sexta-feira, dezembro 27, 2002
Tava lendo o blog dele e peguei isso aqui, que adorei.
Pequenas coisas que fazem a vida maravilhosa:
- Ver estrelas cadentes deitado na areia
- Segurar a mão de alguém e não querer mais largar
- Beijos longos
- Sorriso de criança
- Começar a rir sozinho no meio da rua
- Ganhar massagem
- Fazer massagem
- Devorar bolo quente (e ter lambido a batedeira antes!)
- Gozar junto
- Banho de cachoeira
- Banho de chuva
- Ir dormir chorando e acordar alegre
- Ouvir elogios
- Escolher presentes legais
- Ganhar presentes fofos e inesperados
- Encontrar pessoas que tratam você bem em lugares inusitados
- Paixão recíproca
- Abraço apertado
- Lual com amigos
- Fondue a dois
- Conversar com um bicho e ouvir claramente as respostas
- Transar na praia
- Brincar em pracinha
- Dormir sob o luar
- Perceber que o tempo passou ao ver o sol nascer
Tem tantas outras... Alguém quer escrever mais?
Pequenas coisas que fazem a vida maravilhosa:
- Ver estrelas cadentes deitado na areia
- Segurar a mão de alguém e não querer mais largar
- Beijos longos
- Sorriso de criança
- Começar a rir sozinho no meio da rua
- Ganhar massagem
- Fazer massagem
- Devorar bolo quente (e ter lambido a batedeira antes!)
- Gozar junto
- Banho de cachoeira
- Banho de chuva
- Ir dormir chorando e acordar alegre
- Ouvir elogios
- Escolher presentes legais
- Ganhar presentes fofos e inesperados
- Encontrar pessoas que tratam você bem em lugares inusitados
- Paixão recíproca
- Abraço apertado
- Lual com amigos
- Fondue a dois
- Conversar com um bicho e ouvir claramente as respostas
- Transar na praia
- Brincar em pracinha
- Dormir sob o luar
- Perceber que o tempo passou ao ver o sol nascer
Tem tantas outras... Alguém quer escrever mais?
sexta-feira, dezembro 20, 2002
Eu tô sentindo um vazio imenso, parece que tem um buraco negro dentro de mim, um buraco sem começo nem fim. Parece vazio de fome, sabe? Mas eu almocei, pouco, mas almocei. E comi um monte de fatias de abacaxi, mas o buraco continua lá, numa gigantesa sem fim. E dói pra caramba. E quando dói, eu não consigo conter a droga da lágrima que insiste em cair. Aí o nariz começa a falhar também e eu me toco e paro, enxugo as lágrimas, num ciclo sem fim.
Hoje é dia 20 já, né? Nem acreditei quando olhei no calendário, tá chegando o Natal. Me lembra quando eu era pequena, me lembra os preparativos para a noite de festa na casa da vó do Rafael, na casa da madrinha da Fabinha. A gente nunca passou Natal na casa da vó, nunca teve aquela ceia imensa com toda a família linda e feliz reunida, que nem no anúncio do "peruuuu de Natal", com a netinha mais nova cantando, e minha avó nunca cozinhou, mas a gente sempre passava lá, ficava umas horas, trocava presentes e comia, porque ela comprava algumas comidas já prontas. A gente comia três vezes, porque depois ainda tinha a casa da minha madrinha e só depois rolava a festa legal, que é onde tinha crianças, amigos e Papai Noel, que invarialvelmente adivinhava o que a gente tinha pedido na cartinha. Meu pai dizia que ele não era o Papai Noel oficial, mas era um ajudante dele, e que Papai Noel tinha vários ajudantes porque ele era um homem muito ocupado.
Mas eu não quero falar de Natal agora. Quero falar da tristeza que bate no fim de ano, de uns anos pra cá, e quero falar da tristeza que eu estou sentindo agora. Parece que um ciclo se fechou. Acabou a dor. Não a minha, a minha não importa, acabou a dor dela. Desde que "o" Papai Noel deixou de aparecer no Natal, ela sofria muito. E eu passei a tapar essa dor com a peneira, simplesmente fugindo de perto dela. Assim, eu fingia que não existia dor, fingia que essa dor não a consumia, como eu sei que acontecia.
