domingo, junho 08, 2003

I need a camera
To my eye
To my eye
Reminding
Which lies that I’ve
Been hiding
Which echoes belong
I've counted out
The days to see how far
I've driven in the dark
With echoes in my heart

Phone my family
Tell them I'm lost
On the sidewalk
And, no, it's not OK

I smashed a camera
I wanna know why
To my eye
Deciding
Which lies that I’ve been hiding
Which echoes belong
I'm counting on
A heart I know by heart
To walk me through this war
Where memories distort

Phone my family
Tell them I'm lost
On the sidewalk
And, no, it's not OK

I've counted out
And no one knows how far
I've driven in the dark
With echoes in my heart

Phone my family
Tell them I'm lost
Yeah, I'm lost
and, no, it's not OK

sábado, junho 07, 2003

Entre as estrelas do meu drama
Você já foi meu anjo azul
Chegamos num final feliz
Na tela prateada da ilusão

Na realidade onde está você
Em que cidade você mora
Em que paisagem em que país
Me diz em que lugar, cadê você

Você se lembra
Torrentes de paixão
Ouvir nossa canção
Sonhar em Casablanca
E se perder no labirinto
De outra história

A caravana do deserto
Atravessou meu coração
E eu fui chorando por você
Até os sete mares do sertão

Você se lembra...
"...corra, não pare, não pense demais..."
Freud explica:

"A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis. A fim de suportá-la, não podemos dispensar as medidas paliativas. "Não podemos passar sem construções auxiliares"... Existem três medidas desse tipo: derivativos poderosos, que nos fazer extrair luz de nossa desgraça; satisafações substitutivas, que a diminuem; e substâncias tóxicas, que nos tornam insensíveis a ela. Algo desse tipo é indispensável.
Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!
Não atendo mais o telefone.
Favor deixarem recados.
Grata.
A Bunker voltou! Era comemoração do niver da Helena e a Marise e a Fabi quiseram ir. Achei ótimo! Não tenho mais o pique de antigamente, no meio daquela pirralhada hardcore toda me sinto uma "senhoura", mas até que me empolguei bastante em alguns momentos. As duas beberam meras duas "ices" e ficaram falando abobrinhas aos montes. Eu só ria. Foi divertido! Ganhei um copo de uma deliciosa bebida verde, que depois eu vim descobrir ser vódega com Fanta Citrus. Diliça. Não tive saco de assistir ao show e voltei pra dançar. Dei de cara com meu amigo lindo que vive me dando mole mas não chega junto. E nem eu! (se por acaso ele lesse isso, diria que eu soupretensiosa, rs. Mas faz parte da arrogância dele.) Aliás, não tenho mais o menor saco com esse carinhas de baladas que ficam me pegando. Argh. Foi-se o tempo que eu gostava e me contentava com pouco. Agora, além de ter que chegar junto, tem que ser foda. Enquanto isso, tô vivendo. E fugindo antes das malas chegarem.

sexta-feira, junho 06, 2003

It's the end of the world as we know it (and I feel fine (?))

Porque as mulheres desfilam pelas ruas do Centro, na hora do almoço, tentando se equilibrar em seus saltos quilométricos naquelas ruas de paralelepípedo? Deviam proibir que essas criaturas ocupassem espaço, atrapalhando os demais transeuntes. Irrita.

*****


...enquanto isso, a eterna obra...

Eu assumo que as vezes implico quase que gratuitamente com algumas pessoas. Sei que a gente não deve julgar pelas aparências, coisa e tal, mas as vezes um pequeno detalhe me irrita e acabou qualquer chance de um sorriso sincero com aquela criatura. E eu não vou com a cara do pintor aqui de casa, ele nem falou nada não, é gratuito mesmo. Mas hoje aquele ser me deu um bom motivo. Eles sabem que eu saio 8 hs de casa, ou seja, acordo um pouco antes. E o que leva o homem a começar a batucar do lado de fora da minha janela as 7hs? !@#$%¨&*!!! Custava esperar meia hora? Meia hora de sono é sagrada quando se acorda de madrugada. Não é a toa que desde pequena eu sonho em dar fim em certas pessoas que só servem pra ocupar espaço. Tolerãncia zero.

(ouvindo: Delgados - Peloton)

"quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar, quero ver o seu corpo dançar sem parar"

Sidney Magal no Jô. Sensacional.

quinta-feira, junho 05, 2003

Tô curada! (pelo menos por enquanto...)
O azedume passou, voltei ao mal humor habitual!
:)))
Schopenhaeur, Nietzche e agora Freud. Esse período tá uma beleza. Já posso me exibir de indie-muderna-intelectualóide.
Tsc, tsc.
Mas 100 páginas de Freud em uma semana eu só quero ver...

quarta-feira, junho 04, 2003

A minha mãe pode até ser "seu saraiva" (é, eu tenho a quem puxar...), mas tem bom humor de vez em quando, sem nunca perder a seriedade. Ela me garante boas risadas. Eu lembro que na festa junina na casa da Bea, ano passado, eu e Kamille fomos com nossas meias infantis listradas e nada discretas 5/8 (que na gente viraram 3/4). Na hora de sair minha mãe manda o seu comentário: "é festa junina, não é circo não". O de hoje foi do mesmo nível. Eu enrolei na cabeceira da minha cama um boá (eu nem sabia que era esse o nome! é aquela paradinha de plumas que as drags usam). Bem, então, o boá é rosa chock. E enrolei junto um daqueles enfeites de Natal, que é do mesmo tamanho, prateado. Ela veio aqui comigo falar não sei o que e emenda com um "parece cama de travesti". Ok então. Mas eu não sou traveco não, sou drag.
I've been working all day
I've been thinking a lot
I've been doing some things
That are not quite right

I've been thinking about you
I've been thinking about you
When will you return ?

I've been working all day
I've been thinking a lot
I've been lost in the morning
I don't know what it costs
Will you find me there ?

And I guess it's just a phase
I don't know where I'm going
And I guess it's just a phase
I don't know where I'm going

I've been working all day
I've been thinking a lot
I've been lost in the morning
I don't know what it costs
I don't thinking about you
I will be able to do
Will you let me be ?

And I don't know where I'm going
I guess it's just a phase
And I don't know where I'm going
I guess it's just a phase"

Humm, lembrei. Acontece. Depois passa. É que eu tô com um pouco de medo de ter que ver. Mas é inevitável, se eu tiver alguma reação... ah, depois passa. E escolhi outros caminhos, não sei bem pra onde estou indo, mas certamente é uma boa opção ;)

PS Não é nada do que vcs estão pensando, e por enquanto é segredo. Nem adianta perguntar. Mas pode deixar que eu faço questão de contar. Só peço uma coisa: torçam por mim!!!!!!
Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar
Aprendi nos filmes pra um dia usar
Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
Tenho tudo planejado pra te impressionar
Luz de fim de tarde, meu rosto em contra-luz
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Mantenho o passo alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Ainda encontro a fórmula do amor (2x)
Ainda encontro a fórmula do amor
Eu tenho a pose exata pra me fotografar
Aprendi num vídeo pra um dia usar
Um certo ar cruel, de sabe o que quer
Tenho tudo ensaiado pra te conquistar
Eu tenho um bom papo e sei até dançar
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Eu jogo um charme, alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Ainda encontro a fórmula do amor (2x)
Ainda encontro a fórmula do amor

terça-feira, junho 03, 2003


Depois de um bate papo com alguém que também é fã, desencavei do fundo do armário (literalmente, já que as minhas coisas ainda estão uma bagunça!) a trilha do filme Hedwig. Eu assisti duas vezes e queria ver mais, só não sei aonde encontrar uma cópia da fita. Na época, baixei o trilha com músicas da peça e do filme, que apresentam algumas faixas e/ou versões diferentes. Ficou até mais legal que ter só um dos originais, até porque, não se acha pra comprar a edição, que é importada e não existe aqui em terras tupiniquins.
Uma das cenas inesquecíveis sem dúvida é quando ele canta a origem do amor, com animações e letra emocionante. Fodão.

