quarta-feira, abril 07, 2004
Cara, Teenage em São Paulo, materinha hoje no Estadão, água na boca. Preciso ir, preciso. É algo vital. Já que nem vou pra Curitiba... (:~~~).
A gente cresce e vê que grana não dá em árvore e o quanto é difícil ganhar e juntar, e pensa algumas vezes antes de torrar. Foi bem isso. Mas SP é mais perto, mais barato, tem os amigos que ajudam, e não preciso matar o trampo, ops, estágio.
***
Ah, peguei no findi o "A ghost is born", que ainda nem ouvi direito. Tinha lido sabe Deus onde um textinho falando que o álbum é difícil e tals, mas pior que o anterior, "Yankee Hotel Foxtrot" não podia ser. É, eu amo Wilco, mas acho o disco queridinho da mídia (que descobriu a banda por conta do rompimento com a gravadora e do lançamento independente) bem mais ou menos. Gosto de "Kamera" e "Heavy Metal Drummer", e acho o resto meio chatinho. Peguei o "Ghost..." com esse clima, já tinha botado na cabeça que era chaaaato e difícil e seco e sei lá mais o quê. E como sempre, pra ser do contra (só pode ser!), bem gostei. E à primeira audição, o que é bem raro. Tá no repeat do Winamp, rolando direto. Recomendo. Mas bem que eles podiam voltar a fazer coisas nos moldes do "Summerteeth", que na minha modesta opinião só tem hits. Favorito ;) Se bem que o primeiro, "AM" é puta folk (ou alt-country, como o Lucio Ribeiro gosta de chamar) e me deixa bem feliz.
A gente cresce e vê que grana não dá em árvore e o quanto é difícil ganhar e juntar, e pensa algumas vezes antes de torrar. Foi bem isso. Mas SP é mais perto, mais barato, tem os amigos que ajudam, e não preciso matar o trampo, ops, estágio.
***
Ah, peguei no findi o "A ghost is born", que ainda nem ouvi direito. Tinha lido sabe Deus onde um textinho falando que o álbum é difícil e tals, mas pior que o anterior, "Yankee Hotel Foxtrot" não podia ser. É, eu amo Wilco, mas acho o disco queridinho da mídia (que descobriu a banda por conta do rompimento com a gravadora e do lançamento independente) bem mais ou menos. Gosto de "Kamera" e "Heavy Metal Drummer", e acho o resto meio chatinho. Peguei o "Ghost..." com esse clima, já tinha botado na cabeça que era chaaaato e difícil e seco e sei lá mais o quê. E como sempre, pra ser do contra (só pode ser!), bem gostei. E à primeira audição, o que é bem raro. Tá no repeat do Winamp, rolando direto. Recomendo. Mas bem que eles podiam voltar a fazer coisas nos moldes do "Summerteeth", que na minha modesta opinião só tem hits. Favorito ;) Se bem que o primeiro, "AM" é puta folk (ou alt-country, como o Lucio Ribeiro gosta de chamar) e me deixa bem feliz.
sexta-feira, abril 02, 2004
quinta-feira, abril 01, 2004
quarta-feira, março 31, 2004
quinta-feira, março 25, 2004
"Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem"
(A Sua - Marisa Monte )
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem"
(A Sua - Marisa Monte )
quarta-feira, março 24, 2004
Você escreve uma porrada de coisas e tem que ceder o lugar no computador por alguns minutos, porque outra pessoa precisa de informações que só tem ali. O documento usado fica aberto, e você se retira momentaneamente do recinto. Na volta, uma terceira pessoa está lá, e o que te resta fazer? Continuar aguardando. E eis que, quando essa terceira criatura se levanta - tcharam! O programa está fechado e o documento escrito vai para o limbo virtual. E o que fazer? Bissolutamente nada, como diria o Didi. Porque ela manda.
*ÓDEO*
*ÓDEO*
Apenas sete minutos.
Esse foi o tempo de distância entre a minha cama e a plataforma do metrô.
Aliás, somente graças as crianças, vizinhas de vila, que eu tanto amaldiçoo mentalmente todos os dias de manhã por causa dos gritos ainda tão cedo, sempre minutos antes do despertador tocar. Quer coisa mais irritante?
Mas hoje a bosta dos sininhos do celular não tocaram, aumentando a minha raiva pelo aparelho, adquirido há apenas três meses e já apresentando problemas, como no vibrador (ops!) que não funciona mais.
Quarenta minutos de atraso. Eu ODEIO isso, simplesmente odeio. E nem podia faltar, não tinha desculpa. Corri, com os olhos coçando de sono, e cheguei, puta da vida, a rotina de sempre. E agora, nada a fazer. Quanta ironia.
