momentâneo com ninguém. não quero passar tempo, não quero nada em que eu não acredite. e não acredito em pessoas da noite, não acredito nas pessoas no geral. acredito nas exceções, e espero ansiosa pela minha. mas definitivamente não quero as pessoas em geral. nem pra amigo, nem pra amante. eu fico bem só, melhor que com qualquer companhia. quero amor pra valer, só quero companhias de coração grande que nem o meu, e já tenho algumas delas...
e eu cansei sim, mas não desacreditei, e não deixei de esperar aqui dentro. eu tenho certeza que é, lá no fundo, mesmo aqui fora dizendo que não.
;)

(...)

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Cansei.
Mamãe sempre disse pra dar sem esperar em troca, mas as vezes a plantinha morre se não é regada, a fonte seca sem manutenção, sabe?
Cansei, cansei de não ter um pingo de afago, de carinho como retribuição. Sempre me contentei com migalhas, mas elas são de fato migalhas, e não preenchem mais. Talvez nunca tenha preenchido, talvez eu mesma tenha tapado buracos, um dom que tenho. Mas não dura pra sempre, definitivamente...

De um lado, "acho que sempre te amarei, só que não te quero mais". A não ser que... A não ser que.
Do outro, cansei, mas sei que há explicações sérias para coisas graves, e daí passa, eu entendo, aceito, e seremos felizes para sempre. "Presentinho dos céus" me fez chorar. Fato que sou e sempre fui chorona, e fico pensando, pensando ('será que você vai saber o quanto penso em você com o meu coração?"). E mesmo tendo cansado, mesmo não querendo mais, lá no fundo eu sei, eu sinto, e eu quero. Tudo tem seu tempo, e a hora certa vai chegar, sempre chega.

-x-

Montei a árvore de Natal, agora vou na rua comprar lampadinhas. Afff, minha amargura ante-Natal (trauma, eu diria), mas ainda há fé, esperança e amor de que tudo seja lindo e diferente, maior. Claudinho e Buchecha aos berros no som, e fico felizinha. Sou facinha, facinha.

"Somewhere over the rainbow
Skies are blue
And the dreams that you dare to dream
Really do come true

Some day I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemondrops
Away above the chimney tops
That's where you'll find me

Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly
Birds fly over the rainbow
Why then, oh why can't I?"

terça-feira, dezembro 19, 2006

...quando eu fico triste, quando dá uma pontinha de medo, dúvida, receio, eu vou lá e leio tudo de novo, como um mantra.
.besta! como se precisasse. eu sei, eu sinto, é forte, como nunca antes. e é certo, índependente de datas. surpresas sempre me apeteceram, né?

segunda-feira, dezembro 18, 2006

dei um presente pra mamã, fomos passear, só as duas, como nos velhos tempos e vi ela feliz, deslumbrada, comentando detalhes comuns pra maioria das pessoas. ela agradeceu, e eu ganhei o dia. feliz.
.o homem de lata vai ficar sem coração. peguei de volta, mas já dei de novo, porque eu não sossego com nada. ou melhor, até sossego...

(sabe o email de dois dias atrás? então, mandei.
ainda bem que deus me deu o dom de saber escrever.
e de ter esse coração enorme)

:D

domingo, dezembro 17, 2006

Eu sou o Cupido, Eros, deus do amor. Eu flecho, e nunca sou flechada. As vezes acontece, mas devo ser alérgica, me machuco, me firo, fico de cama. Durmo, durmo, febre, cansaço, dor no corpo e falta de vontade.

Sou também o Charlie Brown ("Sempre chove durante seu desfile e seu jogo de baseball, as coisas não dão certo em sua vida, a garotinha ruiva nunca o olha. Se você costuma dizer coisas como:
"Mas que puxa", "Que lástima", "Por que isso só acontece comigo?", "Por que não eu?", "Todo mundo ganhou alguma coisa. E eu uma pedra..."), o Snoopy ("O Snoopy dança como se ninguém estivesse olhando, ele não tem medo de parecer ridículo. Dança de olhos fechados, cabeça pra cima, com as orelhas em movimento) e a Patty Pimentinha (Valente;
Impetuosa; Traquinas; Sem frescuras;).

A minha caixa de rascunhos do email lota com todas as coisas que ficariam entaladas na garganta, que eu gostaria de contar, mas eu escrevo com vontade e nunca mando. Eu preciso falar e falo. Sinto como se tivesse mandado, e fica tudo bem, sem resposta, total loser mesmo. As pessoas não estão preparadas para saber de certas coisas, infelizmente. Mas no dia que eu morrer, prometo que deixo que alguém mande tudo, tudinho. Deixarei a senha anotada e os destinatários. Nessa hora provavelmente todos lamentarão, mas duvido que dessem valor igual comigo em vida. É irônico e triste.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

O que me tranqüiliza
é que tudo o que existe,
existe com uma precisão absoluta.