ORIGIN OF LOVE
When the earth was still flat,
And the clouds made of fire,
And mountains stretched up to the sky,
Sometimes higher,
Folks roamed the earth
Like big rolling kegs.
They had two sets of arms.
They had two sets of legs.
They had two faces peering
Out of one giant head
So they could watch all around them
As they talked; while they read.
And they never knew nothing of love.
It was before the origin of love.

The origin of love

And there were three sexes then,
One that looked like two men
Glued up back to back,
Called the children of the sun.
And similar in shape and girth
Were the children of the earth.
They looked like two girls
Rolled up in one.
And the children of the moon
Were like a fork shoved on a spoon.
They were part sun, part earth
Part daughter, part son.

The origin of love

Now the gods grew quite scared
Of our strength and defiance
And Thor said,
"I'm gonna kill them all
With my hammer,
Like I killed the giants."
And Zeus said, "No,
You better let me
Use my lightening, like scissors,
Like I cut the legs off the whales
And dinosaurs into lizards."
Then he grabbed up some bolts
And he let out a laugh,
Said, "I'll split them right down the middle.
Gonna cut them right up in half."
And then storm clouds gathered above
Into great balls of fire

And then fire shot down
From the sky in bolts
Like shining blades
Of a knife.
And it ripped
Right through the flesh
Of the children of the sun
And the moon
And the earth.
And some Indian god
Sewed the wound up into a hole,
Pulled it round to our belly
To remind us of the price we pay.
And Osiris and the gods of the Nile
Gathered up a big storm
To blow a hurricane,
To scatter us away,
In a flood of wind and rain,
And a sea of tidal waves,
To wash us all away,
And if we don't behave
They'll cut us down again
And we'll be hopping round on one foot
And looking through one eye.

Last time I saw you
We had just split in two.
You were looking at me.
I was looking at you.
You had a way so familiar,
But I could not recognize,
Cause you had blood on your face;
I had blood in my eyes.
But I could swear by your expression
That the pain down in your soul
Was the same as the one down in mine.
That's the pain,
Cuts a straight line
Down through the heart;
We called it love.
So we wrapped our arms around each other,
Trying to shove ourselves back together.
We were making love,
Making love.
It was a cold dark evening,
Such a long time ago,
When by the mighty hand of Jove,
It was the sad story
How we became
Lonely two-legged creatures,
It's the story of
The origin of love.
That's the origin of love.



Mas, para dançar loucamente, nada como "The angry inch"...


Uma miscelânea. Tem coisas do meu niver, tem MAM, tem o meu lindo gato chamado Luiz, tem Brasília, São Paulo...

segunda-feira, junho 02, 2003

Descobri uma rádio indie online bem legal. É a Accuradio. Se alguém já conhece e acha um absurdo eu falar disso aqui agora, me desculpe a ignorância, não sou indie e foi-se o tempo que ficava fuçando as novidades na internet. E nem faço questão dessa coisa de "eu conheci primeiro". Mas enfim, a rádio é boa e tem uma listinha de bandas bem legal. Olha só: Ash, Richard Ashcroft, Badly Drawn Boy, Bauhaus, The Beatles, Blur, David Bowie, Ian Brown, Catherine Wheel, Charlatans, The Chemical Brothers, The Clash, Clinic, Coldplay, The Cult, The Cure, Depeche Mode, Doves, Elastica, Feeder, Gomez, PJ Harvey, Haven, Inspiral Carpets, The Jam, Jesus and Mary Chain, Kula Shaker, Love and Rockets, Lush, Manic Street Preachers, Mansun, Peter Murphy, Muse, Oasis, Ocean Colour Scene, Placebo, Primal Scream, Public Image Limited, Pulp, Radiohead, Republica, The Sex Pistols, Siouxisie & The Banshees, Sleeper, The Smiths, The Soft Boys, Spiritualized, Stereophonics, The Stone Roses, Super Furry Animals, Supergrass, Tin Star, Travis, U2, The Verve. Ufa.

domingo, junho 01, 2003

Eu odeio ser tão ansiosa e desejar tanto.
Argh.
Porque as coisas não simplesmente acontecem?

*****


"Vou abandonar o que já sei e acreditar no incrível
(...)
Tudo é possível
Não há nada que se possa deter
O que era impossível
Acaba de acontecer"

sábado, maio 31, 2003

Eu só queria alguém pra falar, alguém pra me ouvir e que me entendesse bem, que me entendesse de verdade. Mas não, não tem. Ok. Resolvi então escrever. Escrevi um monte, mas Murphy é foda, e fechei a janela da droga do hotmail sem querer. Grrrrrr, que raiva. Mas tá certo, Deus sabe o que faz, e como diz o Paulo Coelho (rs), vai ver que não era a hora. Ainda.

Aliás, hoje a tal da ansiedade me fez devorar barras de chocolate. Barrinhas, mas de qualquer forma, incompatíveis com a dieta e a minha atual filosofia de "jamais serei baleiosa novamente". Para compensar, não comi mais nada. Quer dizer, filei uma batatinhas lá no encontro das tias em comemoração ao niver da Kamille. Ah, e incrível: nada de vódega, o lance era na Colombo. Tea time.

As fotos aí nem são novas e tal, mas escaneei hoje. A primeira série tem coisas em Grussaí, em Atafona, tudo perto de Campos, onde eu passei o carnaval. A da escada é no caos do meu quintal. As p&b da segunda série em SP e eu vou usar no meu trabalho de fotografia em jornal. Acho que estão dignas, apesar deu não saber muito de photoshop. As originais tão bem ampliadas, modéstia a parte, mas quando escaneia fode tudo. A terceira série, er, bem, é de várias épocas. As de boina foram semana passada. Só postei mesmo porque nem sempre gosto de aparecer em fotos, não saio bem. Mas dessas eu gosto. As últimas, iguais a não ser por uma ser em cor e a outra p&b, eu só pus porque foi meu teste usando negativo cor no laboratório p&b. É mais chatinho, mas uma boa experiência. Dêem opiniões, comentem tudo, please.
A gente fica achando que as coisas que nos causam dor e sofrimento sempre são ruins. Claro que os momentos de alegria não são regra, estão mais para exceção, mas Deus conspira para que sejamos felizes e realizemos nossos sonhos. Teve um que eu inventei sem querer na minha cabeça, bolei tudo direitinho durante um tempo, sonhava ele nas horas vagas, desejava no fundo do meu coração. E não é que as coisas estão caminhando da melhor forma? Claro que não é exatamente igual, mas a essência tá lá. E eu tenho certeza que vai dar tudo certinho. Daí eu conto pra todo mundo o que é. Aliás, vocês vão ver.

sexta-feira, maio 30, 2003

A Kamille me mandou:

PARA QUE SERVE UMA RELAÇÃO?
07 de Abril de 2003
Matha Medeiros

Lendo a entrevista que o médico e escritor Drauzio Varela deu para a revista Marie Claire, encontrei a definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação: "uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil"

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido. Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração.
Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.
Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.
Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo. Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.
Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.
Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.
"Why are you so far away?" she said
"Why won't you ever know that I'm in love with you?
That I'm in love with you?"
Eu tava combinando com o Giovani que se ele fosse mandado embora ele largava a dona patroa e a gente ia morar em NY. Mas mudei de idéia. Vou arrastar ele pra Califórnia. Aliás, vou de qualquer jeito pra lá, nem que seja no bagageiro. Que tal?

quinta-feira, maio 29, 2003

Pessoas, pessoas. O mundo tem tanta gente que as vezes eu me dou ao luxo de largar mão desse meu medo de ficar só e começo a observar e a me deliciar com tanta gente maravilhosamente diferente e interessante. Dá vontade de ter todas pra mim. Sim, quero todas, não me contento com pouco, com um ou outro, não quero ter que escolher, quero tudo, quero todos.

quarta-feira, maio 28, 2003

Puta que me pariu. No início eu brinquei, achei graça e tals, mas agora eu tô de saco cheio desse negócio de todo santo dia receber email de aumento de pênis. Eu não quero e não preciso aumentar o dito cujo simplesmente porque não possuo. Caralho. E não sei aonde reclamar nem como bloquear, já que são remetentes diferentes e acho que o bolsta não bloqueia spam.
Ontem saí com um amigo, mas por falta de iniciativa de ambos terminamos no Rio Sul comendo pizza no Habib's. Saí da dieta mas compensei bonitinho hoje. Jamais serei baleiosa novamente! A Kamille demorou a ligar e não deu pra eu ir na Maldita no niver dela. A minha casa é o caos e não dá pra sair nem voltar tarde durante a semana. Uma pena, queria muito ter ido, sair da toca. Fica pra próxima...
Agora tô com nariz entupido e a garganta doendo horrores, acho que tô ficando doente, na fase que eu menos queria ficar em casa, ainda mais de cama... ainda mais sozinha...

segunda-feira, maio 26, 2003


Você é louco? por Alito
Acho que todo mundo sabe que a minha casa está eternamente em obras. E a rádio-peão me deu uma surpresa agora: Crying do Roy Orbison. Me desmontou. Logo hoje, que eu acordei tão bem...