Daí que tô lendo o manual da minha nova maquininha. Adoro ler manuais, ainda mais se tratando de algo que eu queria tanto. Pena que a bateria já acabou... Se ela carregar a tempo, dou um jeito de tirar e postar ainda hoje uma daquelas fotos adolescentes minha, no ambiente de trabalho, com a camisa do Jesus & Mary Chain. E tem que ser daqui mesmo, já que meu PC pré-histórico não tem USB. Aliás, vou ver se aquele adaptador roubado resolve meu caso temporariamente...
Esse foi o tempo de distância entre a minha cama e a plataforma do metrô.
Aliás, somente graças as crianças, vizinhas de vila, que eu tanto amaldiçoo mentalmente todos os dias de manhã por causa dos gritos ainda tão cedo, sempre minutos antes do despertador tocar. Quer coisa mais irritante?
Mas hoje a bosta dos sininhos do celular não tocaram, aumentando a minha raiva pelo aparelho, adquirido há apenas três meses e já apresentando problemas, como no vibrador (ops!) que não funciona mais.
Quarenta minutos de atraso. Eu ODEIO isso, simplesmente odeio. E nem podia faltar, não tinha desculpa. Corri, com os olhos coçando de sono, e cheguei, puta da vida, a rotina de sempre. E agora, nada a fazer. Quanta ironia.
Daí que tô lendo o manual da minha nova maquininha. Adoro ler manuais, ainda mais se tratando de algo que eu queria tanto. Pena que a bateria já acabou... Se ela carregar a tempo, dou um jeito de tirar e postar ainda hoje uma daquelas fotos adolescentes minha, no ambiente de trabalho, com a camisa do Jesus & Mary Chain. E tem que ser daqui mesmo, já que meu PC pré-histórico não tem USB. Aliás, vou ver se aquele adaptador roubado resolve meu caso temporariamente...
terça-feira, março 23, 2004
Ah, o resto de ontem foi normal, nada demais. Almoço gostoso, Blockbuster e 3 filminhos bacaninhas: "Dirigindo no Escuro", que eu já tinha visto e o Cadu adorou, "O Chamado" japonês e "Piratas do Caribe". Esse segundo eu gostei bastante, mas o americano ficou melhor. Gostei mesmo foi de ver os costumes orientais. Já o dos piratas, ai ai. Vi até o final, mas achei bem fraquinho... Ah, a noite terminou com pizza (sem cigarra, ainda bem).
PS Além de voltar como se nada tivesse acontecido, a Lulu tá mais folgada que nunca; rouba a cadeira do computador ou dorme no meu colo, "afofando" e me furando. Eu reclamo mas adoro a minha gorducha.
PS Além de voltar como se nada tivesse acontecido, a Lulu tá mais folgada que nunca; rouba a cadeira do computador ou dorme no meu colo, "afofando" e me furando. Eu reclamo mas adoro a minha gorducha.
domingo, março 21, 2004
Fui ver "A paixão de Cristo" na sexta, dia de estréia, no "escada" shopping. Eu e a Carol (irmã do Cadu) dormimos boa parte do filme, que eu até gostei, mas se resume praticamente a ida dele pra crucificação, sob muita porrada. Escroto mesmo foi o tal governador que queria uma coisa mas não tinha pulso firme e fez o que o povo pedia. Mas enfim... As cenas são fortes, as vezes eu até virava a cara, são bem reais...
Ontem a gente fez um jantarzinho aqui pra Stela e pra Karla. Eu cozinhei, e, modéstia a parte, ficou excelente. Fiz uma massa (receita de mamã) pouco convencional, de recheio suave e que pouca gente descobre de que é feito. Elogios... De sobremesa, brownie com sorvete. Bebi demais... Vinho, pró-secco, licor, tequila... Desabei na cama. Mas foi ótimo...
Hoje foi dia de Amélia, mas rapidinho a casa voltou ao normal.
E é isso. Depois eu volto, amiguinhos.
Ontem a gente fez um jantarzinho aqui pra Stela e pra Karla. Eu cozinhei, e, modéstia a parte, ficou excelente. Fiz uma massa (receita de mamã) pouco convencional, de recheio suave e que pouca gente descobre de que é feito. Elogios... De sobremesa, brownie com sorvete. Bebi demais... Vinho, pró-secco, licor, tequila... Desabei na cama. Mas foi ótimo...
Hoje foi dia de Amélia, mas rapidinho a casa voltou ao normal.
E é isso. Depois eu volto, amiguinhos.
sexta-feira, março 19, 2004
Gostei disso (peguei lá no Orlando Orfei):
SE EU FOSSE...
uma frase, seria: alguma explicação ou dúvida
uma pergunta, seria: idem
uma banda, seria: Wilco ou Teenage Fanclub
uma música, seria: alguma do Vinícius de Moraes
uma bebida, seria: caipirinha de cachaça de Minas
uma palavra, seria: amor
uma arma, seria: unhas
um gesto, seria: tentar ajudar
um animal, seria: gato
um desenho, seria: Flinstones
um personagem, seria: Joselito
um filme, seria: Saltimbancos Trapalhões
um lugar, seria: Lagoa (Rodrigo de Freitas)
uma atriz, seria: hummmm... não sei
um livro, seria: Em algum lugar do passado
um programa, seria: Além da imaginação
um objeto, seria: um computador
um instrumento, seria: violão
um horário, seria: madrugada
uma cor, seria: azul
um dia, seria: sexta
um refrigerante, seria: Fanta laranja light ou Pepsi Twist light
um chocolate, seria: chocolate branco da Hershey's
uma estação, seria: Inverno
uma fruta, seria: Morango
uma comida, seria: Pizza ou batatas-fritas
SE EU FOSSE...
uma frase, seria: alguma explicação ou dúvida
uma pergunta, seria: idem
uma banda, seria: Wilco ou Teenage Fanclub
uma música, seria: alguma do Vinícius de Moraes
uma bebida, seria: caipirinha de cachaça de Minas
uma palavra, seria: amor
uma arma, seria: unhas
um gesto, seria: tentar ajudar
um animal, seria: gato
um desenho, seria: Flinstones
um personagem, seria: Joselito
um filme, seria: Saltimbancos Trapalhões
um lugar, seria: Lagoa (Rodrigo de Freitas)
uma atriz, seria: hummmm... não sei
um livro, seria: Em algum lugar do passado
um programa, seria: Além da imaginação
um objeto, seria: um computador
um instrumento, seria: violão
um horário, seria: madrugada
uma cor, seria: azul
um dia, seria: sexta
um refrigerante, seria: Fanta laranja light ou Pepsi Twist light
um chocolate, seria: chocolate branco da Hershey's
uma estação, seria: Inverno
uma fruta, seria: Morango
uma comida, seria: Pizza ou batatas-fritas
Ontem fui mais cedo pra faculdade, ia passar antes no escada shopping e queria chegar mais cedo na facul mesmo. Mas tá virando rotina o atraso da bosta do 426; quase uma hora de espera na movimentada hora do rush. Além disso, teve tiroteio no Catumbi e os carros vinham alucinados na contramão. Resultado: o ônibus subiu por Santa Tereza, que não é muito mais seguro, todavia, era a única solução. O bacana da história foi que conversei no ônibus com uma menina da Facha que eu só conhecia de vista e coincidentemente faz algumas matérias comigo. Ainda ganhei uma carona de taxi logo após a primeira aula, por pura gentileza dela. Bem bacana. Ah, e não fiquei até o final por puro cagaço.
quinta-feira, março 18, 2004
quarta-feira, março 17, 2004
Quando eu era pequena eu imaginava que com vinte e tantos anos estaria muito bem empregada, com um salário foda, casada e talvez até com filhos. Bem aquela coisa de "Química", "... ter carro do ano, tv a cores, pagar imposto, ter pistolão, ter filho na escola, férias na Europa, conta bancária, comprar feijão, ser responsável, cristão convicto, cidadão modelo, burguês padrão...". Daía gente cresce e cai na real; falta um tanto ainda pra eu me formar, ganho uma merreca que recebe o nobre título de "ajuda de custo" e dependo de esmola da minha mãe pra sobreviver, tenho um namorado mas nada além disso, e não tenho a menor idéia do que será de mim nos próximos anos. Ok, não ter planos é melhor que esquematizar e se fuder, já que tudo muda, mas não ter a menor idéia é assustador. O pior é que os meus amigos todos infelizmente não estão, na sua maioria, muito melhores. A gente cresce e só então vai ver que a vida é bem diferente do que a gente via na tv, nos agora aparentemente tão distantes anos 80... Será que a realidade econômica esentimental das pessoas mudou ou a gente é que via uma utopia com nossos olhos ingênuos de criança?
terça-feira, março 16, 2004
Tem coisas que simplesmente não dá pra entender, por mais que a cabeça tente e explique, o coração se confunde. Eu (cabeça e coração) não entendo essas coisas da vida, não entendo um dia ter intimidade pra brincar, pra cobrar estar junto, pra andar sempre perto e por perto, ser amigo com A maiúsculo, e noutro simplesmente ter que se calar por não saber o que dizer, por medo de falar besteiras. Não saber onde por as mãos, não conseguir ser natural, aquele desconforto que sempre acompanha os momentos de insegurança. Insegurança com quem se tinha toda a liberdade...
Amigos falam o que sentem, o que dói pra poder deixar de doer (ou deveriam). E eu nem sei...
Queria ser indiferente, queria conseguir achar natural, queria não sentir falta. Mas eu não posso, não consigo. E lamento essa coisa de se tornar estranho de quem se conhece bem.
Amigos falam o que sentem, o que dói pra poder deixar de doer (ou deveriam). E eu nem sei...
Queria ser indiferente, queria conseguir achar natural, queria não sentir falta. Mas eu não posso, não consigo. E lamento essa coisa de se tornar estranho de quem se conhece bem.
Assinar:
Postagens (Atom)