O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete
não transborda nem uma fração de milímetro
além do tamanho de uma cabeça de alfinete.

Tudo o que existe é de uma grande exatidão.
Pena é que a maior parte do que existe
com essa exatidão
nos é tecnicamente invisível.

O bom é que a verdade chega a nós
como um sentido secreto das coisas.

Nós terminamos adivinhando, confusos,
a perfeição.


(A perfeição - Clarice Lispector)
...são os devaneios da garotinha ruiva, que pensa, pensa, pensa, pensa, e escreve tanto quanto fala, compulsivamente, milhões de idéias na cabeça, tantas coisas, e ela quer falar, pôr tudo pra fora, mas a inspiração não pára, os assuntos não cessam. e ela sente um turbilhão, um monte de coisas boas com um tiquinho de medo. medo é ruim, e pra quem acredita em deus, uma contradição. mas dá medo, o charlie brown a encontrou, finalmente, mas é ela quem sonha com ele, mesmo em tão pouco tempo, apesar de como tudo aconteceu, e talvez até por isso.
engraçado que tá até lá no orkut, o par perfeito, ele, o charlie brown. e volta e meia eu pensava na utopia disso, e pá, ele existe. existe? ou será uma mera utopia de fato?

queria tanto poder falar com alguém, contar, explicar, perguntar, mas quem sabe? Nem o charlie brown sabe, nem eu (só de mim...). ninguém vai poder me explicar, ninguém vai conseguir me dizer o que é, o que pode ser e o que nunca será. e eu já vi tantas coisas inacreditáveis se tornarem possíveis que só me resta acreditar e desejar de verdade.

me formei, e todo dia sinto que não pertenço a essa rotina, me sinto atada a essa terra que eu amo, mas já deu pra mim. posso voltar algum dia, e quero, mas preciso ir embora, mudar de cidade, de estado, quiçá de país. quero estudar, trabalhar, aprender, conhecer, VIVER. quero dinheiro sim, mas só pro meu sustento, pra poder pagar contas, pra sair, pra dar presentes, pra me agradar um tiquinho de vez em quando. mas quero e preciso ir muito além, quero a felicidade estampada no coração.

terça-feira, dezembro 12, 2006

ai, ansiosa, mordendo os lábios, comendo a boca.
adoro e odeio ficar assim, esperando, pensando... imaginando. querendo.
blé.

sábado, dezembro 09, 2006

...tô num dia, aliás, numa fase filosofia, mitologia, pensamentos, meditações, mas não como lembranças e sim como entendimento. lágrimas depois de muito tempo, supercordas (que deixa feliz), roy orbison (que dóóói fundo).

entrega dos últimos trabalhos, nota da monografia, cavídeo com a amiga, fornalha "vamos comer até morrer?", michelada no puebla, 409, doente, cama, pesadelos. remédios sempre me dão pesadelos.

telefone, pessoa que suga e me deixa cansada, mamãe fofa carente, player de presente, vódega, pepsi twist, abraço, rachmaninov, "a nossa música", pensamentos (dessa vez de lembranças), choro, choro, choro.

descobri que aquarianos são assustadores. não quero mais ser aquariano no sentir não. medo dessas pessoas, medo de ver de fora o outro falando de si, do que eu sou na verdade (descobri). medo, medo, susto. quero acordar do pesadelo.

"I was alright for a while
I could smile for a while
But I saw you last night
You held my hand so tight
As you stopped to say hello
Thou you wished me well
You couldn't tell
That I've been crying over you
Crying over you
And you said "so long"
Left me standing all alone
Alone and crying, crying, crying, crying
It's hard to understand
But the touch of your hand
Can start me crying

I thought that I was over you
But it's true, so true
I love you even more than I did before
But darling, what can I do?
For you don't love me
And I'll always be
Crying over you, crying over you

Yes now you're gone
And from this moment on
I'll be crying, crying, crying, crying
Yeah, crying, crying over you"
"O Cupido desempenhou desde sempre um papel importante nas celebrações do amor e dos amantes. Ele é normalmente retratado como um criança traquina, com asas, que lança setas certeiras aos corações das suas vítimas, fazendo com que estes se apaixonem
perdidamente. Uma espécie de anjo da paixão, um ser alado de aparência infantil, que voa por entre as nuvens carregando arcos e flechas, à procura de corações solitários.

Quem já esteve apaixonado conhece bem os sintomas das suas flechadas.
Mas quem é ele? E porque passa a vida a transformar os corações das suas vítimas com as suas setas?

Hoje em dia é frequente vermos, em postais, revistas e anúncios, um ou vários cupidos juntos, como se fossem uma espécie de ser mitológico. Mas a origem do Cupido remonta à Antiguidade Clássica, mais concretamente, à mitologia greco-romana, onde este é referido como um Deus único.