Falando assim parece que era só isso, e claro que não era. Ela era divertida, super lúcida, contava umas histórias antigas que eram o maior barato, ela lembrava de muita coisa, e se não lembrava, sabia enfeitar bem, porque dava gosto ouvir. Contava histórias da infância e da adolecência, quando ela era modernosa, ia pra corrida de carros na Niemayer e pegava geral, porque era a gostosona da tchurma. Ela começou a dirigir em época que mulher não dirigia Sempre foi pra frente, à frente do seu tempo. Nadava um monte nas praias da Ilha, quando aquilo lá era limpo. E era inteligente, esperta. Eu queria ser assim. Mas também, nos dias de hoje, nada nem ninguém mais choca. Ela chocava. E gostava disso, e eu também, que sempre achei o máximo aquelas histórias todas.
Agora tá tudo mais triste, festas, festas e festas. Até o dia do meu aniversário é triste. E logo depois. E em seguida a vida continua, a gente ri, a gente chora, mas um pedacinho se foi. Mais um. E a gente aprende a viver assim, desmantelado, partido, faltando pedaços, pedaços que se vão sem nunca dizer adeus. Poucos dizem, poucos se despedem.
Sei que não adianta, mas como eu lamento não ter estado com você há alguns dias atrás. Como eu lamento tudo ter dado errado e nós não termos ido ao hospital ontem. Mas eu achava que você estava bem, e que logo, logo esse mal estar ia passar e você ia voltar pra sua casa.
Porque a minha vó sempre foi a pessoa mais saudável do mundo, mais saudável que eu, que você, que todos nós juntos. Eu achava que se um dia ela fosse morrer, fosse ser dormindo, como foi com meu avô, mas isso só daqui há uns 130 anos, que nem tartaruga. Mas não foi. E ninguém me avisou antes. Eu cheguei naquele hospital e ali, naquele minuto, várias pessoas em volta tentavam pedir uma chance mais a Deus. Mas não deu. Não deu.
Hoje é dia 20 já, né? Nem acreditei quando olhei no calendário, tá chegando o Natal. Me lembra quando eu era pequena, me lembra os preparativos para a noite de festa na casa da vó do Rafael, na casa da madrinha da Fabinha. A gente nunca passou Natal na casa da vó, nunca teve aquela ceia imensa com toda a família linda e feliz reunida, que nem no anúncio do "peruuuu de Natal", com a netinha mais nova cantando, e minha avó nunca cozinhou, mas a gente sempre passava lá, ficava umas horas, trocava presentes e comia, porque ela comprava algumas comidas já prontas. A gente comia três vezes, porque depois ainda tinha a casa da minha madrinha e só depois rolava a festa legal, que é onde tinha crianças, amigos e Papai Noel, que invarialvelmente adivinhava o que a gente tinha pedido na cartinha. Meu pai dizia que ele não era o Papai Noel oficial, mas era um ajudante dele, e que Papai Noel tinha vários ajudantes porque ele era um homem muito ocupado.
Mas eu não quero falar de Natal agora. Quero falar da tristeza que bate no fim de ano, de uns anos pra cá, e quero falar da tristeza que eu estou sentindo agora. Parece que um ciclo se fechou. Acabou a dor. Não a minha, a minha não importa, acabou a dor dela. Desde que "o" Papai Noel deixou de aparecer no Natal, ela sofria muito. E eu passei a tapar essa dor com a peneira, simplesmente fugindo de perto dela. Assim, eu fingia que não existia dor, fingia que essa dor não a consumia, como eu sei que acontecia.
Falando assim parece que era só isso, e claro que não era. Ela era divertida, super lúcida, contava umas histórias antigas que eram o maior barato, ela lembrava de muita coisa, e se não lembrava, sabia enfeitar bem, porque dava gosto ouvir. Contava histórias da infância e da adolecência, quando ela era modernosa, ia pra corrida de carros na Niemayer e pegava geral, porque era a gostosona da tchurma. Ela começou a dirigir em época que mulher não dirigia Sempre foi pra frente, à frente do seu tempo. Nadava um monte nas praias da Ilha, quando aquilo lá era limpo. E era inteligente, esperta. Eu queria ser assim. Mas também, nos dias de hoje, nada nem ninguém mais choca. Ela chocava. E gostava disso, e eu também, que sempre achei o máximo aquelas histórias todas.
Agora tá tudo mais triste, festas, festas e festas. Até o dia do meu aniversário é triste. E logo depois. E em seguida a vida continua, a gente ri, a gente chora, mas um pedacinho se foi. Mais um. E a gente aprende a viver assim, desmantelado, partido, faltando pedaços, pedaços que se vão sem nunca dizer adeus. Poucos dizem, poucos se despedem.
Sei que não adianta, mas como eu lamento não ter estado com você há alguns dias atrás. Como eu lamento tudo ter dado errado e nós não termos ido ao hospital ontem. Mas eu achava que você estava bem, e que logo, logo esse mal estar ia passar e você ia voltar pra sua casa.
Porque a minha vó sempre foi a pessoa mais saudável do mundo, mais saudável que eu, que você, que todos nós juntos. Eu achava que se um dia ela fosse morrer, fosse ser dormindo, como foi com meu avô, mas isso só daqui há uns 130 anos, que nem tartaruga. Mas não foi. E ninguém me avisou antes. Eu cheguei naquele hospital e ali, naquele minuto, várias pessoas em volta tentavam pedir uma chance mais a Deus. Mas não deu. Não deu.
quinta-feira, dezembro 19, 2002
saudade . [Do lat. solitate, 'soledade', 'solidão', pelo arc. soydade, suydade, poss. com infl. de saúde.] S. f. 1. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.
quarta-feira, dezembro 18, 2002
Olha dentro dos meus olhos
Vê quanta tristeza de chorar por ti, por ti
Olha, eu já não podia mais viver sozinho
E por isso eu estou aqui.
De saudade eu chorei
E até pensei que ía morrer
Juro que eu não sabia
Que viver sem ti eu não poderia
Olha, quero te dizer
Todo aquele pranto
Que chorei por ti, por ti
Tinha uma saudade imensa
De alguém que pensa
E morre por ti
(E por isto estou aqui, do RC)
Vê quanta tristeza de chorar por ti, por ti
Olha, eu já não podia mais viver sozinho
E por isso eu estou aqui.
De saudade eu chorei
E até pensei que ía morrer
Juro que eu não sabia
Que viver sem ti eu não poderia
Olha, quero te dizer
Todo aquele pranto
Que chorei por ti, por ti
Tinha uma saudade imensa
De alguém que pensa
E morre por ti
(E por isto estou aqui, do RC)
Tô vendo o especial de fim de ano do Roberto Carlos. Tá certo que ele embregueceu bastante com o passar dos anos, e ainda fez o favor de estragar o arranjo das músicas mais lindas, mas eu ouço, lembro do arranjo original e continuo achando lindo. E o começo foi caprichado, Eu te amo, eu te amo, eu te amo e em seguida Força Estranha, música linda do Caetano da época que ele não era mala.
Tanto tempo longe de você
Quero ao menos lhe falar
A distância não vai impedir
Meu amor de lhe encontrar
Cartas já não adiantam mais
Quero ouvir a sua voz
Vou telefonar dizendo
Que eu estou quase morrendo
De saudades de você
Eu te amo, eu te amo, eu te amo
A melhor coisa do Roberto Carlos das antigas é o drama que ele faz. Que nem que eu. Ou melhor, eu sou que nem que ele. Sem querer.
Tanto tempo longe de você
Quero ao menos lhe falar
A distância não vai impedir
Meu amor de lhe encontrar
Cartas já não adiantam mais
Quero ouvir a sua voz
Vou telefonar dizendo
Que eu estou quase morrendo
De saudades de você
Eu te amo, eu te amo, eu te amo
A melhor coisa do Roberto Carlos das antigas é o drama que ele faz. Que nem que eu. Ou melhor, eu sou que nem que ele. Sem querer.
Eu não tenho vergonha na cara. Tenho tudo o que sempre quis na palma da minha mão e não dou valor. Quer dizer, dou valor, mas não da forma que deveria dar. E eu sei bem o que deveria fazer, mas não estou fazendo. Acho que sou masoquista, quando tá tudo bom demais eu não quero, não gosto, não sei ter. Tolinha. É preciso então que a vida se encarregue de dar uma desajeitada pra que eu acorde e consiga ver que a coisa tá ali. E preciso agarrar correndo, com todas as minhas forças, antes dela excapulir de vez.
Férias. Eu odeio férias. Férias só servem pra quem tem muita grana e companhia 24hs. Porque todo mundo tem amigos, mas amigos não tiram férias na mesma época que você. E se você tem grana, você pode comprar até companhia, por que não?
E eu me sintop uma aposentada de 180 anos, de pijama e pantufas o dia todo, vendo a reprise da novela no canal 4, comendo e dormindo o tempo todo. Só falta eu ir passear naquela velha loja de departamentos, arrumar uma poltroninha e tirar um cochilo por lá também. O tédio mata, e eu estou morrendo aos poucos.
Gente, tô topando qualquer coisa, aceito qualquer programa pra sair de casa, até praia (com protetor, claro). Aaaaaaaaaahhhh!!!
E eu me sintop uma aposentada de 180 anos, de pijama e pantufas o dia todo, vendo a reprise da novela no canal 4, comendo e dormindo o tempo todo. Só falta eu ir passear naquela velha loja de departamentos, arrumar uma poltroninha e tirar um cochilo por lá também. O tédio mata, e eu estou morrendo aos poucos.
Gente, tô topando qualquer coisa, aceito qualquer programa pra sair de casa, até praia (com protetor, claro). Aaaaaaaaaahhhh!!!
segunda-feira, dezembro 16, 2002
Tô ouvindo desde ontem o primeiro CD do Grande Encontro, e algumas coletâneas do Geraldo Azevedo, o meu favorito do grupo. Eu não gostava de forró até o dia em que estavam dando na rádio ingressos para um show do Geraldo no Norte Shopping. Liguei e ganhei pra minha mãe, que sempre adorou. Como foi no meu nome, eu tive que ir. E adorei. Bom demais. Depois disso, comecei aouvir o Grande Encontro e fui ao show também, do terceiro disco. Show de 3 horas, uma maravilha. Vc sai extasiado, impossível não gostar.
Ah, mas a culpa d'eu desencavar os cds é da Kamille, que na madruga de sábado pra domingo, quando voltávamos da festa diliça de pré Natal, desandou a cantar um zilhão de vezes "Diana me deu um talismãããããããã". Eu já não gostava dessa música, agora então, rs.... A música é pequenininha, mas ela só cantava uma frase, a mesma frase. Esse amor todo porque ela tem um fã que grava cds pra ela. E só põe músicas lindas, e ela não vai mostrar que se derreteu, mas eu sei que ela adorou. Hihihi...
Ah, mas a culpa d'eu desencavar os cds é da Kamille, que na madruga de sábado pra domingo, quando voltávamos da festa diliça de pré Natal, desandou a cantar um zilhão de vezes "Diana me deu um talismãããããããã". Eu já não gostava dessa música, agora então, rs.... A música é pequenininha, mas ela só cantava uma frase, a mesma frase. Esse amor todo porque ela tem um fã que grava cds pra ela. E só põe músicas lindas, e ela não vai mostrar que se derreteu, mas eu sei que ela adorou. Hihihi...
sexta-feira, dezembro 13, 2002
Fui imitar a Ciça e fazer minha música Tribalista, mas ficou bem esquisita. Ou eu sou muito burra, ou fiz algo errado (o que dá no mesmo). Óia só:
"Todo mundo no mundo
Faço sapato no sala solitário
Divino caderno
Ninguém é de todo mundo no mundo
Bis
Seja em Araripina, Viena
Vamos apaixonar, Vamos acariciar
Lagarta linda loves me
Vamos apaixonar, vamos acariciar
Amor de filho, desmundo!
Girou a Terra, a terra de Lina
Vamos apaixonar, Vamos acariciar
Boneco bonito, na bola"
Repita 102 vezes até você ser deportado.
"Todo mundo no mundo
Faço sapato no sala solitário
Divino caderno
Ninguém é de todo mundo no mundo
Bis
Seja em Araripina, Viena
Vamos apaixonar, Vamos acariciar
Lagarta linda loves me
Vamos apaixonar, vamos acariciar
Amor de filho, desmundo!
Girou a Terra, a terra de Lina
Vamos apaixonar, Vamos acariciar
Boneco bonito, na bola"
Repita 102 vezes até você ser deportado.
Tem um programa todo dia às 18hs na Fluminense (a rádio), acho que é "a hora do rush", ou algo assim. Eles dizem que tocam "soft rock". Não sei que porra é essa, mas pra mim aquele programa é muito indie. E é uma maravilha. Dia desses, ouvi January, Coldplay, Cosmic Rough Riders, Suede e Sugar. Foda. Tudo bem que Coldplay tá bem pop, tá até em trilha de novela, mas eu gosto. Ah, rolou Morrissey tb. E o bom é que são bandas não muito óbvias, com músicas idem. Vale conferir.
quinta-feira, dezembro 12, 2002
Acabei de perder o post, quando tinha escrito tudnho, grrrr. Dá vontade de não escrever nunca mais, mas vou segurar a raiva, e tentar lembrar do que tinha escrito. Mas agora, no bloco de notas, por precaução.
Eu nem devia dizer isso aqui, não interessa a ninguém, mas também, lê quem quer. Bem, eu descobri que eu era paranóica em relacionamentos porque ou os namoros eram conturbados, ou eu ficava direto, parecia o namoro mas não era, o que parece que não faz diferença, mas faz bastante, porque eu gosto de falar certas coisas, gosto de fazer certas coisas, e detesto ter medo do que o outro vai pensar, detesto ter que me castrar. E era isso o que eu fazia, o tempo todo. Mas não me habituei a isso, ainda bem. E eu sabia que merecia mais, e que podia ter mais. E agora que eu tenho, me sinto tão tranquila. Não vivo mais com medo, medo de perder (porque no fundo eu sabia que não tinha de fato). E não preciso cobrar, o que muita gente acha que é sinônimo de assumir relacionamento. Eu confio, e não preciso ficar no pé nem controlar os passos dele. Melhor assim. Deixar livre e fazer o mesmo. A gente fica preso é por vontade própria.
*****
O Leandro me emprestou um livro de HTML. Vou aproveitar as férias e a pobreza pra estudar. Quero aprender também o photoshop, mas esse exige um computador decente, coisa que eu não tenho. :(((
*****
Eu vou na festa, viu?
Eu nem devia dizer isso aqui, não interessa a ninguém, mas também, lê quem quer. Bem, eu descobri que eu era paranóica em relacionamentos porque ou os namoros eram conturbados, ou eu ficava direto, parecia o namoro mas não era, o que parece que não faz diferença, mas faz bastante, porque eu gosto de falar certas coisas, gosto de fazer certas coisas, e detesto ter medo do que o outro vai pensar, detesto ter que me castrar. E era isso o que eu fazia, o tempo todo. Mas não me habituei a isso, ainda bem. E eu sabia que merecia mais, e que podia ter mais. E agora que eu tenho, me sinto tão tranquila. Não vivo mais com medo, medo de perder (porque no fundo eu sabia que não tinha de fato). E não preciso cobrar, o que muita gente acha que é sinônimo de assumir relacionamento. Eu confio, e não preciso ficar no pé nem controlar os passos dele. Melhor assim. Deixar livre e fazer o mesmo. A gente fica preso é por vontade própria.
O Leandro me emprestou um livro de HTML. Vou aproveitar as férias e a pobreza pra estudar. Quero aprender também o photoshop, mas esse exige um computador decente, coisa que eu não tenho. :(((
Eu vou na festa, viu?
terça-feira, dezembro 10, 2002
O MAIOR FESTIVAL DE TODOS OS TEMPOS NO BRASIL
O cheiro de cascata era grande desde que começou a rolar essas histórias do megafestival curitibano em março com as bandas mais legais da atualidade. Radiohead, Strokes, White Stripes, Wilco, Hives, Capital Inicial e uma pancada de outros nomes bons.
Mas, já que foi divulgado, saiu no jornal e tal, ficamos na torcida louca para ver agrupadas todas essas bandas lindas, mesmo que para um festival desse propagado porte a coisa estava muito "em cima da hora".
Só que até agora não há nenhuma confirmação. Só baixas.
Depois de Strokes e White Stripes "desconfirmarem", desta vez foi a vez do Radiohead, talvez o nome mais desejado dos brasileiros.
Em um papo com o amigo Juliano Zappia, em Londres, o baixista Colin Greenwood, da banda de Thom Yorke, disse que o Radiohead deve vir ao Brasil mesmo em 2003, mas só mais para o final do ano. A história do Rock in Rio 4 continua de pé, portanto.
Mas, se vier só o Wilco, continua valendo a viagem a Curitiba.
O cheiro de cascata era grande desde que começou a rolar essas histórias do megafestival curitibano em março com as bandas mais legais da atualidade. Radiohead, Strokes, White Stripes, Wilco, Hives, Capital Inicial e uma pancada de outros nomes bons.
Mas, já que foi divulgado, saiu no jornal e tal, ficamos na torcida louca para ver agrupadas todas essas bandas lindas, mesmo que para um festival desse propagado porte a coisa estava muito "em cima da hora".
Só que até agora não há nenhuma confirmação. Só baixas.
Depois de Strokes e White Stripes "desconfirmarem", desta vez foi a vez do Radiohead, talvez o nome mais desejado dos brasileiros.
Em um papo com o amigo Juliano Zappia, em Londres, o baixista Colin Greenwood, da banda de Thom Yorke, disse que o Radiohead deve vir ao Brasil mesmo em 2003, mas só mais para o final do ano. A história do Rock in Rio 4 continua de pé, portanto.
Mas, se vier só o Wilco, continua valendo a viagem a Curitiba.
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