"I was all right for a while, I could smile for a while

Then I saw you last night, you held my hand so tight

When you stopped to say hello

Oh you wished me well, you couldn't tell

That I'd been crying over you, crying over you

When you said so long, left me standing all alone

Alone and crying, crying, crying, crying

It's hard to understand, but the touch of your hand can start me crying

I thought that I was over you, but now it's true, so true

I love you even more than I did before, but darling what can I do?

For you don't love me, and I'll always be

Crying over you, crying over you

Yes, now, now you're gone, and from this moment on

I'll be crying, crying, crying, crying

Yeah, crying, crying, over you"
Recebi de novo aquela droga de email de aumento do pênis. Eu bem falei, é todo dia, todo dia! Pena que não sei como colar ele aqui. Esse veio até com fotos, um horror. Tô começando a achar que esse povo de mala direta tá me estranhando, ui...
Ah, e o mais importante: sem essas babaquices de "traumas" e "medos" de encarar novas relações.Tô pronta pra outra! Só não procuro, não vou a caça, Deus me livre. Mas trauma e paixão eterna por ex é perda de tempo, tô fora.

domingo, maio 25, 2003

A Fabi deve ter razão, acho que meu karma é enfrentar essas paradas e tentar ajudar essas criaturas problemáticas. Bom saber que a culpa não é minha e bom também saber que a família dele gosta de mim, até quem eu nem imaginava...
Quando acaba não necessariamente é porque não deu certo. Um filme acaba e pode ser foda, uma festa, um dia feliz... Mas as vezes o erro é prolongar o que tá pedindo pra acabar. É que tá tão bom, tão bom, que a gente não quer deixar ir... E daí estraga tudo, perde a graça, fica chato. E então, passa a dar errado. Eu não sei perder, não sei largar, abrir mão. Mas as coisas vem e vão, algumas poucas ficam, a maioria se vai, e a gente só sabe qual é uma e qual a outra quando acontece dela querer partir. E se não deixa ela ir, ela vai de qualquer forma cedo ou tarde. E dói mais. Enfim. Tá no manual da vida, e eu ainda tô começando a ler. Tenho muito o que aprender...
"THE END

OH YEAH!
ALL RIGHT!
ARE YOU GONNA BE IN MY DREAMS TONIGHT?

LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU,
LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU,
LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU,
LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU,
LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU,
LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU, LOVE YOU.

AND IN THE END
THE LOVE YOU TAKE
IS EQUAL TO THE LOVE
YOU MAKE."


Ah, quem dera fosse assim...
Mas acabou, chega.
E eu perco, mas você perde também, porque há anos não consegue viver de fato.
Vou lá, voltar a viver.
Azar o seu.

sábado, maio 24, 2003

Eu li e reli aquela nota de email umas 300 vezes e não consegui identificar ali nem sinal de você, do que você era há alguns meses atrás, do que nós fomos. Porque eu deixei você ficar assim? Porque eu não te segurei, não te agarrei firme, pra não permitir que você se fosse?
Não, eu não posso segurar o que deveria estar dentro de você, nem muito menos posso botar de volta. "Lamento", você disse, com um tom de ironia impensado. E eu lamento, lamento mais que tudo nesse mundo a sua falta de esforço, a sua falta de vontade de ceder e saber repartir o tempo, o desejo. A sua falta de vontade de transformar a paixão em amor. Porque não é só tarefa do acaso, tem que vir do fundo. E eu queria jogar a culpa toda pra cima de mim, assumir os erros, a minha incopetência, a minha intolerância, o meu mau-humor... Porque talvez assim fosse mais fácil entender, aceitar e esquecer. Mas não, não dependia de mim, não mais. E eu lamento, como eu lamento por você ser assim, distante, insensível, preguiçoso. Lamento por você querer sempre tudo fácil e pronto e cômodo, porque pra mim estava cômodo também, mas nem de longe confortável. E mesmo assim eu continuava ali, sentada, assistindo ao programa de tv com um nó na garganta. Talvez eu não sinta falta de você, talvez eu sinta falta de alguém. E eu choro lembrando porque é bom ter lembranças, saber que uma história existiu, porque ela você não pode me arrancar. Se bem que você não faria força nem pra isso...
Mas de que adianta chorar? Ninguém vê quando eu choro, você não vê, não imagina, ou então finge que não sabe, porque é bem mais cômodo. Porque eu choro então? Pena de mim? Ninguém tem pena, nada muda com as minhas lágrimas. Aliás, nem com o meu sorriso.

sexta-feira, maio 23, 2003

Ontem fez uma semana que acabou. E faríamos sete meses. Mas não chorei nem fiquei pensando, não vale a pena. Na verdade, acho que preciso é agradecer o fim de algo que não tinha a ver faz tempo, que no início ficou disfarçado de coisa certa por conta da paixão, mas depois foi simplesmente empurrado com a barriga, já que não havia esforço mútuo. Enfim... Se o negócio é relaxar e gozar, simplesmente fui ao Empório com um bom (u-hu) amigo. E foi ótimo! Só músicas boas, companhia extremamente animada e mais tagarela que eu e Kamille juntas. Dancei, conversei, vi gente, me diverti. E não bebi, porque a dieta continua. E a vida também, embora as vezes dê uma pontinha de solidão, porque eu definitivamente não sei ficar sozinha. Os domingos são a prova de fogo, e eu não estou nem de longe preparada. Mas me jogo aos leões, não tem preparação não. Qualquer hora, quando menos se espera, algo legal acontece. É sempre assim, e é assim que é bom...

quinta-feira, maio 22, 2003

Aliás, alguém tem ou conhece quem tenha o álbum? Eu quero uma cópia...
O rei nas origens.
Foda.

"You Ask Me What You Need / Hate Is All You Need"

Delgados é legal.
Aquário

A Lua em Peixes pode deixá-lo mais sensível hoje e mais vulnerável a pequenas doenças ou a somatizar problemas emocionais com os quais tem evitado lidar. Dica do dia: Cuide-se! As conjunções planetárias indicam que você pode engordar neste mês. Então, faça uma dieta para cuidar, tanto da saúde, como de sua forma física.


Vilipendiada, abandonada e gorda? Deus é mais.
"Já não consigo não pensar em você..."

quarta-feira, maio 21, 2003

"Vila Sésamo", uma tortura

Uma tortura musical para os iraquianos

LONDRES. Músicas de programas infantis, como “Vila Sésamo” e do dinossauro “Barney”, se transformaram numa nova arma — ou num instrumento de tortura, como dizem as ONGs — nos interrogatórios de prisioneiros capturados no Iraque. Elas não estão sozinhas. Músicas de grupos de heavy metal, como Metallica, também têm sido usadas para minar a resistência dos presos que se recusam a cooperar.

Segundo a rede britânica BBC e a revista americana “Newsweek”, os prisioneiros que não cooperam nos interrogatórios têm sido expostos a essas músicas por longos períodos, na tentativa de que desistam e falem. A Companhia de Operações Psicológicas dos EUA (Psy Ops) informou que o objetivo era quebrar a resistência do preso através da privação do sono e do uso de músicas culturalmente ofensivas. Uma delas seria “Enter Sandman”, do Metallica.

Mas para a organização de direitos humanos Anistia Internacional, tais táticas, na verdade, constituiriam práticas de tortura, o que significa que as forças de ocupação estariam violando a Convenção de Genebra.

A longa exposição a esses sons afetaria a capacidade de raciocínio. Seria uma técnica não letal e sem efeitos posteriores. Um americano que teve de ouvir por 45 minutos em treinamento a música do programa do dinossauro Barney disse esperar nunca mais ter que passar por isso de novo.

Outras denúncias se referem a práticas bem menos sutis. O iraquiano Muhammad al-Tamimi contou que teve os quadris chutados e sofreu pancadas na cabeça com o cabo da arma de um soldado britânico. Como ele, mais de 20 iraquianos dizem ter sofrido maltratos das forças anglo-americanas.

As queixas que a Anistia Internacional tem ouvido de iraquianos que foram detidos pelas tropas anglo-americanas vão de espancamento a choques elétricos. Um ex-prisioneiro diz ter sido espancado durante toda a noite.

A organização disse que não pode ainda comprovar as denúncias. Mas informou que as semelhanças encontradas nos relatos de civis e militares iraquianos fazem com que sejam levadas a sério.

— O padrão que surge é de maltrato — disse Kathleen A. Cavanaugh, pesquisadora da Anistia Internacional que está em Basra, sul do Iraque, entrevistando iraquianos. — E esses maus-tratos podem constituir tortura, em alguns casos.

O Ministério da Defesa britânico e o Pentágono negaram as acusações e informaram estar agindo de acordo com a Convenção de Genebra.


Isso me dá uma boa idéia...

terça-feira, maio 20, 2003

Fantástico, o sistema de comentários está funcionando, e até aqui na Facha. Que avanço!
"Eu tenho uma camiseta escrita eu te amo. Parece uma grande bobagem..."
E é.
"My pain and sadness is more sad and painful than yours"

Hahahahaha

É vero, é vero. Mas esse é o nome do álbum de estréia de um tal McLusky, e, desatualizada que estou, nunca ouvi falar. É punk, é indie, é do País de Gales e foi lançado lá em 2000. A influência é Pixies, se isso realmente quer dizer algo.

segunda-feira, maio 19, 2003

Eu cansei de fazer surpresinhas, dar presentesinhos, mandar torpedos e correr atrás, sempre mostrando o quão importante tal criatura é pra mim. Volta e meia alguém se torna importante, tão importante que eu me esqueço de mim, e quando lembro deixo passar batido, porque provavelmente eu sou feia, burra e sem graça demais para alguém tão foda. Todos eles são foda, e eu sou sempre uma droga. Chega, não vou mais atrás, não falo mais nada, não confio mais. Agora eu só digo amém, mas antes quero ouvir, quero receber. Até então eu achava normal dar sem pensar em receber, deixar o resto ser consequência. Tô fora. Quero carinho sem prazo de validade, quero os detalhes que contam a diferença sempre, todos os dias, cansei de correr atrás das raspas e restos, e cansei de gente da noite. Os caras da noite são os mesmos do dia, mas eles se transformam. Argh. Agora sou antiquada, nada de "ficar". Ou tudo ou nada.

PS Meus amigos são foda, todos eles, todos vocês. Não tô respondendo ninguém, não quero mais encher o saco nem alugar, espera eu ficar apresentável de novo (se é que algum dia fui). Mas quem me ligou, quem cruzou comigo por aí, valeu, valeu mesmo. Deus lhes pague e dê em dobro, porque ter saco de me aturar não é mole não.
Adorei a conversa de bar de acaso com o Fernando, adorei o Fred ler o blog (puxa,alguém lê!) e ter me ligado. Adorei a Fabi mais uma vez adivinhar que eu estou em cacos e me ligar. Ela talvez seja a única pessoa que sente e age como eu. Coitada, mas pelo menos, ela me entende.
Ah, e a Let tá linda, a barriga dela tá linda. E é lindo também ver a felicidade dos dois, dela e do Rogério, estampada nos tais pequenos detalhes. Menino de sorte esse Arthur. Vou tirar muitas fotos dele e talvez ensine a mãe a tirar também. Talvez, porque se eu ensino, já não fico mais tão presente. E eu não perco mais vocês de vista, dear.

domingo, maio 18, 2003

Vocês acham, queridos amigos, acham mesmo que a minha felicidade é estar triste? Eu não sou nem estou louca, talvez vocês estejam, ou pelo menos andam lendo filosofia demais. Eu gosto de rir, gosto de falar besteira, faz tempo que cansei de chorar. Claro que pra mim é um tanto quanto inevitável, sempre fui manteiga derretida, mas prefiro rir, dar gargalhadas até derramar algumas poucas lágrimas de alegria, prefiro falar muita merda. Eu definitivamente não gosto de sofrer. Até que não tô tão mal, não estou me descabelando nem morrendo de chorar (ok, só um pouquinho). Mas dói, de vez em quando umas lembranças teimam em invadir e dá umas pontadas no peito, uma sensação velha de dor toma conta. Mas agora eu mudei, não procurei ninguém, não corri pra nem um colo ou ombro amigo, nem mesmo fui atrás de algum conhecido distante. Tô sozinha, quieta na minha, tentando sobreviver até voltar a viver de novo. Mas quero mudar também com relação a outras coisas que eu fazia antes. Cansei de baladas, cansei de carinhas de uma noite, cansei de viver na rua. Rua agora só de dia, cineminha, talvez um barzinho e só. Festas só as vezes, daí acho até que fica mais legal. Homens, só em casos muito especiais. E alugar os amigos nunca mais. Vou pensar sozinha, tentar encontrar as minhas respostas, concluir minhas coisas sozinha. Muita influência externa só confunde. E quando eu estiver muito bem, topo dar uma volta por aí com quem quiser me chamar. Mas quando não estiver, me enclausuro. É melhor assim.
Ah, e ainda acredito na felicidade e acredito ser merecedora dela, ao contrário do que vocês pensam de mim. Não vou desistir de esperar por ela.
"O aquariano tem vivido momentos muito especiais de desafio. Sua coragem e determinação o estão ajudando e muito, principalmente a recuperar e estruturar sua auto estima."'

Horóscopo é um troço engraçado.

sábado, maio 17, 2003

Meu sistema está nervoso.
(ouvindo tema do filme Love Story, by Loser Manos)
Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz
Minha linda Melissa furadinha que eu comprei no site chegou ontem. Adorei. Mas agora eu me pergunto, e dai?

sexta-feira, maio 16, 2003

Da série "nada é tão ruim que não possa piorar" ou "oh, céus, oh, vida, oh, lipe, oh azar":
Luíz, meu gato lindo e doce, o único que me restou, depois do abandono de lar de Maria Luiza para viver num estacionamento ao lado de casa e da transferência do Frederico para a casa do meu irmão por não ter se adaptado a casa nova. Bem, esse mesmo lindo e doce gato quase arrancou meu olho ontem.
Eta vidinha hostil, essa. Alegrias passageiras, prazeres momentâneos. Isso tudo é sonho, recalque da vida que não nos deixa fazer nada de bom por muito tempo. A verdade é a dor e o sofrimento, as lágrimas são verdadeiras. Quando você acha que conseguiu enganá-la e ser de fato feliz, ela vem e te dá uma rasteira. Se ferrou, dear.
E faz tempo que as coisas perderam a graça, nada mais me encanta e anima de fato. Cansei de baladas, elas me dão sono. Nem minhas musiquinhas e amigos queridos me empolgam. Sinto sono, cansaço, e um tédio enooooooorme, do tamanho da lua. Aliás, preciso de um eclipse eterno, ou ao menos sumir por um bom tempo desse planeta.

quinta-feira, maio 15, 2003

domingo, maio 11, 2003

Meu computador continua morto, bem morrido. Quer dizer, meu irmão foi lá em casa duas vezes, ficou horas mexendo, e ele até liga, depois de infinitos problemas. Mas continua dando pau, problema de junta. Faz uma puta falta ver os emails e usar o icq diariamente, mesmo que rapidinho. E os trabalhos da faculdade? Aquele tira e põe de arquivos na rede da faculdade não rola. Fora que é lentium pacas. Tô ferrada.

domingo, maio 04, 2003

Terminei uma das entrevistas ("dever de casa"), e a Kamille ajudou na revisão. Agora falta a outra, que é prova e que foi um barato pra coletar as informações. Mandei email pra todos todos os jornalistas que eu gosto pedindo um texto sobre a matéria inesquecível deles. Os amigos também ajudaram, contando quais as suas leituras inesquecíveis. O negócio agora é escrever as quatro laudas. E estudar pra prova de amanhã, de Comunicação Comparada. Não li nada ainda :/

sábado, maio 03, 2003

EU ODEIO O BOL!
Se soubesse fazer banner, faria um.
Puta que me pariu, tô fazendo trabalho, preciso de respostas de emails que nunca chegam ao seu destino e se chegam, a resposta é que não chega. Pago mico cobrando e me aborreço por não completar o processo de comunicação. As vezes os emails levam dias para chegar, mais lerdo que correio. Assim não dá!
Pior que isso, só meu computador, que há tempos vinha dando problema na hora de ligar, as vezes nada acendia. Eu tensamente desligava, rezava pra fadinha do auto-reparo e - tcharam! - ele ressucitava. Mas dessa vez parece não ter jeito. Foi a placa-mãe que faleceu. O HD tá ok, os dados estão lá, mas só Deus sabe quando possuirei reais para adquirir um micro novo. Nem tô sofrendo tanto por emails e icq, embora saiba que fazem falta, mas tô menos viciada. O negócio vai ser fazer os trabalhos da faculdade, que tão acumulando.
Chuif.
:~~~~~

sexta-feira, maio 02, 2003

Ontem finalmente vi Carandiru, e gostei. Depois, se tiver saco, comento.
Depois do filme fomos num japonês em São francisco, muito bom.
Acordei tarde, dormi cedo, deu pra descansar um pouco, mas hoje tô com sono, fui cedo pro estágio. Faculdade deserta, só vi um professor e nem um aluno sequer. Nada pra fazer, adiantei um trabalho. Quem me dera poder ficar dormindo, em dias de chuva devia ser proibido sair pra trabalhar, ainda mais num dia que era pra ser enforcado, sem nada pra fazer.

terça-feira, abril 29, 2003

Essa notícia está no Yahoo e em outros sites de notícias norte
americanos (http://tv.yahoo.com/news/wwn/20030319/104808600007.html)

NOVA YORK - Investigadores federais prenderam um enigmático aplicador de Wall Street acusado de ter acesso a informações internas e privilegiadas. E, incrivelmente, ele alega ser um viajante do tempo do ano 2256!
Fontes da Comissão de Segurança confirmam que Andrew Carlssin, de 44 anos, ofereceu esta bizarra explicação para seu incrível sucesso no mercado de ações, após ser levado algemado em 28 de janeiro. "Não acreditamos na história desse cara - ou ele é um lunático ou um mentiroso patológico", disse um membro da Comissão. "Mas o fato é que, com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele tinha um portfólio avaliado em 350 milhões de dólares.
Toda transação que ele fez deu lucros, em área inesperada dos negócios, o que não pode ser simplesmente sorte". Ele só pode ter conseguido através de informações internas ilegais. Ele vai ficar sentado em uma cela na Ilha Riker até concordar em divulgar
suas fontes".
Quando investigadores pressionaram Carlssin durante o interrogatório, foram surpreendidos por uma confissão que durou quatro horas. Carlssin declarou que viajou de volta no tempo a partir de 200 anos no futuro e que seu conhecimento dessa era lhe permitiu acumular a fortuna que obteve. "Era tentador demais para resistir", teria dito Carlssin durante a confissão, que foi gravada em videoteipe. Para provar que estava falando a verdade, Carlssin se oferecer para falar sobre "fatos históricos" como a cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. Tudo o que ele quer é que permitam que volte ao futuro em sua "nave temporal". Mas ele se
recusa a revelar a localização da máquina ou falar como ela funciona, supostamente com medo de que a tecnologia "caia em mãos erradas".
O mais intrigante é que os agentes ainda não encontraram nenhum registro existente sobre qualquer Andrew Carlssin antes de dezembro de 2002.

sábado, abril 26, 2003

Olá!
O sistema de comentários do "Falou e Disse" tá fora do ar há alguns dias, no blog tá constando que voltava logo, mas não sei quando :/
Entoncis, quem quiser falar qualquer coisa, me manda um email. Ficarei muito feliz em saber que sou querida.

Ah, manda pro hotmail, porque o bol é uma bolsta (trocadilho infame).


Tô cansada, tive insônia noite passada, tive que fazer trabalhos de Estética e de Marketing esses dias e só posso dormir como eu gosto no Domingo. E esse bando de feriados consecutivos tão me acostumando mal...

Fiz uma rádio na Usina do Som, ficou bem boa. Quem quiser conferir, o nome é indie e etc. Sei que não é nada criativo, mas eu tava sem saco de pensar... Tem muita coisa, ouçam antes de sacanear pelo título. O ruim é que o randon do Usina do Som repete paca's as bandas/artistas.

sexta-feira, abril 25, 2003

Tá no Globo de hoje e é muito engraçado.

http://www.virunduns.blogger.com.br/

domingo, abril 20, 2003

Almoço de Páscoa em restaurante a quilo. Mas uma maravilha! Cantina Paludo, no saco de São Francisco. Comi muito, e depois ainda rolou sorvete, a quilo também, numa daquelas sorveterias que não tem mais no Rio, com quinhentos sabores. Me esbaldei! Ah, e ganhei um ovo grandão Alpino. Eu queria o Sensação, mas esse é bão tb. Mamã me deu um Talento branco. Mas agora não guento mais nada....

sexta-feira, abril 18, 2003

Jornalistas tendenciosos, sensacionalistas, manipuladores. Jornalistas?
Márcia Goldsmith é o que há.
Pelo menos, garante boas risadas.
Curtir 5 minutos intensamente, mesmo sabendo que nunca mais voltarão, ou levar a vida de sempre, sem maiores emoções e decepções (corre-se o risco)?

quinta-feira, abril 17, 2003

A brisa do final da tarde é gostosa, mexe os cabelos com leveza, dá uma sensação de frescor deliciosa, que contrasta com o calor do resto do ano e mesmo com o sol quente desses dias de outono. Observo as pessoas a volta, sempre correndo, sempre com pressa, jogam a gente longe se nos distraímos. Nessa época do ano todos arrumam motivos para se esbarrarem, trocam cotoveladas numa disputa por caixas de bombons e ovos de chocolate. E depois, vão todos felizes para casa.
A barca balança mais que de costume e ainda falta um pouco para encher, apesar da multidão que se apressa em arrumar algum lugar para sentar. Pego um livro para ler, mas minha atenção se desvia para os rostos e corpos presentes. O que será que pensam e sentem? Pra quem será o chocolate da sacola, provavelmente conquistado numa disputa ferrenha?
Hoje as pessoas parecem mais delicadas, todas pedem desculpas, agradecem e são gentis, comentando as casualidades do dia-a-dia sorrindo. Sorrio de volta, reparando o rapaz com o pacote de fraldas debaixo do braço que é sutilmente convidado a se retirar, como se preto e pobre não tivesse as mesmas necessidades que outros tidos de sorte maior. E aquelas pessoas seguem em frente, como se nada tivesse acontecido. E eu sigo em frente, um tanto quanto incomodada, mas também não faço nada quanto a indiferença alheia. Termino igual a eles, indiferente, pelo menos aparentemente. Idiota.
Eu tenho mania de reparar nas pessoas, como agem, o que dizem... Prestar atenção e entender, "aprender" o que é de fato aquela - ou essa - criatura. E percebi que em certos casos, quando neguinho fala muito mal de uma coisa, pessoa, lugar ou atitude, muitas vezes é um desejo encubado, uma vontade louca de fazer parte daquilo, coisa não assumida sabe-Deus-lá-porque. Mil motivos, eu sei bem. Inveja, falta de coragem, vergonha, medo... Ao invés de falar mal e não assumir, deviam aprender a ficar calados e observar, tomar coragem e "sair do armário".

quarta-feira, abril 16, 2003

E todos os dias a gente conhece pessoas, ou aprende algo com a figurinhas antigas mesmo. Das novas, algumas poucas ficam, a maioria se vai, mas deixa algo, alguma lição, algum ensinamento. E aí a gente descobre que não existem regras na forma de agir, e que existem criaturas tão distintas que sequer podemos imaginar. Isso pode se tornar umador de cabeça ou uma puta alegria, uma esperança até. Pena que não depende só de nós.

terça-feira, abril 15, 2003

Não sei se é certo ou justo comigo mesma viver sonhando, esperando algo perfeito, que eu só vejo vez ou outra por aí, esbarrando em certos casos, nas entrelinhas de algumas declarações ou suspiros alheios. Ok, nada é perfeito. Mas o que para outros é um caso com falhas e problemas da vida real, pra mim é ideal, a pintura perfeita, sem necessidade de retoques. Talvez só alguns poucos felizardos mereçam essa alegria perene.
Não sei se devo querer mais, sempre mais, ao invés de simplesmente sorrir e agradecer pelo que tenho. Tenho sorte até demais, e a ânsia e o eterno desejo ao mesmo tempo que dão força, certa hora cansam. Por outro lado, existe o tédio de quando alcançamos o que mais desejamos, aquilo sentido e pedido do fundo da alma. Tô confusa. Não por não saber o que quero, mas por não saber o que devo querer realmente. Devo me agarrar as raspas e restos que tenho? Devo buscar sempre mais e descartar o que não é o ideal, ou me contento com o "suficiente"? E se eu simplesmente ficar entediada quando o ideal chegar (se é que ele existe para mim)? Criar "ideais" é a maior besteira do mundo, porque as coisas não são decididas única e exclusivamente por nós. E esse lance de esperar ansiosamente pela festa e ficar desanimado quando ela chega é burrice e vai contra as minhas crenças, mas sentimentos são mais fortes que crenças. Se é pra nadar, nadar e morrer na praia, melhor então ter a certeza da utopia (contradição).
Frio, sono.
E o baticum voltou.
Pelo menos não está chovendo.
(Sim, há goteiras também.)
De uns meses pra cá tenho tido sonhos, e me lembro deles. Isso por si só já é uma grande coisa, pois eu nunca me lembro de sonhos. O engraçado é que tenho sonhado com pessoas que realmente passaram pela minha vida, e os sonhos parecem bem reais. É que nas raras vezes que lembro de algum sonho, as personagens são sempre desconhecidas. O que que isso quer dizer? Talvez nada, mas é que sonho quase sempre é legal, contei só por contar.

(ouvindo Manic Street Preachers - Ocean Spray)

domingo, abril 13, 2003

Ontem fui pra Pendotiba, churrasco na casa da prima mais legal do Leandro. Cheguei, bebi umas vódegas com suquinho Del Valle de pêssego, manga e um suco safado lá de laranja, com direito a mosca e tudo. Quando tava quase ficando legal, o sono bateu. Deram as doze badaladas e fui tirar um ronco na rede. Dormi pacas! Imagina se eu aguento uma noite de balada na Loud! ou na Matriz? Foi-se o tempo... Tava mó frio lá, delícia, alguém fez a bondade de me cobrir com um cobertor e dali só levantei pra fazer xixi e ir embora. E é isso. Agora levo uma vida terceira idade, mas não faço questão de muito mais que isso. Não tenho mais pique... Nem reais. Esse mês tô só com a conta pra ir pra faculdade. Quase mendiga mesmo. E preciso arrumar uns dinheiros pra ir no meeting do Gilson Martins. Não posso perder bolsas legais quase com precinho de camelô.
Uia!
Recebi hoje por mail, matéria antiga do Dapieve:

"Caso interessante

Um dos programas mais instrutivos exibidos no Brasil é o “Sala de emergência”, sextas-feiras, 22h, no canal por assinatura Discovery. Embora o nome seja uma tradução do emergency room que, abreviado, deu no “E.R.”, ou “Plantão médico”, a série não tem nada de edulcorada, nada de romântica, nenhum George Clooney, nenhuma criancinha mimosa presa na caminha. É gente de carne, osso e vísceras, muitas vísceras, flagrada em estilo telejornalístico, medicando e sendo medicada no setor de emergência de grandes hospitais públicos americanos, muitos deles ligados a universidades.

“Sala de emergência” ensina um bocado de coisas sobre o duro exercício da medicina de trauma, sobre a frágil anatomia humana, sobre a onipresente fatalidade, sobre essa existência miserável, enfim, sobre nós, caniços pensantes a quem basta uma gota de água para matar (obrigado, Pascal). Dia e horário, aliás, parecem-me mais-que-adequados para a sua exibição: se o cidadão não tem nada melhor para fazer e está em casa assistindo à televisão numa sexta-feira à noite, precisa mesmo ver algum drama humano que lhe assegure estar numa boa, com tanta gente sofrendo de verdade lá por cima.

Lembra do garoto do filme sueco “Minha vida de cachorro”? Ele botava suas pequenas desgraças cotidianas em perspectiva, ao pensar, por exemplo, na cadela Laika vagando pelo espaço até a morte, encapsulada por cientistas soviéticos em benefício da ciência. O programa do Discovery cumpre papel similar. Naturalmente, para boa parte da população brasileira, dependente (sic) do SUS, “Sala de emergência” é um seriado de ficção científica. Nele nunca faltam leitos, remédios, centros cirúrgicos, médicos, enfermeiros. Também nunca falta esperança: a edição descarta os casos em que, a despeito de todos os recursos alistados na frase anterior, o paciente morre. Melhor assim.

Bom, sou espectador de “Sala de emergência” há um bom tempo. Ver alguém com o olho pendurado para fora de órbita em conseqüência da violência de um choque no trânsito torna fútil qualquer problema do decorrer da semana, a menos, claro, que você tenha ficado com o olho pendurado para fora da órbita em conseqüência da violência de um choque no trânsito. Nunca foi o meu caso, graças a Deus ou coisa parecida. Não me peça, porém, para assistir a nada parecido com um “Plantão veterinário”. Bicho sofrendo está além do meu limite emocional. Óbvio que, para não ser contraditório, eu deveria ser vegetariano. Juro que às vezes penso nisso, entre o Bob’s e a Porcão.

Digressiono, digressiono.

Bem, enrolei, enrolei — com medo de que os leitores fugissem se eu entrasse de cara no assunto específico que me fez escrever sobre “Sala de emergência”. Bem, sexta-feira passada assisti ao caso mais bizarro de todo o meu tempo de assistência, caso que por coincidência envolvia um brasileiro, de sobrenome Domingues. Ou muito me engano ou o episódio chamava-se “Miraculoso”. Caso estejas a tomar o café, vai por mim, lê a coluna mais tarde, troca para tema mais ameno, Botafogo, Iraque, Coréia do Norte.

Domingues deu entrada num hospital de Orlando, Flórida, com dores lancinantes, depois de ter despencado de uma escada sobre uma árvore. Um dos galhos entrou direto pelo seu ânus, empalando-o. O galho ainda estava lá. Os médicos faziam fila para testemunhar aquilo que um deles chamou de “caso interessante”. Na mesa de operações, primeiro foi necessário serrar a parte da madeira que estava para fora, com algumas folhas e tudo, para que o paciente pudesse ser deitado de costas, de modo a que se fizesse uma incisão em seu abdômen. Os cirurgiões não sabiam até onde tinha chegado o galho e que estragos ele tinha feito nos órgãos internos pelo caminho. Mexi-me no sofá.

Aberto sob os holofotes, Domingues revelou-se, veja só, um homem de sorte. A ponta havia parado a apenas três centímetros de seu coração — e não maltratara muito intestino e bexiga na passagem. Grande demais para ser retirado por inteiro (1,20 metro de comprimento total, com seis centímetros de diâmetro), o galho teve de ser serrado em pedaços. No processo, o paciente ficou cheio de farpas e de serragem por dentro. Apesar de a equipe médica ter lavado suas tripas como se estivesse preparando dobradinha à moda, uma infecção parecia iminente. Costurou-se o homem à espera dela. Remexi-me no sofá.

No entanto, veja só, a infecção não veio, ufa. Pai de duas menininhas gêmeas deixadas no Brasil, Domingues recuperou-se muitíssimo bem. Ao fim do programa, gravado três meses depois, ele apareceu dirigindo até o local do acidente, uma mansão onde trabalhava. Sua expressão de alívio era impressionante. Fossem outros os tempos e as circunstâncias, poder-se-ia dizer que esse brasileiro nasceu com a bunda virada para a Lua."

quinta-feira, abril 10, 2003

Consumo: a infelicidade ao alcance de todos

A maior parte das crianças da Febem roubou a primeira vez para consumir, instigada pela propaganda maciça que tem a petulância e a insensatez de ditar o que somos, de onde viemos e para onde vamos. Os desejos destes meninos e meninas podem ser um tênis igual ao do ídolo rap, a bolsinha da Xuxa, a sainha da Carla Perez ou a droga que irá abrir o portal do poder. Eles pensam assim: — Besta é tu que perde tempo e saúde trabalhando — mesmo que estejam naquela situação degradante de internos da Febem.”

A declaração é da psicóloga Henriette Tognetti Penha Morato, da USP, e quem me chamou a atenção para ela foi o educador Cláudio Rúbio, o Claudinho — que, como tantos outros bons amigos de internet, nunca encontrei na “vida real”. Sempre preocupado com crianças, sobretudo com aquelas que vivem e morrem às margens do “sistema”, Claudinho é mestre em encontrar coisas assim, que dão o que pensar. Essas palavras estavam, paradoxalmente, numa reportagem sobre os riscos que correm as crianças superprotegidas, escrita por Lilian Primi e publicada pelo “Estadão”.

O nível de infelicidade gerado pela sociedade de consumo nunca deixa de me assustar. Houve um tempo em que as crianças usavam sapatos — melhores ou piores, conforme a sua situação social, mas essencialmente iguais: eram apenas calçados. Hoje são Nikes, Adidas e Reeboks, e um menino mata outro menino por um par de tênis. Não porque não tenha o que calçar, mas porque não tem o tênis que a publicidade diz que é bacana, o tênis que é fundamental para que seja reconhecido pelo seu círculo social.

O pior é que, em seus sonhos malogrados de consumo, as crianças da Febem não são a exceção, mas a regra: o que as separa das crianças da classe média é que não têm a quem infernizar em casa, pedindo mais um boné, mais uma Barbie, mais uma camiseta. Mesmo os adultos mais atentos e mais críticos, que reagem contra o consumo óbvio das etiquetas do lado de fora, acabam, por exemplo, bebendo uma vodka em vez da outra, só porque a imagem que uma conseguiu criar combina melhor com o seu jeito de ser, ou com o que gostariam que fosse o seu jeito de ser — e essa “mensagem” está lá, no fundo da cabeça, na hora de comprar. Não importa que não se consiga diferenciar uma da outra sem os rótulos, ou mesmo que nem se beba; uma é cool , a outra não é. A partir daí, vamos inventar mil razões para justificar a escolha que não fizemos.

Perversamente, as imagens do consumo nunca funcionam no positivo, isto é, quem bebe a vodka (ou usa o tênis, ou fuma o cigarro) não se sente particularmente feliz por causa disso; mas quem vai ao shopping e não pode levar o que é cool sente-se inferior ou, no mínimo, inadequado — e volta para casa com uma frustração pré-fabricada, uma sensação ruim que a cada dia faz mais e mais vítimas. Até porque não há limites para essa infelicidade. Há sempre um novo objeto a ser cobiçado, um novo patamar de desperdício a alcançar, até se chegar aos 3.500 pares de sapatos da Imelda Marcos ou às torneiras de ouro de Saddam Hussein, à sua maneira crianças da Febem, desmascaradas pelas crianças da classe média lá de cima, que tudo podem.

***

As blusas da foto (GAP), são genuínas falsificações chinesas, vendidas em Xangai a US$ 4 cada. Com direito a etiqueta de US$ 188.

domingo, abril 06, 2003



take the emo quiz
.created by jessi
Em Icaraí tem uma padaria que é a melhor coisa que eu já vi, dá banho até na minha favorita até então, aquela da Real Grandeza esquina com Voluntários, que a gente sempre ia depois da Matriz tomar o café da manhã. Lá (na de Botafogo) tem todos os tipos de pães e frios pra se montar sanduíche, uma diliça. Mas na de Niterói tem pizza montada na hora, sanduíches, sorvete, salgadinhos e docinhos que a gente come com os olhos, porque além de gostosos são bonitos a beça. E hoje eu descobri que tem também comida a kilo, e o chá da tarde. Me esbaldei, comi sanduichinhos, salgadinhos, pizza, pão de queijo, docinhos, torta de maçã, hummm... o que é aquela torta de maçã enfeitada que nem as de desenhos animados? Ainda compramos chá de frutas e flores pora fazer geladinho, que nem um que tomamos no Downtown. Muito bom mesmo. Acho que engordei uns 150 kg, comi tudo o que dispensei durante a semana. Mas como é bom comer!
Tédio (com um T bem grande pra vc)

sexta-feira, abril 04, 2003

*SENSACIONAL*


Há quanto tempo eu não fazia testes!
É idiota, mas é uma tentação...
Esses aqui eu peguei no blog dela.


Que parte do computador você é?




Que palavrão você é?

quarta-feira, abril 02, 2003

Trabalhando mais, responsabilidade maior, mas até que tô gostando... Meu "chefe" saiu e eu tô tendo muitas tarefas mais, excrusive dar aula pra as crianças da escola. É até legal, só tenho pavor quando vão mais que cinco, principalmente quando são todos meninos ainda de fraldas fazendo piadinha com tudo e todos. Ahh, pânica! Quanto menos gente, mais tranquilo, e devia ser o contrário, porque daí tenho que ser menos genérica e mais específica, e rolam trocentas perguntas, mas mesmo assim é legal. Fotografia é foda, é paixão mesmo, e poder ensinar isso é muito gratificante. Tanto a parte técnica e o bêabá de fotometragem até chegar ao laboratório p&b, tô curtindo tudinho. Sempre quis alguém interessado que viesse doido pra aprender. E agora, mesmo com esse povinho sendo obrigado a aprender, rolam bons momentos.

sexta-feira, março 28, 2003

"My love, there's only you in my life
The only thing that's right
My first love, you're every breath that I take
You're every step I make
And I, I want to share all my love with you
No one else will do
And your eyes they tell me how much you care
Oh, yes you will always be my endless love
Two hearts, two hearts that beat as one
Our lives have just begun
Forever I'll hold you close in my arms
I can't resist your charms

And love I'll be a fool for you I'm sure
You know I don't mind
'Cause you, you mean the world to me
Oh, I know I found in you my endless love
Oh,-
And love
I'll be that fool for you
I'm sure you know I don't mind
And yes, you'll be the only one
'Cause no one can deny
This love I have inside
And I'll give it all to you.
My love
My endless love
My love, there's only you in my life
The only thing that's right
My First Love, you're every breath I take
You're every step I make
And I, I want to share
All my love with you
No one else will do
And your eyes
Your eyes, your eyes
They tell me how much you care
Oh yes you will always be my endless love
[musical break-4 measures]
Two Hearts, two hearts that beat as one
Our lives have just begun
Forever
Oooh Oooh
I'll hold you close in my arms
and love
Oooh love
I'll be a fool for you I'm sure
You kow I don't mind
Oh you know I don't mind
Cause you, you mean the world to me
Oh I know [I know]
I've found [found]
In you, my endless love
[musical break-3 measures]
Oooh, oooh
Bum Bum, Bum Bum Bum Bum, Da Bum Bum Bum
Bum Bum, Da Bum Bum Ooh and Love
Oh love
I'll be that fool for you, I'm sure
You will know I don't mind
Oh you know I don't mind [honey I don't mind]
and yes, you'll be the only one
'cause no one can deny this love I have inside
and I'll give it all to you
My love
My love, my love
My endless love"


Eu sempre choro com essa música, é linda, linda de morrer, traz tantas lembranças ouvir esse dueto do Lionel Ritchie com a Diana Ross...
Me lembra meu pai.
Fim de mês mas guardei meus últimos dinheiros pra isso, e fui lá pá pum, peguei e paguei, caro mesmo. Concordo em termos com o carinha do jornal, caça níquel, quer dizer, 4 inéditas fodas, musiquinhas que eu tinha nas minhas fitinhas de péssima qualidade, mas que ouvi até saber de trás pra frente e frente pra trás. Mas tem coisas desnecessárias ali, a Zélia "du cão", por ex, naquela mixagem horrenda. As outras, coisas ao vivo, participações em trabalhos de outros, etc, são legais, e tals, mas sei lá... Talvez encheção de liguiça, coisas que caiam bem numa coletânea, mas então tá carinho demais pra isso. Talvez devessem aguardar mais material para um lançamento todo inédito... De qualquer forma, sempre me emociona. E a tal caixinha oferecida a imprensa é foda, foda mesmo. Mal sabe o Fred que eu quase chorei só de ver...
:~~~

Ah, hoje fiquei feliz, fui conhecer a casa nova de uma grande amiga, velha amiga. Muito papo, cachorro-quente, risadas.

quarta-feira, março 26, 2003

A Fluminense pode ser quase a mesma merda que a outra "rádio rock", mas as vezes ela bem que se empenha - e surpreende. Ontem ela mandou The drugs don't work (música que me faz chorar sei lá pq) e em seguida uma ensolarada (???) do Mercury Rev. Muito bão. Eu preciso dessa rádio, pq por motivos econômicos e de espaço, só carrego na bolsa um walkman AM/FM...


Ontem foi o lançamento do Presente do Renato Russo. Meu amigo Fred foi, exibiu sua caixinha promo linda e nem quis me dar. E eu tb não consegui roubar.
Essa foto é da época da melhor entrevista do RR, no primeiro International Magazine.
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Aqui tem uma matéria sobre o lançamento ontem na EMI. Eu bem queria ter ido...
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Isso pq eu não sou indie. Só loser.

segunda-feira, março 24, 2003

Ter ocupações é infinitamente melhor que o ócio, sem dúvida,até porque eu aprendo, ganho alguns reais e vejo pessoas. Mas essa vida de ir pra faculdade de manhã - pro estágio - e a noite, para as aulas, me cansa demais. Acho que só pelo fato de ter que acordar de madrugada, o que pra mim é uma tortura. eu não me incomodaria de ficar lá direto, se pudesse chegar mais tarde e dormir mais. Porque o meu tempo livre tem sido única e exclusivamente para isso, dormir. Não ligo mais pra ninguém, ninguém mesmo, não ouço meus cds, não leio as notícias nem fuço bandas na internet. Nem no icq tenho entrado... Sair, faz tempo que não encaro balada, nem tenho pique, não me imagino pulando nem nas minhas músicas favoritas. Pensando bem, virei uma velha caquética e demodé, até pq as tiazinhas de hoje em dia são bem mais agitadas que eu. Mas ando sentindo falta dos meus amigos, porque só tenho visto os que estudam na Facha. Saudades da Kamille, saudades de tanta gente... Preciso vencer o sono e ver as pessoas que eu amo...
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sábado, março 22, 2003

Engraçado como parece que eu tenho mais assunto no ócio das férias do que em tempo de aulas e estágio... Bem, sem idéias, só dá pra ficar no "querido diário" mesmo... Ontem fui a aula, mesmo debaixo de uma chuva torrencial, aluna aplicada que sou. Eu adoro tempo "feio", não aguento o calorão que tava, detesto sol, detesto ficar suada, dá preguiça, cansa, enfim... Devia ficar sempre nublado, no máximo caindo uma garoa, esse temporal também não dá...
Passei a tarde de hoje procurando o e-mail de jornalistas legais (leia "os que eu gosto"), pra uma matéria de 4 laudas que eu preciso fazer pra faculdade. Preciso que alguém tenha a boa vontade de me contar "qual a sua matéria inesquecível", anexando a dita cuja. Se alguém puder me ajudar, mandando os mails da Ana Maria Bahiana, Marcelo Fróes, Silvio Essinger, Jamari França, Pedro Só e do Lariú (que eu perdi), agradeço imensamente.

UPDATE
Bem, a Kamille me deu os do Lariú e do Jamari, agora falta o resto...

sexta-feira, março 21, 2003

Hilário, bizarro, surreal. Tudo ao mesmo tempo agora.
Não costumo ver tv, mas tava cortando/pintando as unhas e liguei a dita cuja. Como era de se esperar, nada de bom na tv aberta à tarde. Pra ver qualquer coisa, prefiro então ver alguma pérola trash. E a melhor da tarde é a Márcia Goldsmith (acho que é isso). Cada dia aquele programa traz alguma história mais engraçada. Os redatores são bons, muito criativos. E hoje um rapaz mandou chamar a mãe e a irmã para dizer que além de gay (isso elas já sabiam), ele quer se assumir mulher. E as duas, evangélicas, claro que não queriam aceitar a nova moça da família, alegando que a criatura foi casada(o) e tem um filho de 13 anos. A drag disse que foi obrigada a casar e que a esposa não era sapatã e acreditava que mudaria aquela criatura. Não mudou, e no final, os namorados dele transavam com ela. Loucura.
Ah, tal rapaz foi ao programa com um suntuoso vestido rosa shock de paetês, e chegou a dançar como a Gretchen, sua ídola.

***

No intervalo, flashes da guerra foram mostrados. Volta o programa e a apresentadora comenta que cada um tem a sua guerra, existe a guerra lá, e as nossas guerras pessoais aqui. Entra uma muié falando de "unha de gato" (???), remédio milagroso para sabe-Deus-lá-o-quê.

terça-feira, março 18, 2003

Frio. Sono.
Lugar comum.
Sem novidades.

segunda-feira, março 17, 2003

Fim de semana tranquilo, como tem que ser, agora com a volta às aulas e ao estágio. Acordei cedo pra aula de Leitura de Jornal, que é legal, mas o cara enrola pacas. Léleo me buscou e fomos ao Rio Sul. Almoçamos por lá, mas não achamos a tv que ele queria, então fomos ao Barrashopping. Adoro passear no shopping, mas não cansada e com salto dragqueenesco, que parece mais alto quando se está exausta. Achamos tv, dvd, tudo, e eu ainda pechinchei e consegui um bom desconto. Lanche no The Bakers (hummm, que sanduíche! e o suco de tangerina...) e fomos pra Nikity. Blockbuster, claro, pra estrear o equipamento novo. De noite os primos do Leandro foram pra lá e teve um puta rodízio de pizza. Depois ele descobriu ter um farto bar em casa e fomos inventar drinks, mas foi uma lástima, horror. Só salvou a vódega com suco de pêssego no fim da noite. Mas daí eu já tava mortinha de cansaço, e fui dormir no chão da sala, como uma pinguça, mas tava totalmente sóbria.
Ontem foi dia de filmes, muitos filmes. A maioria ruim, diga-se de passagem. Não sou nerd o suficiente pra assistir ao Senhor dos Anéis, argh. Mas enfim, bom entreterimento pro dia mais chato da semana. Nada melhor que preguicinha na cama, filmes, guloseimas e namorado.

domingo, março 16, 2003

Aula de marketing. O professor fala de propagandas escrotas por terem conotação sexual ou qualquer outra merda. Ele pergunta o nome do catamarã que vai pra Niterói. Ingenuamente, eu respondo. Pronto, me dei mal. Burra.

sexta-feira, março 14, 2003



A LOUD VOLTOU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mamã voltou e trouxe comidinhas que eu pedi. Me empanturrei, antes de dormir, de acarajés e abarás, com direito a cocadinha de sobremesa. Pra quem tem comido pouco (poupando tempo livre pro descanso), o que eu fiz foi um abuso...

quarta-feira, março 12, 2003

Ah, como eu queria...

http://208.242.114.231/coachella/
Sono, muito sono.
E sem saber o que fazer, aqui, sozinha. Medo de todos que estão lá fora, por isso me tranco aqui.
Vontade de fugir, desistir. Mas eu não posso....
Será que eu sou capaz, será que eu consigo?
E se eu for burra demais, se esquecer tudo, se fizer merda?
Argh.
Preciso ir pra casa dormir.
Agora que eu já consigo andar sem gemer como uma velha caquética, eu só quero a minha cama.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz..........

domingo, março 09, 2003

Oh céus, oh vida, oh Lipe...

Tô com um furúnculo no joelho, que cresce - e dói - mais a cada dia.

Chuif.