Na Antiga Grécia ele era conhecido como Eros, o jovem filho de Afrodite, a deusa do amor e da beleza e de Ares, o deus da guerra. No livro «Mythologie Grecque» (Editions Toubi’s) ele é descrito como um jovem homem nú, de asas douradas, com cabelos encaracolados, munido com um arco que lança flechas mágicas. Antes de ser adotado pelos poetas, esculpido pelos escultores e pintado pelos pintores, ele era, para os antigos gregos, o filho de Afrodite e de Ares, que trespassava os corações dos mortais. Ele era o mais belo dos deuses, já que fazia nascer nos homens os sentimentos mais nobres e ajudava os pares a unirem-se. Para além disso, ficou conhecido por adoçar os temperamentos dos mortais, mesmo os mais duros, por embelezar a sua vida e por lhes dar um sentido. Já para os romanos, ele era conhecido como Cupido, filho de Mercúrio, o mensageiro alado dos deuses, e de Vénus, a deusa da beleza e do amor. O que também muitos desconhecerão é que, de acordo com a mitologia, o Cupido viveu um grande amor e enfrentou muitas dificuldades para conseguir que este tivesse um final feliz. Por essa razão ficou conhecido como aquele que une os corações. Diz a lenda que o seu amor era a bela mortal, Psyché.

Psyché era uma jovem tão bela que suscitava o ciúme de Vénus. Por isso, a deusa deu ordens a Cupido para que este fizesse com que a jovem se apaixonasse por alguma criatura de má aparência. Mas em vez disso, o Cupido apaixonou-se perdidamente por ela e fez dela sua amante. Colocou-a num belo palácio, onde a visitava à noite mas, por ser mortal, ela estava proibida de olhar para ele. Psyché foi feliz até ao momento em que as suas irmãs, movidas pelo ciúme, lhe disseram que ele era um monstro que a iria devorar, convencendo-a a olhar para o seu amado. Certa noite, Psyché pegou numa lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Admirada com a rara beleza do jovem, ela deixou cair sobre o seu corpo uma gota de óleo da lamparina, e ele despertou. Por causa disso, Cupido castigou-a com o seu abandono, ressentido pela desobediência da amada. Com ele desapareceram também o seu encantador castelo, e os magníficos jardins, e ela viu-se sozinha num campo deserto.
Mas ela não desistiu, procurando o amante por toda a terra e acabando por encontrar o templo de Vénus. Desejando destruí-la, a deusa do amor deu a Psyché uma série de tarefas, cada uma mais dura e arriscada que a anterior. A primeira destas tarefas consistia em separar, na escuridão da noite, as impurezas de um monte enorme de várias espécies de grãos. Felizmente, as formigas tiveram piedade dela e vieram em grande número ajudá-la nesta empreitada. E assim todas as tarefas foram executadas à excepção da última...

Vénus deu-lhe uma pequena caixa que ela deveria levar até ao mundo dos mortos e onde deveria guardar alguma da beleza de Perséphone, a mulher de Plutão. Durante a sua viagem, ela recebeu algumas conselhos que lhe diziam para evitar os perigos do reino dos mortos e que a avisavam para não abrir a caixa. Mas a tentação foi mais forte e Psyché abriu-a. Então, em vez de encontrar aí a beleza, ela encontrou um sono mortal. Cupido encontra-a tombada e já sem vida. Valendo-se dos seus poderes divinos, ele retira o sono mortal que preenchia o corpo da sua amada e deposita-o novamente na caixa. Ao ver o seu grande amor voltar à vida, Cupido perdoa-a assim como Vénus. Os Deuses, comovidos pelo amor de Psyche por Cupido fazem dela uma deusa, para que ambos pudessem viver o grande amor que os unia, para toda a eternidade. O casamento entre os dois realiza-se, finalmente, no céu.

Esta lenda é geralmente considerada como uma história metafórica. A palavra Psyché, que em grego significa borboleta, é geralmente entendida como sinónimo de alma. A borboleta simboliza a imortalidade da alma: depois de estender as asas, desde o
túmulo em que estava, depois de uma vida mesquinha e rastejante enquanto lagarta, a borboleta flutua na brisa do dia e transforma-se num dos mais belos e delicados seres da primavera. Psyché é, portanto a alma humana, purificada pelos sofrimentos e infortúnios, preparada para gozar a pura e verdadeira felicidade. Assim se explica que muito frequentemente, esta mortal feita deusa, seja representada, nas obras de arte, como uma bonita jovem com asas de borboleta juntamente com Cupido.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Looking back on the memory of
The dance we shared 'neath the stars above
For a moment all the world was right
How could I have known that you'd ever say goodbye

And now I'm glad I didn't know
The way it all would end, the way it all would go
Our lives are better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance

Holding you, I held everything
For a moment wasn't I a king
But if I'd only known how the king would fall
Hey who's to say? you know I might have changed it all

And now I'm glad I didn't know
The way it all would end the way it all would go
Our lives are better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance

Yes my life, it's better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance