quinta-feira, fevereiro 08, 2007

"O pensamento nos remete a tristeza, que nos faz pensar... pessoas felizes não pensam..."


Dostoiéwski.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

estranho. esse eu só fico assim por carência, talvez, mas nem queria, de novo. acho que já sei, lá dentro, o que é e o que não é, o que não quero. a luz apagou, de certa forma, focou pra outro canto. e nem foi nada, mas foi legal assim, monty phyton, um exagero mentido no "sentir enjôo" só pra continuar assim, bonitinho e só. é, acho que sou a primeira (ou segunda, deve ser o nome) que não quer nada além de.
cafuné, adoro. gosto disso de ficar de carinho e ponto.
ponto.

(...)

e daí surtei e liguei lá. e foi fooofo. de novo. e o coração não bate forte. não mais. mas ainda é bom. será que é só ego? será?

meu ego não infla, só fica contente quando é afagado. normal, né? e daí quero, e cedo, só pra continuar recebendo pequenas massagens nele. pra que, me diz? sou auto suficiente, sou, tenho que ser. não preciso de nada além do que tenho certeza. e eu sei que não é, sabe?

será que eu não amo ninguém? será?
eu não amo ninguém.

é tipo isso.

Eu ontem fui dormir todo encolhido
Agarrando uns quatro travesseiros
Chorando bem baixinho, bem baixinho, baby
Pra nem eu nem Deus ouvir
Fazendo festinha em mim mesmo
Como um neném, até dormir
Sonhei que eu caía do vigésimo andar
E não morria
Ganhava três milhões e meio de dollars
Na loteria
E você me dizia com a voz terna, cheia de malícia
Que me queria pra toda vida
Mal acordei, já dei de cara
Com a tua cara no porta-retrato
Não sei por que que de manhã
Toda manhã parece um parto
Quem sabe, depois de um tapa
Eu hoje vou matar essa charada
Se todo alguém que ama
Ama pra ser correspondido
Se todo alguém que eu amo
É como amar a lua inacessível
É que eu não amo ninguém
Não amo ninguém
Eu não amo ninguém, parece incrível
Não amo ninguém
E é só amor que eu respiro




passei por todas as fases, e essa representa um bom começo. era tudo o que eu queria, começar do zero. e com afago no ego ou não, preciso dar um basta em tudo, zerar o zero que já existe, pra só então poder começar. e algo me diz que será em breve.

eu gosto de mim, e há quem goste tb ;)

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

How to fight loneliness
Smile all the time
Shine you teeth til meaningless
Sharpen them with lies

And whatevers going down
Will follow you around
Thats how you fight loneliness
You laugh at every joke
Drag your blanket blindly
Fill your heart with smoke
And the first thing that you want
Will be the last thing you ever need
Thats how you fight it

Just smile all the time
Just smile all the time
Just smile all the time
Just smile all the time
12 anos. passa rápido, né?
há 12 anos eu tinha acabado de fazer 17. guardei as velas, ele pediu.
liguei pra ela, disse 'sabe que dia é hoje?'
'sei, sei'.
'eu te amo, viu?!'.

eu lembro bem daqueles dias. lembro da tremedeira, lembro do que me foi dito, lembro do que fiz, pra onde fui, quem estava presente, lembro de tudo. lembro até mais do que queria e deveria.

tantos problemas, e mais esse dia. tudo passa, sei que já já as coisas se acertam, mas hoje, só por hoje, tá doendo... e só espero que passe, e que eu possa sorrir com o coração.

nem falo com ninguém, prefido dar colo e ouvidos, sempre, até porque me faz bem, me sinto útil. mas hj eu preciso, saca? preciso de cafuné, preciso de um ombro pra chorar sem ter que falar coisas com nexo. preciso de um toque e de um beijo sem ter que pensar e nem ouvir. só preciso.

deus, faz tudo passar logo? me faz sorrir lá do fundo? faz?
eu tenho isso: http://pt.wikipedia.org/wiki/Doença_do_sono

ou narcolepsia.
(S. f. Med. Desejo incontrolável de dormir, ou acessos repentinos de sono que aparecem a intervalos).

oh céus.
pelo menos, sou boa de cama.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Y: Você é estranha.. hahahaahha...

sou?
ontem falamos disso. aquele chato lá disse que esquisito em espanhol é gostoso. só que é mais, é algo positivo, nada pejorativo como em português. o esquisito é bom, atraente, "delicioso, elegante", pra mim sempre foi, pras pessoas na mesa do bar também. esquisito, elogio, eu gosto.
“una comida exquisita” (um jantar delicioso); “una acogida exquisita” (um acolhimento esmerado).

"r... gostou de vc". r é interessante, divertido, mostrei a música brega engraçada (autêntica, brega sincero, ele disse, de raiz, eu defino) e ele gostou de mim. 'espontânea, autêntica'. adoro conhecer pessoas... fato.
e o brega? discutimos se é, o que é, ele lá vai aparecer no talk e me dizer a definição do dicionário de música.

boas conversas de mesa de bar, caipirinha ruim, história do bairro. adoro histórias. adoro fotos antigas. a placa original, "aluguei o espaço e vou clarear a vista na praia. clarear - ela não entendeu". entendi sim, acho feliz, setenta e tantos anos, e tarde da noite empilhando cadeiras, barriga de fora, sotaque portugês depois de cinquenta anos. "moro do outro lado da rua, vou ser fiscal da natureza". josé francisco das flores, "mas já fui zé do bar, zé da sapataria".
preciso ir pegar o carnê de iptu, trocar presentes (tive idéias...).
preciso pintar o cabelo, cortar (mais), dormir, dormir, dormir, ir ao saara, quero ver nando reis, preciso de dinheiro e companhia.
preciso ir as exposições que adio faz tempo, ir ao cinema, locadora, preciso ir na casa da amiga tomar banho de piscina, quero ir ao mistureba.

preciso de dias de 30hs (que nem o unibanco), mais dinheiro e menos sono.

preciso de tatuagens e piercings novos, preciso de amor, de doritos (e tatuagens toscas de papel) com fanta laranja, halls de melancia e ir na farmácia comprar pomada de cabelo e sabonetes. preciso de bandaids e da cura da psoríase.

preciso de abraço, de cheiro, de cafuné.
.eu preciso de paixão, de tesão, de encantamento, amor louco, luz, raio, estrela e luar.
assim. como poucas vezes na vida, estou vivendo coisas, pessoas, cheiro, toque, gozo, gosto, sem isso tudo, e é bom, é maduro, é controlado. me sinto estável, sem medo, sem (muita) neura, segura.
emails, telefonemas, e ele não mais me abala, não desestrutura. não choro, o coração não dispara. a amiga falou noutro dia, sobre a maravilhosa sensação da leve insegurança de esperar pelo toque do telefone, e de ser ele, ele no msn, no talk, no email, do outro lado da rua, olhando, sorrindo. sem utopias, finalmente, algo correspondido, simplesmente um encaixe. quero isso, sinto falta, me dei conta hoje, ao mesmo tempo que me sinto aliviada por ter o coração quieto, tranquilo, sem grandes batuques. mas eu quero amor, eu quero arrepio, tesão louco, quero amor, amor, ansiedade pra ver, pra sentir. eu quero e preciso, é vida pra mim.
você vê, um na real e mais três em estudos, além dele lá. é muita coisa pra administrar, mas nem me deixa tensa, talvez porque eu saiba que nada se passa aqui dentro, como uma praga, um karma, sei lá. voltei a fase adolescente, quando não gostava de ninguém. claro que o platonismo de várias paixonites não me apetece (e nem nunca apeteceu), mas o 'não sentir' também é estranho.
acabou? nem surgiu? medo.
talvez agora eu esteja de fato pronta pra algo arrebatedor.
uh.

(socorro, alguma rua que me dê sentido
já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada
socorro, alguém me dê um coração
que esse já não bate, nem apanha
por favor, uma emoção pequena
qualquer coisa
qualquer coisa que se sinta
tem tantos sentimentos
deve ter algum que sirva)

aí ele cita a música, e diz: 'sucinta e clara, creio que isso seja prejudicial para meninos frágeis como eu.. paixão? rsss.'

hummm. o mais. será? tenho medo. tomara, tomara.
mas quando? não sei.
e ainda penso... mas não sei.
(só sei que nada sei)



... e o meu scrapbook anda querido, feliz, florido. o dia do aniversário foi o mais feliz, inesperadamente, mas esperado. feliz, feliz, feliz, e ninguém me tira isso.

quarta-feira, janeiro 31, 2007

Meu Aniversário
Nando Reis

Eu não posso entender
Essa vida tão injusta
Não vou fingir que já parou de doer
Mas um dia isso vai acabar

Eu não consigo me convencer
Que essa vida não foi injusta
Tanta falta me faz você
Queria ver você em casa

Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Como é meu
O meu aniversário
Mãe
O amor que eu tenho por você é seu
Mãe
O amor que eu tenho por você é seu


Aniversário
17 de agosto de 1935 (17 de junho de 1979)
12 de janeiro de 1963 (17 de outubro de 1982)
19 de junho de 1989 (18 de janeiro de 1943)
(13 de maio de 1957)
(31 de janeiro de 1978)
Agora eu tenho 29




.tudo que não tive de inferno astral começou hoje. vai passar, já passa,sempre passa. mas na hora... dói.
amanhã é niver, amanhã acaba, há de ser. será.
[e agora eu tenho 29].

segunda-feira, janeiro 29, 2007

aquarianos são do contra, mudernosos, mas são padrão. ok, sou uma aquariana há quase 29 anos, mas observo bastante suas atitudes, pq sempre fui fascinada por pessoas do signo (espécie de narcisismo sim, mas é que as características são sensacionais, e não deixa de ser uma espécie de auto-conhecimento). daí que penso em escrever um livro sobre, tamanha tem sido a assessoria sobre o tema que tenho oferecido à amigos, e tb pela observação dos aquarianos da minha vida.
Há um antigo ditado japonês: "Se houver relacionamento, faço; se não houver relacionamento, saio". Um Mestre Zen, no final do século passado, fez a seguinte alteração:"Havendo relacionamento, faço; não havendo, crio relacionamento".
Criar um relacionamento não significa, necessariamente, obter resultados imediatos, embora muitas vezes estes ocorram. Novos relacionamentos em padrões antigos perdem seu significado. Precisamos criar relacionamentos a partir de novas maneiras de nos relacionar, de ver o mundo, de ser, de inter ser. Essa nova maneira pode, inclusive, recarregar de energia positiva antigos relacionamentos. Para descobrirmos novas maneiras precisamos, primeiramente desenvolver a capacidade de perceber como estão nossos relacionamentos atuais. Observe e considere meticulosamente a si mesmo. Perceba como está se relacionando em casa, na rua, no trabalho, no lazer. Perceba como respira, como anda, como toca nos objetos, como usa sua voz, como são seus gestos e como são seus pensamentos e os não pensamentos. Esse observar não deve ser limitante, constrangedor, confinador. Apenas observe. Será que é capaz de ver, ouvir, sentir e perceber a rede de inter relacionamentos de que é feita a vida? Será que estamos conscientemente vivendo nossas vidas e direcionando nossos pensamentos, ações e palavras para o sentido de mudança que queremos e sonhamos?Mahatma Gandhi disse: "Temos de ser a transformação que queremos no mundo".
Geralmente pensamos no mundo como alguma coisa distante e separada de n�s, mas n�s somos a vida do universo em constante movimento. Nossa vida forma o mundo, é o mundo, não apenas está no mundo. De momento a momento tudo está mudando, nós fazemos parte dessa mudança e podemos escolher, discernir qual o caminho que queremos dar a esse constante transformar. É por isso que digo que a transformação comdça em nós. Na verdade vai além de apenas começar. Nossa capacidade humana de inteligência e compreenssão nos permite fazer escolhas. E o que estamos escolhendo? Mahatma Gandhi:"Quando uma pessoa dá um passo em direção à paz, toda a humanidade avança um passo em direção à Paz" A minha decisão, a sua decisão pode transformar ou influenciar a direção da mudança. Há um sutra budista que descreve o mundo como uma rede de inter relacionamentos. Como se fosse uma imensa teia de raios luminosos e em cada intersecção há uma jóia capaz de receber essa luz e emitir raios em todas as direções. Qualquer pequena mudança afeta o todo. Cada ser que se transforme em um ser de paz, de harmonia, de ternura, carinho e respeito pela vida em todas as suas formas estará sendo uma mudança viva e influenciando tudo e todos. Qual o primeiro passo? Conhecer a si mesmo. Conhecer nossos mecanismos. O que nos afeta, nos incomoda? O que nos alegra? O que nos irrita? Como transformar a raiva em compaixão? Como transformar o desafio em competição leal, justa, empreendedora, enriquecedora? Sem nos preocuparmos com os créditos, se formos capazes de fazer o bem, não fazer o mal, fazer o bem aos outros estaremos transformando nossos lares, nossas amizades, nosso ambiente de trabalho, nossas cidades, estados, países, e a nós mesmos... no florescimento da Cultura da Paz. "Estudar o Caminho de Buda é estudar a si mesmo. Estudar a si mesmo é esquecer-se de si mesmo. Esquecer-se de si mesmo é ser iluminado por tudo que existe. Transcender corpo e mente seu e dos outros." (Mestre Zen Eihei Dogen - 1200-1253) É importantíssimo que iniciemos este "estudar a si mesmo" já. Percebendo nossas diferenças, aceitando a diversidade da vida e juntando nossas capacidades tanto intelectuais como físicas na construção desse verdadeiro céu, paraíso, Terra Pura, Shambala de que falam as religiões, todas elas. Cabe a nós, a cada um de nós criar esse relacionamento de carinho com a vida, de ternura com todos os seres, de compreenssão, de sabedoria e compaixão para percebermos o Caminho Iluminado e o Nirvana permeando toda a existência.

Ai... "derrepente", "en fim" e tinha outra que vi ontem e esqueci... não dá, minha gente, não dá.

-x-

A primeira comemoração do meu niver foi feliz. Muitas pessoas queridas, bolo (elogiadíssimo e que acabou em 5 minutos!), drinks coloridos, verdes, azuis, pisões no pé, pouca música boa e pouca dança, muita andança, beijos, carinhos. O detalhe insano foi a garota desconhecida que resolveu brigar com o namorado, jogou o drink nele e caiu todo em cima de mim. Em seguida, tomei um soco dela na cara, também dirigido a ele. Fiquei perplexa, atordoada. O soco foi certeira, e não fosse o socorro e o gelo na hora, ficaria roxo. Isso não conseguiu estragar a noite, o menino a quem a agressão foi dirigida era amigo da minha amiga e nos levou em casa.

-x-

ontem foi dia de morgar, mas os sentimentos estão bem colocados aqui dentro. é preciso conquistar seu lugar com calma, dedicação, carinho e tranquilidade. ando tão na paz, fujo de brigas, tento boas conversas, entendimentos, senão simplesmente fico na minha. a idade me trouxe uma feliz maturidade, estou aprendendo a lidar com colegas, amigos, trabalho, relacionamentos sentimentais... e isso me deixa feliz. aprendi a ter mais paciência também.

e enfim... amanhã é dia de mais bolo, mais comemoração na quarta, na quinta... engraçado que nem me incomoda, pela primeira vez, todas as pessoas criticarem, falarem da esquisitice. aliás, a esquisitice não me incomoda, e não é nem que eu não a veja, eu vejo. e não ponho defeitos, simplesmente aceito. porque isso tudo vai passar, a amizade vai ficar, e tô só aproveitando bem os momentos.

:)

quinta-feira, janeiro 25, 2007

preciso lembrar.
franz ferdinand na expedição, vontade de dançar. luz apagada, simulo a dança.

estava a pensar no metrô, preguiça de ouvir música, preguiça de ler. pego o schopenhauer, pessimismo, nietzsche, tragédias, mas ela fala, fala, fala atrás de mim. ela fala com força, com grosseria, mesmo conversando, mesmo sem brigas. ela fala em tom de briga. ela me irrita, me cansa, não consigo prestar atenção no livro, "não te falei", sussurrado no ouvido, em tom de ameaça. a mãe mal fala, concorda com o silêncio, ela continua, aquele tom de voz, aquela gravidade nas cordas vocais. ai, quero olhar pra cara dela, quero sair correndo daqui.

e eles não ligam, eles sentem, demonstram, se empolgam, e não se empolgam. se encantam e dizem e fazem, e somem para todo o sempre no dia seguinte, sem motivos ou maiores explicações.

problemas, problemas, as pessoas inventam eles aos montes, dificultam, auto sabotagem, auto indulgência. cansaço. as melhores pessoas com as mais confusas. todos somos confusos, "de perto ninguém é normal".

quero cachaça, quero cama, colo, cafuné, quero dormir sem ter que falar, sem precisar ouvir, sem cerimônias. quero só ser, sem ter que.

preciso trabalhar. não quero. preciso do novo, preciso de mais. eu quero. eu sonho, penso, penso, peço, espero.

cansaço.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Should I tell you why I feel so down,
when all I've carried for days is
the same old doubts?
Well I'd tell you if I'd had a plan,
only you're one of those with
your head in the sand.

While I don't feel so afraid,
maybe this is just some kind of phase,
but I don't care about the wind in my face.

'cos I'm not alone, these days.

Could I tell you how I hear those sounds?
Well I've been roaming the streets with
my head in the cloud,
and I won't need to show you my heart.
'Cos all I need in my hands is an Electric Guitar.

Well I thought that you understood,
that friends like these won't ever do me no good.
'cos I have never known the people I should,

but I'm not alone, these days.

Maybe I misunderstood.


essa música vicia. no repeat, desde sábado. suntuosa, magnífica, e tem que ouvir bem, bem alto. muito maldita, mas tocaria facilmente na paradiso. quero de presente de aniversário. engraçado que o alguém também viciou, e foi lá, que nem criança, e pegou o cdzin pra ouvir. haha, adoro.
e esse cd me lembra coisas boas, mesmo que na época nem tenha sido tanto assim. depois que passa, a gente vê que foi vida, aprendizado, e teve bons momentos. porque não se lembra dos detalhes, só de momentos.
bernard butler, ganho do fã de suede quando foi pra ny. que bonito. um mimo, fofo. e é o que fica.
ah, mandei um email. me sinto bem melhor, aliviada, tranquila, satisfeita. não fui eu, resolvi isso dentro de mim. sem culpas, depois de tanto tempo, finalmente. sem culpas. e quero ajudar. sempre.

:)
[pílulas - só futilidades...]

só as favoritas no player do celular, porque preciso de um cartão maior (mas pra que, me diz? preciso mesmo de um terceiro player? e a bateria nem dura nada...). mas enfim... é que no celular deixo pra sempre as canções préferidas, só pra emergência.

o quê? dandy warhols, wilco, a do bernard butler...
:)

ah, cortei o cabelo sozinha. só os pseudo mullets (ok, todo mundo diz que não eram mullets). ficou bom, gostei.

e tropecei num dos cabos que vivo trocando no pc (da câmera, do player, do cel...), e arrebentei as duas entradas usb da frente do cpu. parabéns, flipper.
como pode? sempre, sempre, desde sempre. um alguém que tem o poder de enfeitiçar a tudo e a todos, que rouba o chão, que confunde as pessoas. todas elas, sem exceção. e todo mundo, cedo ou tarde, percebe a verdade, mas sente dor, e se descontrola, ainda assim. ele mesmo não é mau e não consegue ver claramente seus próprios erros, mas os repete infinitamente. e eu preciso cortar, é o conselho do dia, e o conselho eterno de todos. já cortei. mas e aqui dentro, como cortar definitivamente? e a dor de barriga sempre volta, ainda. como pode?

e eles são beeem parecidos nisso, não no incômodo, mas nas atitudes, no sentimento volúvel, na entrega e no lance de desencanar em seguida. o outro ainda vira amigo, e o "um" (rs) só tenta manter um contato social, mas nem alimenta a amizade. é indiferente. ambos são um tanto quanto indiferentes. e do mesmo signo.

e fora a sintonia e o "amor eterno" com o primeiro, com o segundo o lance é ainda maior. não um amor, mas uma enorme afinidade com uma sintonia bizarra. iguais. pensamos e agimos igual. e falamos sem parar, com empolgação, desde o primeiro minuto. e todas as vezes. me sinto tranquila, parece que é, e não preciso ter medo. só não sei o que é, mas definitivamente não me parece algo volúvel no sentido amplo, nem tão passageiro, portanto.

coisas confusas. repetição de padrões, sempre. nunca acontece uma vez só na minha vida, sempre duas, ou mais. parece que por ainda estar entrelaçada a um lance, o outro vem pra me explicar de forma clara o que aconteceu e ainda acontece com o anterior. uma chance divina, será? pode ser. preciso conseguir enxergar e fazer as coisas certas... e quais seriam elas?

confusão.
'acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto'. e do que não quero. ou do que não quero querer. não posso, não devo. é, eu sei.

domingo, janeiro 21, 2007

Conselho da carta do dia: Melhor esperar do que escolher precipitadamente.

é impressionante.
(...)

sexta-feira, janeiro 19, 2007

.dor nas costas (porque o bicho é baixinho).

quinta-feira, janeiro 18, 2007

tem músicas que são diárias, por algum tempo. a atual é "is this love?", do clap your hands say yeah. vicia. hoje também tô numas de "rec & play", do i'm from barcelona.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Em O Globo de hoje, 11h04m

Professor se veste de palhaço em protesto contra banco em Botafogo

Rio - O professor universitário Sérgio Gramático está vestido de palhaço com uma placa de protesto contra o Unibanco. Ele está em frente a agência da Rua Voluntários da Pátria e se diz enganado pelo banco.

(em todo lugar tem alguém da FACHA mesmo! meu professor da eletiva "Organização de eventos", pagando mico. sensacional.)
meia grossa, sapato boneca, camisa de manga e blazer em janeiro. frio, nublado, chuvinha. adoro frio, e em janeiro, meu mês, é um presente. tudo de bom.

ando sonhando demais. sonhando literalmente. sono profundo, muitos pensamentos beirando as idéias enquanto durmo. me perturba um tanto.

minha assessora para jogos com machos me disse coisas, e eis que a carta do dia daquele site maneiro disse a mesma coisa. é, não deve ser a toa. "Lembre-se que sofremos mais ainda quando insistimos em histórias que não dão certo. A maior parte de nossos sofrimentos deriva de insistências tolas que fazemos, a despeito de todos os conselhos em contrário. Conselho: Só nos enganamos quando queremos. Acorde!"

e começo o dia bem, paquerinhas no metrô, haha. nem faço nada, mas sempre tem um bebê gatinho que fica de olho. eu tenho esse ar blasé, tenho vergonha de olhar, mas até que dou sorte, sempre bebês bonitinhos. ainda vou casar com um dez anos mais novo, sem traumas e muito fofo. já pensou? nascido nos anos 80, eu já ia no programa da xuxa e ele nascendo, ui.

enfim. vi as poças, muitas delas na rua. sábado também foi assim, e meu impulso de pular era grande. estava com ele, foi depois do nosso jantar e bebedeira no boteco, íamos para casa ver filme. e as poças. sempre adorei pular nas poças, como se não houvesse amanhã, com vontade. me lembrei do charlie brown, ah, onde estará ele, como estará? doce charlie, tantas saudades. seriam em vão suas palavras? duvido. porque sumiu então? eu sei, bem sei. e a espera é grande, a saudade. engraçado isso de sentir saudade. e as poças me lembram ele. a vontade de pular nelas também, por mais que ele às vezes se contenha, ele também pula em poças. o outro, a companhia real, queria e propôs, mas não pula de fato em poças. não, ele não pula.
bipolaridade.
medo.

torpedos, milhares. fofuras, inteligência. bebê, mas sagaz. adoro. instiga, sabe?
um completa o outro. o outro não responde, mas corresponde lá da forma dele. e eu simplesmente adoro o estar.
quero ambos. há.

amigo fofo, poucas palavras, coisa querida. feliz.

espansiva, demonstro. bronca, bronca, bronca. saco. e eu tava certa, mas sabe quando não dá o braço a torcer? a felicidade incomoda, a tristeza cansa - só a mim - ela gosta da calada-triste.
eu canso da tristeza, eu vôo alto, eu sou grande.
enorme.
grande demais.

ontem percebi isso, fabinha no telefone, lá longe, e longe da atual casa dela. e eu aqui, ainda aqui, sempre aqui. cansei.
canso.
quero mais.

que que eu faço?

quero asas, quero voar, ir longe, quero mais.

é isso, à flor da pele. mas sem chorar, só pensando, lembrando, comparando, querendo voar. quero me livrar de lembranças, quero não senti-las. quero só voar, ser livre, leve, voar.

mais chuva, mais pensamentos, mais lembranças, sentimentos, sensações.
-não quero nem posso beber mais. aí eu sinto. sinto.
gosto da chuva, do frio, do edredom, pijama, torpedos. só não gosto das lembranças que doem. não quero esquecê-las, quero só não senti-las.

ben harper, mando diao, ladytron, earlimart, QOTSA, metric, joanna newson, gossip, albert hammond jr e chico buarque. 'só a bailarina é que não tem'.

sinto. vou dormir. fitoterápicos, posso até tomar overdose deles.
à flor da pele, mas nem beijo de novela me faz chorar. acho que virei pedra. mas só por fora. por dentro eu choro, eu sinto, eu sofro. por dentro, casca de ovo. só aparências. que que eu fiz pra virar isso assim? foi sem querer.

(só preciso aprender a jogar)

segunda-feira, janeiro 15, 2007

"É bom e é tão diferente
Eu não vou chorar, você não vai chorar
Você pode entender que eu não vou mais te ver
Por enquanto, sorria e saiba o que eu sei eu te amo
(...)
Foi tão bom e porque será
Eu não vou chorar, você não vai chorar
Ninguém precisa chorar mas eu só posso te dizer
Por enquanto, que nessa linda estória os diabos são anjos"

"Sim
Desde que eu te vi
eu te quis
Eu quis te raptar
Eu fiz um altar
Pra te receber
Como um anjo
Que caiu
lá do céu
Não estava voando
Andando
Distraiu-se

Sim
E agora?
Eu quero voltar lá do céu
Eu quero estar de volta
Eu quero ter você quando estiver de volta
Eu quero você para mim
Não dou
Pra ficar só,
Sim

Sim
E agora?
Eu quero voltar lá do céu
Eu quero estar de volta
Eu quero ter você quando estiver de volta
Eu quero você para mim agora

Não dou
Pra ficar só,
sim,
não dou,
não"

"Diga que é pra ela voltar
que sem ela eu não faço nada bem,
que duas pessoas não deixam de amar,
que uma pessoa só não conta
que uma pessoa só não é ninguém.
Não é ninguém."



.nando reis bombando, desde a semana passada. e isso não quer dizer nada, não necessariamente.
eu sou ema, sensível, fresca, sentimentalóide, boboca, e tudo me impressona, mexe, remexe, sacode, põe pra pensar, faz sentir. só isso. ou tudo isso. mas nem é nada. ou é, um tiquinho. sei lá.
"Uh... baby!
Porque você foi pra tão longe?
Não precisava tanto
Bastava só não telefonar

Uh... baby, baby, baby, baby!
O que aconteceu?
O ar não foi suficiente?
Você não viu, você sumiu
Mudou de lugar

No mais, estou vivendo normalmente
Não vou ficar pensando
Se tivesse sido o contrário

Estou feliz
Mesmo sozinho
Esse silêncio é paz
Nesse momento cai
Uma forte chuva
E quem vai ficar chorando?

Uh... baby!
Sabe do que eu sinto saudades?
Do seu sorriso de manhã
E do quarto tão desarrumado

Uh... baby, baby!
Saiba que eu gosto muito de você
Espero que esteja feliz
E bem acompanhada

Normal, estou vivendo, simplesmente
Não vou ficar pensando
Se tivesse sido contrário

Eu estou feliz
Mesmo sozinho
Esse silêncio é paz
Nesse momento cai
Eu estou feliz
Mesmo sozinho
Esse silêncio é paz
Nesse momento cai
Uma forte chuva
Quem vai ficar chorando?"
não costumo ser mulherzinha fresca que vive doente, fazendo drama e tals, mas tá foda. nunca senti tanta dor, cólica, dor nas costas, parece que tem um bicho na minha barriga. acho que abortei. afe. "get me away from here, i'm dying", e preciso trabalhar. tá difícil até ficar sentada, e não tenho onde deitar, nem tempo.

ontem foi dia de ótimas conversas, e isso sempre me faz bem. não saí de casa, mas rendeu, rendeu.

domingo, janeiro 14, 2007

.eu sonhei com ele, estávamos juntos, de novo.
e não era ele que estava ali, ao meu lado. e mesmo assim não foi ruim, não foi ruim perceber quem estava aqui na vida real. mas dá um vazio, uma sensação de falta, e não sei de quem, de um, do outro, ou daquele que vai voltar.

'as coisas têm que vir de dentro', ele disse, e a falta é nada mais que uma espera do de fora.

horas de papo com o amigo. feliz. isso me faz um beeem incomensurável. adoro. deu saudades...

ontem foi bacaninha, apesar da chuva e dos planos e passeios desfeitos. jantar no boteco de ipanema, caipirinhas, vírus mortal, roberto carlos e elvis costello na cama, apagar e acordar "assim assim ;)", dormir de novo.

sei lá o que se passa aqui dentro. sei lá. acho que preciso de maiores emoções, como há tempos não tenho. aliás, até rola, mas por um dia ou dois. depois passa. preciso de algo que seja, e não que simplesmente esteja. cansaço.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

há tempos não ficava a toa no trabalho, e arrumava tanta diversão por isso.

thanks, god.
música do dia: clap your hands say yeah, is this love

quarta-feira, janeiro 10, 2007

[pílulas]


hj o banco me prendeu na porta e eu nem fiquei mega puta e nem dei ataque.
parabéns, flipper!
(desabafo por email - que nem AA!)

***

só eu tenho um legítimo player 512 tabajara
1 em 2
é isso mesmo, 1 em 2!
dois aparelhos com 256 cada um, haha
e totalmente di gratis, já quem ambos foram presentes!

***

"Quando não tiver mais nada
Nem chão, nem escada
Escudo ou espada
O seu coração... Acordará

Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência... Adormecerá

E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar, no mesmo quintal
Da alma ao corpo material

Quando não se têm mais nada
Não se perde nada
Escudo ou espada
Pode ser o que se for... Livre do temor

Quando se acabou com tudo
Espada e escudo
Forma e conteúdo
Já então agora dá... Para dar amor

Amor dará e receberá
Do ar, pulmão; da lágrima, sal
Amor dará e receberá
Da luz, visão do tempo espiral

Amor dará e receberá
Do braço, mão; da boca, vogal
Amor dará e receberá
Da morte o seu guia natal

Adeus dor

E aí: Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare"
(e seja feliz, que nem na caixinha do incenso, antigamente :)

***

e pra fechar:

"a gente só não inventa a dor
a gente que enfrenta o mal
quando a gente fica em frente ao mar
a gente se sente melhor"

***

(mil foram os pensamentos do dia. num recorte, tá tudo aí, porque o excesso de trabalho e o mal funcuonamento da internet no trabalho não colaboraram com o tempo ral das idéias)

e eu escrevi uma carta. podia mandar por email, mas não, vai impressa (já basta não ser escrita a mão, por preguiça e porque a minha letra é bem feia). mas acho bonito carta no papel, acho bonito pegar e ler no ônibus, na cama, em casa.

acho que a gripe deu uma trégua. e nem tomei cachaça nem nada. amarelinho e pessoas bacanas fez um bem danado. voltar de taxi também, não tem preço.

(música do dia, que já era a música do dia, e pela coincidência bizarra, tem outro motivo pra ser a tal música do dia: morrissey, 'first of the gang to die'). queria era entender o porque das coincidências; gratuito? ah, sem graça. tinha que ser por um motivo lindo. é, essa sou eu.

terça-feira, janeiro 09, 2007

"Desculpe estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei errado e eu entendo

As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias até pr'uma criança

Por onde andei enquanto você me procurava
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava

Amor eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança

Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama

Por onde andei enquanto você me procurava
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada

É que eu deixei algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava


Amor eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram seu carro
Deixou uma lembrança

Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama

Por onde andei enquanto você me procurava
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada

E o que eu deixei algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava


Por onde andei enquanto você me procurava
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada

E o que eu deixei algumas roupas penduradas
Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava"
"Hey, Babe
Que bom te ouvir
Já faz quase um ano.

Mesmo sem poder te ouvir
Mesmo que eu não possa ouvir a tua voz

Não faz mal
Não me fez tão mal

Hey, Babe
Ontem longe, hoje aqui
Lá atrás o tempo esconde

Mesmo sem poder repartir
Mesmo que eu não possa ver o escuro após

Não faz mal
Não se for e foi legal

Porque eu te quero
Porque eu te amo
Até quando?
Eu e você pudermos esperar

Hey, Babe
Vamos onde o amor surgir
E a paz que nos responde
Mesmo sem poder resistir
Mesmo que eu não possa estar no escuro à sós
Não faz mal
Não se foi, ficou para trás

Porque eu te quero
Porque eu te amo
Porque eu te espero
Até quando?
Eu e você pudermos aguentar"

segunda-feira, janeiro 08, 2007

de sexta pra sábado, 18hs de cama. doente.

aquela chuva de verdades, no fim das contas belas verdades, me atingiu com força, e me derrubou. pensei, pensei, pensei, até sonhei. e como sempre, levantei, porque ficar no chão muito tempo é coisa para fracos, e definitivamente não me permito isso por muito tempo.
mas foi batata. e não é porque eu sabia que tudo viria a tona, mas não é que veio? mais verdades, e tão logo fui salva dessa eterna repetição de padrões da minha vida. pelo menos dessa vez. a rainha de copas saiu pra mim, e ela diz: "A vida humana é, na maioria das vezes, uma roda incessante de repetições. É quando finalmente paramos para entender melhor o que tanto se repete em nossas existências que é possível dar um salto e amadurecer. Acima de tudo, procure escutar as pessoas ao seu redor, não necessariamente para segui-las, mas para entender melhor o ponto de vista delas."
só não entendi ainda o significado das repetições. alguém me ajuda a entender? o que eu preciso fazer? já entendi, caramba. será que é simplesmente sair fora e não mais tentar??

sábado foi um dia confuso, mas foi bonito também. chico buarque di gratis (pq nós somos very important people), e "agora eu era um louco a perguntar 'o que que a vida vai fazer de mim?'". depois, paradiso, e as tais verdades. olhos vermelhos, olhos pretos de tantas lágrimas. uma boa conversa, e no fim, saldo positivo. a verdade sempre vem até mim, graças a deus. isso é uma benção, por mais dolorosa que seja. tem gente que diz que é melhor não saber, mas eu não quero mesmo viver sem saber. eu sou o 'livro dos porquês', e quero saber sim.

dormi, dormi, acordei com o telefone, amigo bacana que tem sido muito presente e querido. eu atraio pessoas boas, e acho que deveria ser simplesmente amiga de todas as pessoas do mundo. o meu erro é que volta e meia os hormônios se confudem e eu me permito tentar. bobagem. acho que eu sou a amiga do mundo, e devo ser assexuada que nem o morrissey, nada de sexo e beijo na boca com ninguém mais no mundo. e amigos são a coisa mais linda e importante e duradoura, é fato. até eu encontrar um alguém excepcional, o que é raro (mas também, como esse alguém tem que ser só um na vida e por isso mesmo é raro), ficarei só, com meu bando de amigos, o que já é bastante feliz.

e aí que a tarde fiz fotos dos trabalhos de mamã, recebi visita da amiga e fomos de supetão pra feira dos paraíbas. comprei uma bolsa linda (e quase de graça!), tomei sorvete de amora com menta, comi churrasquinho e queijo coalho, tomamos ice (2 por 5 reau) e guaraná jesus, provamos milhares de licores e... tive uma noite inesperadamente feliz. fora os emails com coisas resolvidas. isso me faz bem.

domingo, janeiro 07, 2007

.eu sei que tenho que fazer algo. essa coisa de saber o que é, o que não é, o que vai ser, com quem e como é bom, mas dá medo. não sei por onde começar nem o que fazer pra caminhar corretamente. sei que cabe à deus e à vida, mas também depende de mim. tô confusa, bem confusa. não sei ficar sentada esperando, por isso sempre vou e faço. mas têm coisas que realmente depende da gente deixar acontecer. e eu não sei o que é o que.

ah. e eu sabia o que seria hoje, e fui. eu sempre encaro, prefiro me machucar a viver de ilusão. a tal busca da verdade é incessante, e me dá um certo medo. porque acredito que em algum dia a verdade será linda e florida, mas não sei quando. e até lá, a verdade só sabe fazer doer. muito.

as palavras que martelam:
.vazio.
.sozinho.
.o do prenúncio. finalmente, bacana.

até as datas eu sei. parece novela, com cronograma e tudo.

(tô doente. as certezas e verdades me derrubam. é, não sou tão forte assim. mas eu encaro, e sobreviverei.)

sexta-feira, janeiro 05, 2007

"Não precisa correr tanto; o que tiver que ser seu às mãos lhe há de ir."

Machado de Assis

(auto-ajuda do dia)

quinta-feira, janeiro 04, 2007

"I know we're just like old friends
We just can't pretend
That lovers make amends
We are reasons so unreal
We can't help but feel that something has been lost

But please you know you're just like me
Next time I promise we'll be
Perfect
Perfect
Perfect strangers down the line
Lovers out of time
Memories unwind

So far I still know who you are
But now I wonder who I was...

Angel, you know it's not the end
We'll always be good friends
The letters have been sent on

So please, you always were so free
You'll see, I promise we'll be
Perfect
Perfect strangers when we meet
Strangers on the street
Lovers while we meet

Perfect
You know this has to be
We always we're so free
We promised that we'd be
Perfect"

terça-feira, janeiro 02, 2007

a perfeição:

*perfect (smashing pumpkins) - aliás, overdose de SP all night long :)
*perfect day (lou reed) - so special :)
*live forever (oasis) - so so special :D
*we're from barcelona (i'm from barcelona) - lá lá lá feliz!

nunca uma maldita foi TÃO perfeita.

hilário: não tem mais no cardápio meu drink favorito dos velhos tempos, o vírus mortal.

creme de leite + licor de cacau + vódega + licor de menta.
cara feia: "tem hortelã, né? parece o remédio que eu tomava pra gastrite".

.sensacional.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

"Oh meu Deus, o quanto é triste
A incerteza de um amor que mais me faz penar em esperar"


(Pixinguinha, Rosa)

quinta-feira, dezembro 28, 2006

as minhas semanas de 'aposentadoria' e 'ócio' têm sido agradáveis. muitos passeios, muitos programas, muitos amigos, casa só pra dormir praticamente. queria ficar longe do pc, ler, ver meus filmes e ouvir minhas músicas. ô vício maldito que me faz perder tempo (mas tem lá seus benefícios... ou não). tenho trocado o dia pela noite como nos velhos tempos. quero ver como será 'a volta'.

terça-feira, dezembro 26, 2006

"do mundo não se leva nada, vamos sorrir e cantar".

sílvio santos é sábio.
e esse é o toque do cel pra quando mamãe liga :)
A verdade pode não estar com você.
Alguém pensa diferente de você.
Essa diferença lhe aperta o coração.
Você não sabe o que fazer. Vem o desespero.
No entanto, reflita um pouco. Você poderá descobrir que a outra pessoa está certa.
Respeite essa maneira diferente. Inicie a mudança por você, antes de exigir a modificação alheia.
Aproxime-se. Compreenda. A verdade pede compreensão para se afirmar.

segunda-feira, dezembro 25, 2006

"e ainda estou confuso só que agora é diferente..."

no cel novo ainda poucos números, e sem as musiquinhas de cada grupo de pessoas... músicas especialmente editadas pra cada um, mas ainda não tive tempo e saco de passar tudo pro pc e daí pro celular.
'ele' tava certo, sou aquariana demais e não queria um aparelho antigo no lugar do novo ferrado pela tentativa de assalto e pelos meus estabanos. ganhei um novinho, lindão, muderno, com cartão, player, programa pro pc, cabo, firulas, frescuras. lindo, adoro. futilidade, ok, mas sou que nem papai, adoro parafernálias tecnológicas, sempre gostei de fuçar as coisas sem manual, aprender a mexer. sempre gostei de ler manuais também. adoro saber usar todos os botões de tudo. eu sei, sou muito aquário com leão, e tô aprendendo a usar as coisas boas disso (amplamente falando).
digressiono, digressiono.
mary poppins na tv, 'supercalifragilisticexpialidocios', e pá, três da manhã, telefone toca. número que não tá na memória ainda, 'márcio josé' e 'o telefone chora', esquisito, segundos pra assimilar quem era.
a fofura de sempre, as palavras, o carinho. eu sabia, eu sabia, de longe a gente vê e sente melhor e mais claro, eu bem sei, aprendi. mas eu não sei, é diferente. grande, grande demais, mas diferente. não sei.

confusões. charlie dentro do peito, coração grande tem dessas coisas. eu sei que algo acontece, sei bem o que, e rezo, peço, desejo com o coração.
mas entreguei a deus, sabe? entreguei isso tudo a deus. é grande demais, e eu tb sou.
(...)
natal de muitas emoções, amigos, irmã, pessoas... pessoas. presentes bonitos, tantos que eu nem esperava. presentes de todas as formas. pedi e desejei muito um, não veio, mas entreguei a deus, ele sabe. "é o mal que a água faz quando se afoga e o salva-vidas não está lá porque não vemos". ficou na cabeça e mandei, ainda bêbada, pela manhã. 'fundamental', não sei o porque desse subject. mas foi.
(e é).

sábado, dezembro 23, 2006

"I'm fine without you", já dizia o poster do Brilho eterno.
Mas eu sou teimosa da porra, não posso nem falar da Lou (hein, Lou?)

Mas er, hã, amargura de lado, Feliz Natal.
é no mínimo curioso, e eu fico sempre querendo entender tin tin por tin tin o porquê das coisas. eu tenho calcinha, pijama, chinelo, duas camisas (tá, uma eu dei) e ele tatuado nas costas. ele, o charlie. eu pensei durante anos, porque eu sempre adorei o desenho, todo o simbolismo, mas tinha a coisa indie-loser, tatuar um loser, ter um atestado desses na pele. sou contra essas coisas down-depreciativas, detesto esse orgulho emo, acho que só atrai mais coisa down. mas concluí que o charlie brown é um cara bacana, um menino bom que acredita e não desiste mesmo com as maldades do mundo, mesmo caindo, mesmo sendo enganado. ele continua tentando, eternamente, com o mesmo amor enorme dentro do peito. ele é um vencedor, é diferente, sabe? oi, alguma semelhança? não, não é mera coincidência. quase no inferno astral, saindo do tal retorno de saturno (finalmente!), quase 29 anos na cara, e eu continuo assim, buscando o bem, fazer e conviver com ele. fazendo o melhor e acreditando que existam pessoas assim. e não, não desisto, é mais forte que eu.

o charlie passou o tempo todo apaixonado pela mesma pessoa, tentando, acreditando. ele acreditava quando a lucy dizia "confia em mim", e colocava a bola na frente dele, mas chutava antes. e eu acreditei quando ele me pediu que confiasse nele, que sentia, que queria, que faria. eu ainda acredito. eu sou a garotinha ruiva que finalmente aparece, toma forma, vira algo real, e numa revanche, perde o sono pensando nele, no minduim. e dá o beijo na bochecha que apareceu só no especial da tv. algo quase inédito. porque a minha vida é cheia de surpresas, de loucuras, de coisas fora do comum. porque não existem coincidências, e deus é bom quando escreve a minha novela, apesar de.
(...)
decidi que não quero nada passageiro nem momentâneo com ninguém. não quero passar tempo, não quero nada em que eu não acredite. e não acredito em pessoas da noite, não acredito nas pessoas no geral. acredito nas exceções, e espero ansiosa pela minha. mas definitivamente não quero as pessoas em geral. nem pra amigo, nem pra amante. eu fico bem só, melhor que com qualquer companhia. quero amor pra valer, só quero companhias de coração grande que nem o meu, e já tenho algumas delas...
e eu cansei sim, mas não desacreditei, e não deixei de esperar aqui dentro. eu tenho certeza que é, lá no fundo, mesmo aqui fora dizendo que não.
;)

(...)

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Cansei.
Mamãe sempre disse pra dar sem esperar em troca, mas as vezes a plantinha morre se não é regada, a fonte seca sem manutenção, sabe?
Cansei, cansei de não ter um pingo de afago, de carinho como retribuição. Sempre me contentei com migalhas, mas elas são de fato migalhas, e não preenchem mais. Talvez nunca tenha preenchido, talvez eu mesma tenha tapado buracos, um dom que tenho. Mas não dura pra sempre, definitivamente...

De um lado, "acho que sempre te amarei, só que não te quero mais". A não ser que... A não ser que.
Do outro, cansei, mas sei que há explicações sérias para coisas graves, e daí passa, eu entendo, aceito, e seremos felizes para sempre. "Presentinho dos céus" me fez chorar. Fato que sou e sempre fui chorona, e fico pensando, pensando ('será que você vai saber o quanto penso em você com o meu coração?"). E mesmo tendo cansado, mesmo não querendo mais, lá no fundo eu sei, eu sinto, e eu quero. Tudo tem seu tempo, e a hora certa vai chegar, sempre chega.

-x-

Montei a árvore de Natal, agora vou na rua comprar lampadinhas. Afff, minha amargura ante-Natal (trauma, eu diria), mas ainda há fé, esperança e amor de que tudo seja lindo e diferente, maior. Claudinho e Buchecha aos berros no som, e fico felizinha. Sou facinha, facinha.

"Somewhere over the rainbow
Skies are blue
And the dreams that you dare to dream
Really do come true

Some day I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemondrops
Away above the chimney tops
That's where you'll find me

Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly
Birds fly over the rainbow
Why then, oh why can't I?"

terça-feira, dezembro 19, 2006

...quando eu fico triste, quando dá uma pontinha de medo, dúvida, receio, eu vou lá e leio tudo de novo, como um mantra.
.besta! como se precisasse. eu sei, eu sinto, é forte, como nunca antes. e é certo, índependente de datas. surpresas sempre me apeteceram, né?

segunda-feira, dezembro 18, 2006

dei um presente pra mamã, fomos passear, só as duas, como nos velhos tempos e vi ela feliz, deslumbrada, comentando detalhes comuns pra maioria das pessoas. ela agradeceu, e eu ganhei o dia. feliz.
.o homem de lata vai ficar sem coração. peguei de volta, mas já dei de novo, porque eu não sossego com nada. ou melhor, até sossego...

(sabe o email de dois dias atrás? então, mandei.
ainda bem que deus me deu o dom de saber escrever.
e de ter esse coração enorme)

:D

domingo, dezembro 17, 2006

Eu sou o Cupido, Eros, deus do amor. Eu flecho, e nunca sou flechada. As vezes acontece, mas devo ser alérgica, me machuco, me firo, fico de cama. Durmo, durmo, febre, cansaço, dor no corpo e falta de vontade.

Sou também o Charlie Brown ("Sempre chove durante seu desfile e seu jogo de baseball, as coisas não dão certo em sua vida, a garotinha ruiva nunca o olha. Se você costuma dizer coisas como:
"Mas que puxa", "Que lástima", "Por que isso só acontece comigo?", "Por que não eu?", "Todo mundo ganhou alguma coisa. E eu uma pedra..."), o Snoopy ("O Snoopy dança como se ninguém estivesse olhando, ele não tem medo de parecer ridículo. Dança de olhos fechados, cabeça pra cima, com as orelhas em movimento) e a Patty Pimentinha (Valente;
Impetuosa; Traquinas; Sem frescuras;).

A minha caixa de rascunhos do email lota com todas as coisas que ficariam entaladas na garganta, que eu gostaria de contar, mas eu escrevo com vontade e nunca mando. Eu preciso falar e falo. Sinto como se tivesse mandado, e fica tudo bem, sem resposta, total loser mesmo. As pessoas não estão preparadas para saber de certas coisas, infelizmente. Mas no dia que eu morrer, prometo que deixo que alguém mande tudo, tudinho. Deixarei a senha anotada e os destinatários. Nessa hora provavelmente todos lamentarão, mas duvido que dessem valor igual comigo em vida. É irônico e triste.

quarta-feira, dezembro 13, 2006

O que me tranqüiliza
é que tudo o que existe,
existe com uma precisão absoluta.

O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete
não transborda nem uma fração de milímetro
além do tamanho de uma cabeça de alfinete.

Tudo o que existe é de uma grande exatidão.
Pena é que a maior parte do que existe
com essa exatidão
nos é tecnicamente invisível.

O bom é que a verdade chega a nós
como um sentido secreto das coisas.

Nós terminamos adivinhando, confusos,
a perfeição.


(A perfeição - Clarice Lispector)
...são os devaneios da garotinha ruiva, que pensa, pensa, pensa, pensa, e escreve tanto quanto fala, compulsivamente, milhões de idéias na cabeça, tantas coisas, e ela quer falar, pôr tudo pra fora, mas a inspiração não pára, os assuntos não cessam. e ela sente um turbilhão, um monte de coisas boas com um tiquinho de medo. medo é ruim, e pra quem acredita em deus, uma contradição. mas dá medo, o charlie brown a encontrou, finalmente, mas é ela quem sonha com ele, mesmo em tão pouco tempo, apesar de como tudo aconteceu, e talvez até por isso.
engraçado que tá até lá no orkut, o par perfeito, ele, o charlie brown. e volta e meia eu pensava na utopia disso, e pá, ele existe. existe? ou será uma mera utopia de fato?

queria tanto poder falar com alguém, contar, explicar, perguntar, mas quem sabe? Nem o charlie brown sabe, nem eu (só de mim...). ninguém vai poder me explicar, ninguém vai conseguir me dizer o que é, o que pode ser e o que nunca será. e eu já vi tantas coisas inacreditáveis se tornarem possíveis que só me resta acreditar e desejar de verdade.

me formei, e todo dia sinto que não pertenço a essa rotina, me sinto atada a essa terra que eu amo, mas já deu pra mim. posso voltar algum dia, e quero, mas preciso ir embora, mudar de cidade, de estado, quiçá de país. quero estudar, trabalhar, aprender, conhecer, VIVER. quero dinheiro sim, mas só pro meu sustento, pra poder pagar contas, pra sair, pra dar presentes, pra me agradar um tiquinho de vez em quando. mas quero e preciso ir muito além, quero a felicidade estampada no coração.

terça-feira, dezembro 12, 2006

ai, ansiosa, mordendo os lábios, comendo a boca.
adoro e odeio ficar assim, esperando, pensando... imaginando. querendo.
blé.

sábado, dezembro 09, 2006

...tô num dia, aliás, numa fase filosofia, mitologia, pensamentos, meditações, mas não como lembranças e sim como entendimento. lágrimas depois de muito tempo, supercordas (que deixa feliz), roy orbison (que dóóói fundo).

entrega dos últimos trabalhos, nota da monografia, cavídeo com a amiga, fornalha "vamos comer até morrer?", michelada no puebla, 409, doente, cama, pesadelos. remédios sempre me dão pesadelos.

telefone, pessoa que suga e me deixa cansada, mamãe fofa carente, player de presente, vódega, pepsi twist, abraço, rachmaninov, "a nossa música", pensamentos (dessa vez de lembranças), choro, choro, choro.

descobri que aquarianos são assustadores. não quero mais ser aquariano no sentir não. medo dessas pessoas, medo de ver de fora o outro falando de si, do que eu sou na verdade (descobri). medo, medo, susto. quero acordar do pesadelo.

"I was alright for a while
I could smile for a while
But I saw you last night
You held my hand so tight
As you stopped to say hello
Thou you wished me well
You couldn't tell
That I've been crying over you
Crying over you
And you said "so long"
Left me standing all alone
Alone and crying, crying, crying, crying
It's hard to understand
But the touch of your hand
Can start me crying

I thought that I was over you
But it's true, so true
I love you even more than I did before
But darling, what can I do?
For you don't love me
And I'll always be
Crying over you, crying over you

Yes now you're gone
And from this moment on
I'll be crying, crying, crying, crying
Yeah, crying, crying over you"
"O Cupido desempenhou desde sempre um papel importante nas celebrações do amor e dos amantes. Ele é normalmente retratado como um criança traquina, com asas, que lança setas certeiras aos corações das suas vítimas, fazendo com que estes se apaixonem
perdidamente. Uma espécie de anjo da paixão, um ser alado de aparência infantil, que voa por entre as nuvens carregando arcos e flechas, à procura de corações solitários.

Quem já esteve apaixonado conhece bem os sintomas das suas flechadas.
Mas quem é ele? E porque passa a vida a transformar os corações das suas vítimas com as suas setas?

Hoje em dia é frequente vermos, em postais, revistas e anúncios, um ou vários cupidos juntos, como se fossem uma espécie de ser mitológico. Mas a origem do Cupido remonta à Antiguidade Clássica, mais concretamente, à mitologia greco-romana, onde este é referido como um Deus único.

Na Antiga Grécia ele era conhecido como Eros, o jovem filho de Afrodite, a deusa do amor e da beleza e de Ares, o deus da guerra. No livro «Mythologie Grecque» (Editions Toubi’s) ele é descrito como um jovem homem nú, de asas douradas, com cabelos encaracolados, munido com um arco que lança flechas mágicas. Antes de ser adotado pelos poetas, esculpido pelos escultores e pintado pelos pintores, ele era, para os antigos gregos, o filho de Afrodite e de Ares, que trespassava os corações dos mortais. Ele era o mais belo dos deuses, já que fazia nascer nos homens os sentimentos mais nobres e ajudava os pares a unirem-se. Para além disso, ficou conhecido por adoçar os temperamentos dos mortais, mesmo os mais duros, por embelezar a sua vida e por lhes dar um sentido. Já para os romanos, ele era conhecido como Cupido, filho de Mercúrio, o mensageiro alado dos deuses, e de Vénus, a deusa da beleza e do amor. O que também muitos desconhecerão é que, de acordo com a mitologia, o Cupido viveu um grande amor e enfrentou muitas dificuldades para conseguir que este tivesse um final feliz. Por essa razão ficou conhecido como aquele que une os corações. Diz a lenda que o seu amor era a bela mortal, Psyché.

Psyché era uma jovem tão bela que suscitava o ciúme de Vénus. Por isso, a deusa deu ordens a Cupido para que este fizesse com que a jovem se apaixonasse por alguma criatura de má aparência. Mas em vez disso, o Cupido apaixonou-se perdidamente por ela e fez dela sua amante. Colocou-a num belo palácio, onde a visitava à noite mas, por ser mortal, ela estava proibida de olhar para ele. Psyché foi feliz até ao momento em que as suas irmãs, movidas pelo ciúme, lhe disseram que ele era um monstro que a iria devorar, convencendo-a a olhar para o seu amado. Certa noite, Psyché pegou numa lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Admirada com a rara beleza do jovem, ela deixou cair sobre o seu corpo uma gota de óleo da lamparina, e ele despertou. Por causa disso, Cupido castigou-a com o seu abandono, ressentido pela desobediência da amada. Com ele desapareceram também o seu encantador castelo, e os magníficos jardins, e ela viu-se sozinha num campo deserto.
Mas ela não desistiu, procurando o amante por toda a terra e acabando por encontrar o templo de Vénus. Desejando destruí-la, a deusa do amor deu a Psyché uma série de tarefas, cada uma mais dura e arriscada que a anterior. A primeira destas tarefas consistia em separar, na escuridão da noite, as impurezas de um monte enorme de várias espécies de grãos. Felizmente, as formigas tiveram piedade dela e vieram em grande número ajudá-la nesta empreitada. E assim todas as tarefas foram executadas à excepção da última...

Vénus deu-lhe uma pequena caixa que ela deveria levar até ao mundo dos mortos e onde deveria guardar alguma da beleza de Perséphone, a mulher de Plutão. Durante a sua viagem, ela recebeu algumas conselhos que lhe diziam para evitar os perigos do reino dos mortos e que a avisavam para não abrir a caixa. Mas a tentação foi mais forte e Psyché abriu-a. Então, em vez de encontrar aí a beleza, ela encontrou um sono mortal. Cupido encontra-a tombada e já sem vida. Valendo-se dos seus poderes divinos, ele retira o sono mortal que preenchia o corpo da sua amada e deposita-o novamente na caixa. Ao ver o seu grande amor voltar à vida, Cupido perdoa-a assim como Vénus. Os Deuses, comovidos pelo amor de Psyche por Cupido fazem dela uma deusa, para que ambos pudessem viver o grande amor que os unia, para toda a eternidade. O casamento entre os dois realiza-se, finalmente, no céu.

Esta lenda é geralmente considerada como uma história metafórica. A palavra Psyché, que em grego significa borboleta, é geralmente entendida como sinónimo de alma. A borboleta simboliza a imortalidade da alma: depois de estender as asas, desde o
túmulo em que estava, depois de uma vida mesquinha e rastejante enquanto lagarta, a borboleta flutua na brisa do dia e transforma-se num dos mais belos e delicados seres da primavera. Psyché é, portanto a alma humana, purificada pelos sofrimentos e infortúnios, preparada para gozar a pura e verdadeira felicidade. Assim se explica que muito frequentemente, esta mortal feita deusa, seja representada, nas obras de arte, como uma bonita jovem com asas de borboleta juntamente com Cupido.

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Looking back on the memory of
The dance we shared 'neath the stars above
For a moment all the world was right
How could I have known that you'd ever say goodbye

And now I'm glad I didn't know
The way it all would end, the way it all would go
Our lives are better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance

Holding you, I held everything
For a moment wasn't I a king
But if I'd only known how the king would fall
Hey who's to say? you know I might have changed it all

And now I'm glad I didn't know
The way it all would end the way it all would go
Our lives are better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance

Yes my life, it's better left to chance
I could have missed the pain
But I'd have had to miss the dance


Psyché e o Cupido.
Razão x Emoção.

Eu sou o cupido, tá dito no post abaixo. Mas eu seria mais um cupido Joselito, tipo assim (só que sem piru):

pro flog, mas veio pro blog, já que o gold acabou e quero falar logo...

Entreguei a mono, recebi nota. "Foi boa", ele disse, "mas não lembro", completou.
Fiz os dois últimos trabalhos na faculdade na hora do almoço e no salão de cabeleireiro, mil jornais velhos nas mãos, a amiga ajudando (muito!).
Fomos beber, comemorar. Batida, pizza diliça de boteco, falar sem parar. Entramos na farmácia "pô, eu compraria essa camisinha só pela embalagem! e com 12, dá pra dar muito, e só 4 e pouco, uh!". "Não acredito que vc falou isso na frente de todo mundo". Haha. Eu sou tímida, eu juro. Tem até uma pessoa que acredita piamente nisso e duvida do contrário. Mas ninguém mais acredita que eu sou tímida. Mas eu sou, eu juro. A joselita veio pq a tímida chamava atenção demais, a joselita disfarça.

... e tava tocando o "Equilíbrio distante" que eu AMOOO, dá vontade de cantar, e eu canto, eu sambo também quando eu quero. Mas eu não sei cantar nem sambar, e mamã ri muito. Daí continuo com os jornais velhos, digitando tudo, terminando, fechando,
feliz. Porque a outra amiga ligou, e com ela são duas as amigas do dia, duas que eu flechei. É, pq eu sou o cupido! Não é a toa que tenho ele tatuado no braço esquerdo, no lado de dentro, pra ficar perto do coração. Era pra "ele", mas é meu, sempre
foi, pq é no meu coração que ele tá, o cupido. Eu sou ele, ele é... ah. Eu só não acerto comigo, pq o cupido é burro, flecha todo mundo mas nunca é flechado. Não amo ninguém, e quem eu amo, ou quiçá gosto apenas, pá, não é. Acho que é de propósito, escolho quem não é. Quando é pro outro, não é pra mim. E eu só quero que uma vez na vida seja pros dois, na mesma hora, ao mesmo tempo, simples assim. E nunca foi, mas vai ser, será.

Psyché e o Cupido: o racional, e o amor total.

"A resposta a que Sócrates chegou é a de que o homem é a sua alma - psyché, por quanto é a sua alma que o distingue de qualquer outra coisa, dando-lhe, em virtude de sua história, uma personalidade única. E por psyché Sócrates entende nossa sede racional, inteligente e eticamente operante, ou ainda, a consciência e a personalidade intelectual e moral. Esta colocação de Sócrates acabou por exercer uma influência profunda em toda a tradição européia posterior, até hoje."

"So tired of broken hearts and losing at this game
Before I start this dance
I take a chance in telling you
I want more than just romance
You are my destiny, I cant let go baby cant you see
Cupid please take your aim at me

Cherish the thought
Of always having you here by my side (oh baby I)
Cherish the joy
You keep bringing it into my life (Im always singing it)
Cherish your strength
You got the power to make me feel good (and baby I)
Perish the thought
Of ever leaving, I never would

I was never satisfied with casual encounters
I cant hide my need for two hearts that bleed with burning love
Thats the way its got to be
Romeo and juliet, they never felt this way I bet
So dont underestimate my point of view

Who? you! cant get away I wont let you
Who? you! I could never forget to
Cherish is the word I use to remind me of your love

Romeo and juliet, they never felt this way I bet
So dont underestimate my point of view

Who? you! cant get away I wont let you
Who? you! I could never forget to
Cherish is the word I use to remind me of your love

Give me faith give me joy, my boy
I will always cherish you"

quinta-feira, dezembro 07, 2006

engarrafamento na rua da carioca, horas e horas pra chegar em casa. na janela, vendo as pessoas passarem, pensando na vida, eis que passa ele, um alguém do passado, de anos atrás, o cabeludo com nome de 'beatle' e sobrenome bem brasileiro, mesma cara, mas uma barriguinha, baranga a tiracolo. achei engraçado, coisas da vida...

-X-

Von Trier promete recompensa para quem desvendar enigma

:)

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Medo.

Roberto Carlos canta "Ela só pensa em beijar" com o tal do MC Leozinho no especial de fim de ano. Cantou "O Portão" (adoro!), e mais um monte de esquisitices default. Adorei o texto, ironia, muito bom.

terça-feira, dezembro 05, 2006

O gmail é o brilho eterno da mente que não deveria ter lembranças... com mais de dois anos, lembro exatamente quando ganhei o email. fui ver do começo, pra deletar mensagens, já que ele chegou aos inesperados 93%, mesmo deletando spans e inutilidades... e eis que me deparo com toda uma história, com a vida toda, desde o começo. o comecinho mesmo tá no hotmail, daí, gmail. tá tudo lá, mensagens, fotos, e as lembranças físicas que aquilo tudo trás.
tava aqui decupando fita, fazendo texto pra faculdade e "popotizei", parei, travei. Tá tudo lá, minha gente, eu, ele, amigos, fotos, lembranças, mensagens, coração que bate, chuva que cai, viagens, tremedeira, medos, entrega, tudo, tudo. nem sei o que dizer, pensar, sentir. Sentir não, não quero.
Cadê o homem de lata, que pede tanto a porra do coração e não leva o tal músculo involuntário que pulsa, pulsa desinibido e idiota, sempre pelas pessoas erradas?

E quando, meu Deus, quando eu vou gotar de cara de um alguém que goste de mim? Quando um alguém que gosta de mim poderá ser correspondido pela minha pessoa (rs), no mesmo time? É sempre um antes do outro, ou só um, ou só outro. Nunca, em 28 anos, foi no mesmo momento. E isso me cansou já, chega de brincar, quero amor de verdade, de gente grande, daqueles de filme, pra sempre, sabe?

Chega. Voltemos a programação normal, trabalho.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

odair josé: "maior do que qualquer tristeza do mundo é a solidão de corações que nunca chegaram a se encontrar"

terça-feira, novembro 28, 2006

repetição de padrões, e eu quero entender o pq de atrair isso.

e só eu sinto dor, aliás, todo mundo é atingido, mas machucada mesmo, só eu.

tantos pqs sem respostas...

segunda-feira, novembro 27, 2006

"Esperança e autoconfiança em alta, levantando o astral do seu mundo emocional. Uma boa surpresa poderá vir de alguém que está bem próximo. Favorecimento nos assuntos ligados à Justiça ou a viagens. No trabalho, muita criatividade até com lampejos de genialidade!"


.haha, esse meu horóscopo me deixou até feliz. todos os meus problemas resolvidos em cada linha. estagiário bacana, deve ser amigo, só pode, e me conhece bem! tudo aí serve pra mim e resolve minha vida. nhá.
.esperança num pedaço de jornal.

quinta-feira, novembro 23, 2006

"I thought love was only true in fairy tales
Meant for someone else but not for me.
Love was out to get me
Thats the way it seemed.
Disappointment haunted all my dreams.

Then I saw her face, now Im a believer
Not a trace of doubt in my mind.
Im in love, Im a believer!
I couldnt leave her if I tried.

I thought love was more or less a given thing,
Seems the more I gave the less I got.
Whats the use in tryin?
All you get is pain.
When I needed sunshine I got rain.

Then I saw her face, now Im a believer
Not a trace of doubt in my mind.
Im in love, Im a believer!
I couldnt leave her if I tried."

terça-feira, novembro 21, 2006

é tanta dor, tanta coisa dando errada ao mesmo tempo que parece um teste. dias melhores virão e já estão por perto, até pq, do fundo do poço só se sobe. mas é foda, tem horas que parece que não vou guentar, q não tenho força pra tanta coisa pesada, dolorosa. mas eu tenho, todo mundo diz que eu tenho e eu sei que sempre surge, lá do fundo do útero, a tal da força. ser feliz é tão simples, e eu sempre dei valor, mesmo nesses momentos mais singelos, nos pequenos detalhes. mas agora, sem felicidade que transborda e transparece na cara, preciso procurá-la nas pequenas coisas que já tenho no dia a dia. é o jeito pra ficar bem, pq já cansei de dizer, lamentar não é solução, e não é pra mim.

e ainda pifou o pc. coisa boba, mas faz falta enquanto não resolve. e tem todas aquelas outras coisas, encaminhadas, sim, mas tão lá, doendo. e o fred. o fred, meu amor, minha vida, meu amigo que vinha pra perto quando eu me machucava, quando sentia dor, quando tava triste. meu amigo que vinha pra perto só de me ouvir chorar (até de brincadeira). como faz falta, vc nem imagina! te vejo lá longe, pela janela da sala, e só então me toco que não é vc, não mais, não realmente. mas eu te vejo, vc sabe, sempre verei, com os olhos do coração. fred, meu amigo ranzinza, meu amigo queito, calado, já sem voz, sem dentes, mas tão carinhoso... me despedi de vc, te disse que te amava mil vezes, chorei, e vc me fitou, tentou corresponder como sempre fez, mas essa era a minha vez de te paparicar. vc não tinha mais forças para vir. mas me olhou, me disse coisas com os olhos.... vai com os anjos, vai em paz, amigo. lá no ceuzinho dos gatinhos, como diria a mamãe, são francisco de assis te espera, com uma sardinha enooorme, com dois litros de leite e com muito carinho no seu pescoço. te amo, mas vc sabe disso.

terça-feira, novembro 14, 2006

"turn around bright eyes
every now and then I fall apart
turn around bright eyes
every now and then I fall apart

And I need you now tonight
And I need you more than ever
And if you'll only hold me tight
We'll be holding on forever
And we'll only be making it right
'Cause we'll never be wrong
Together we can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
I don't know what to do
I'm always in the dark
We're living in a powder keg
And giving off sparks
I really need you tonight
Forever's gonna start tonight
Forever's gonna start tonight

Once upon a time I was falling in love
But now I'm only falling apart
Nothing I can do
A total eclipse of the heart

Once upon a time there was light in my life
Now there's only love in the dark
Nothing I can say
A total eclipse of the heart"

essa é uma das que precisam ser exorcizadas. me lembra aquele começo, tempos atrás, o pé atrás, finalmente a entrega, daí a mentira, sempre ela, que eu destesto. a mentira. aliás, as mentiras. uma aqui, outra ali, daí junta e vira uma bola de neve. e hoje eu me liberto disso, pq definitivamente não sou a detentora de todos os erros, muito menos dos mais graves. e essa música é feliz, preciso ouvi-la pra esquecer mais isso, mais essa peça que me pregam. não foi a primeira e provavelmente não vai ser a última. mas to aprendendo a cair e a levantar.

ainda acredito que as pessoas mudem, aprendem, e daí então, cresçam. o outro lá parece que mudou, e só de saber disso, fico feliz, aliviada. pq em anos de distância, cada tentativa da outra parte de reaproximação só me mostrava o quão "mais do mesmo" ele continuava. deus é mais. e é isso. que o tempo sirva pra nos livrar do "total eclypse of the heart" tb, e daqueles dias, aqueles email, esses erros todos.

(...)
.eu tenho a mania de enfrentar as coisas que me machucam na cara dura, pra exorcisar. só agora tô aprendendo a cortar coisas de vez, pelo menos por um tempo, talvez não pra sempre. mas de qualquer forma, nunca evitei falar, encontrar, responder ninguém. mas o fato é, eu não deixo de ir a lugares, de ver amigos, parentes, de ouvir músicas ou ler coisas que me lembram alguém que dói no fundo do útero. pelo contrário. eu vou lá e meto o dedão na ferida, pq dói de primeira, incomoda de segunda e depois passa, banaliza até dentro do peito. é sim, eu juro. perde a graça chorar, perde a graça sofrer. e eu não vou ficar me limitando a cada amor, a cada perda, de ir em algum lugar que adoro, de ouvir bandas que são a minha cara, por causa de ninguém. eu sou aquariana demais, livre demais, pra ter barreiras impostas por quem nem tá mais no presente. tô fora. é tudo meu, cheguei primeiro, e vai incomodar na casa do caralho. eu exorciso merco, sempre. e sou livre, leve e solta.

segunda-feira, novembro 13, 2006

"Why, I wonder, is my heart full of holes
And the feeling goes but my hair keeps growing
Will I set the sun
On a big-wheeled wagon
I'm bragging
I'm always in love

When I let go of your throat-sweet throttle
When I clean the lash of your black-belt model
Will I catch the moon
Like a bird in a cage
It's for you I swoon
I'm always in love

I don't get the connection
If this is only a test
I hope I do my best
You know I wont forget

When I fold the cold in my jet-lag palm
When I soak so long I forget my mother
Will I set the sun
On a big-wheeled wagon
I'm bragging
I'm always in love

It's a drag I sang
I'm always in love
I'm worried
I'm always in love

I'm worried
I'm worried
I'm worried
I'm always in love"

sempre alway's in love. o melhor nick, o mais juju :)

sábado, novembro 11, 2006

Louise diz:
eu acabei comendo antes, detesto ir a mercado com fome, fico querendo comer tudo

Ju diz: eu adoro ir ao mercado com fome, mas com mamãe ou namorado, pra pedir tudo. pq eu tenho 5 anos. vc tem 80!


:)
.everyday i love you less and less.


... pq eu preciso amar mais a mim mesma, pq cansei de baixa auto estima, que só fere e causa problemas ... problemas em mim, merdas que respingam nos outros. e eu cansei. cansei de amar, cansei de amar mais aos outros que a mim mesma. egoísta? não. a tendência é partir pros extremos, mas eu quero o equilíbrio, o caminho do meio. e se a gente não cuida de si, não busca melhorar e não valoriza isso aqui, o próprio corpo e mente, pra que estar vivo então? eu quero é evolução, quero ser diferente de ontem e diferente de hoje. a ficha caiu, e tá doendo pa'caralho. mas é pro bem, sabe? tenho metas, e quero atingí-las, ultrapassá-las.

ontem teve o show di gratis, como nos velhos tempos. bom subir de bondinho (medo!), frio diliça, amigos, risadas, palhaçadas imitando as patricinhas sem noção. é fato que eu sou a bozolina mesmo triste, mesmo de mau humor. a joselitagem é algo mais forte que eu, e é hereditário, de pai e mãe :)

skank me lembra o belo show no canecão com o fred, ê dia feliz. o de ontem nem foi tão bom, mas teve seus bons momentos. eu vou com a cara do vocalista, gosto da guitarra dele, e acho a banda bem honesta e sincera.

-x-

saudades das minhas amigas, do grupo auto-ajuda, das pessoas mais lindas que aparentemente não tem nada a ver comigo. foda-se a cara que temos, ninguém me critica, me aceitam esquista como eu sou, e só posso agradecer. não ouvimos as mesmas músicas, não gostamos das mesmas noitadas Tá, algumas até rolam, rs, até pq, tamo ficando velha e com a idade vem uma certa flexibilidade, da mesma forma que vêm as cismas...), mas nos entendemos mais que tudo no mundo. temos os melhores papos de boteco, e corações enormes.

decidi fazer o impossível, como diz a sorte do orkut de hoje. decidi mudar tudo, decidi correr atrás do que importa. precisou alguém de fora receber 15 reais sem me conhecer pra dizer tudo que quem me ama e é amigo diz todos os dias. eu que sempre critico isso, tb funciono a base do "santo de casa não faz milagre". e aí que chega, chega de tudo que é velho, pessoas velhas, sentimentos velhos, estagnação, ser mãe e não mulher, ficar em stand by, ser algo certo na vida de quem não é certo. cansei. e cansei mesmo, como nunca antes. fico triiiste, mas acho muito bom cansar. há anos eu espero isso, cansar de verdade. como a lou disse, quando a gente cansa a gente não fica quem nem auto-ajuda repetindo isso, a gente simplesmente sente. e eu repito como um mantra mas te juro, sinto tb. tanto que a tristeza veio, bateu, se instalou, como uma despedida minha de pessoas e sentimentos. de velho, só os amigos, só esses eu quero por aqui, pra sempre, até pq, o que equilibra toda a confusão na vida toda são os amigos, os melhores do mundo, em todos os sentidos. e aí que eu quero tudo novo, mais amigos, trabalho, cursos, casa, grana, equipamentos, força de vontade, amor, amor, amor. primeiro por mim mesma, pq eu sei, sou pouca merda não. eu as vezes olho em volta e me orgulho de ser quem e o que sou. sem querer comparar, e sabendo que ainda preciso de muito reparo, fico feliz de ver tudo o que conquistei aqui dentro, até meio sem querer, sem forçar, sem "querer ser", simplesmente sendo. mamãe manga, ri, debocha, mas vejo que isso é o orgulho dela, orgulho da aquariana livre, serelepe, a frente do tempo desde sempre, alegre, sem noção, inteligente, e meio leonina, escalafabética mesmo um tanto quanto tímida. saca "ser"? não é "querer ser". e reconheço as falhas, os defeitos, pra daí mudar, e pq eu sou isso, esse misto de qualidades e defeitos.

aprendi pacas com eles, pai e mãe. lembro todos os dias de algo que me ensinaram, e agradeço, como agradeço sempre as palavras dos amigos, das pessoas que me conhecem e ajudam tanto. eu sempre fui a princesa do papai, a favorita, a que ganhou despedida dele. a gente era amigo, amigo mesmo, de ficar horas no telefone, de andar na praia, de ir pra show. seríamos amigos de balada hj, os melhores amigos. e, da mesma forma que ele se foi, amigos se vão, não necessariamente morrendo. mas é a lei da vida, pessoas vêm e vão. já disse no about do orkut, sou péssima pra despedidas, mas aquele lá me disse isso também, é a lei, pessoas vêm e vão. então eu tento aproveitar como se fosse a última vez, como se cada um fosse embora hoje, ou como se eu mesma fosse. até pq, eu cismei com isso, não vou embora tarde não... e eu poderia fazer duas coisas: ligar o foda-se e fazer merda como se não houvesse amanhã, ou buscar ser melhor e consertar o que for possível, o que eu prefiro, pq quero poupar a próxima vinda.

deitei no sofá, de pijamas e pensei, pensei, pensei. rezei também. pensei que ainda podia ter um alguém, ou outro alguém presente, se já tivesse melhorado mil coisas em mim, mas o fato é, acabaria de qualquer forma, porque não era. não é, sabe? então deixa ir, melhor assim, já passei pela transição, o estágio mais difícil, o "deixar ir". já foi, foram. o lance é, cuidar do jardim de uma vez por todas, preparar a terra pras novas sementes, e logo, pq o tempo definitivamente não pára, e qualquer dia pode ser o dia das maiores e mais felizes novidades, que eu adoro.

daí, me fala, porque cargas d'água alguém bacana, que, com auto estima baixa ou não, de certa forma é muito do que gosta e quer ser, né? obviamente. pq então esse alguém lamenta, rasteja e choraminga quando algo não dá certo? liga o foda-se, levanta, ri e parte pra outra. desapega, sabe? repara no que errou de fato e segue em frente, vivendo e cometendo novos erros e novos aprendizados. nhá. preciso desse novo eu logo, logo, logo. chega de dor, chega de medo, vou ser feliz e já volto. eu prometo.

(.geraldo azevedo, winamp escolheu, "canção da despedida". bem apropriada :)

sexta-feira, novembro 10, 2006

que dia lindo, tempo lindo! não fosse a chuva, uh, frio, vento... haha. me sinto em londres.

quarta-feira, novembro 08, 2006

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
gonia.

terça-feira, novembro 07, 2006

.tudo muda o tempo todo no mundo.

muitas emoções, tantas emoções... pessoas aparecem, pára raios de malucos, quatro no total, só "daquele" setor. bom, ruim? não sei. só sei que sempre que tomo resoluções sérias, tudo muda drasticamente. tenho um pouco de medo, mas tenho muita coragem e força. queria ser o homem de lata, mas o fato é que tenho o maior coração do mundo, e sou aquariana, não desisto nunquinha.

:)

segunda-feira, novembro 06, 2006

chega logo, dezembro, cheguem logo, visitas, cheguem logo, tentações, alegrias, férias, diversão. passa, tempo, vai depressa, acaba ano, muda tudo. cansei. mas tô ansiosa.

:)
msn, ligação. ah, amei, amo.
compensa, sabe?
amigos sempre compensam.

e ainda teve as visitas de fim de dia...

reclamar pra quê? idiota sou eu de ainda tentar. como diz o j, tem é que mandar se fuder. mas eu sou conta xingamentos, prefiro sempre argumentar. quem se fode sou eu.
mas não desisto.
F diz:
talvez pq vc nao quer ficar sozinha?
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
é.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
eu tenho medo.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
eu to com medo.
F diz:
puta merda, ju
F diz:
vc é linda
F diz:
vc é legal
F diz:
vc é inteligente
F diz:
vc é sagaz, se vira.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
o lance é, caguei tudo de novo puxando o tal papo pesado
F diz:
vai é ficar no máximo 3 semanas sem ninguem impregnar em vc.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
linda, legal, inteligente?
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
vc tá falando com a juliana errada.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
essa aí aparece só de vez em quando.
F diz:
fala assim, nao
F diz:
eu já vi juliana
F diz:
eu ja falei horas com juliana
F diz:
eu ja vi a juliana rindo, chorando, bebada feliz, bebada triste, de lonte, de perto. e todas sao legais.
F diz:
algumas beeeeeeeem sexies.
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
hj vc é um livro de auto ajuda ambulante
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
é, todo mundo diz q eu sou uma pessoa colorida e feliz.
F diz:
sou nada, nao to inventando nada, ju
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
resumindo.
F diz:
nao, nao sei se vc é colorida e feliz. vc deve ter problema pra caralho, deve ter coisa na cabeça pesando tudo...
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
porra
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
o XXX me faz achar q eu to errada e ele não
F diz:
mas vc tem ótimos momentos felizes e sorte do cara q estiver do teu lado nessas horas
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
odeio isso
F diz:
o XXX é essa babaca ai?
... tell them I'm lost, yeah, I'm lost, and, no, it's not ok diz:
todo mundo diz q ele tá errado, e eu q vivi não vejo, só me culpo e aceito q o outro me culpe. é sempre assim, sempre. cansei, sabe? I'm a believer. mas cansei, preciso aprender a me bastar. até pq, ninguém me basta mesmo...

domingo, novembro 05, 2006

"Esmagar sempre o próximo não acaba por cansar?
Invejar provoca um esforço que inchas as veias da fronte.
A mão que se estende naturalmente dá e recebe com a mesma facilidade.
Mas a mão que agarra com avidez rapidamente endurece.
Ah! Que delicioso é dar! Ser generoso, que bela tentação!
Uma boa palavra brota suavemente como um suspiro de felicidade."


(As boas ações - Bertolt Brecht (1898-1956)



- x - x - x - x - x - x




*quasi - under a cloud (belas lembranças!)

"But I feel much better when I'm under a cloud.
So I climbed up the hill of all I've destroyed,
And looked out into the gaping void.
But all I could do was stand and stare,
Though just one more step could have taken me there.
Oh, someday we'll meet beyond the moon -
Someday soon..."
feriado mega bacana. passeios, amigos, risadas, zero estresse e aborrecimento, mal consegui pensar na vida e no que deveria pensar, não lembrei, não sonhei, nada, só vivi.

rise, thays, lu, fada com léo, lou, jean, vlad, tati, pessoas conhecidas, amigos, telefonemas mil. nada do trabalho, blé. metrô com vagão cheio de bibas (seria o vagão para mulheres? - há). quinta teve showzinho bacana, depois plebeu com a fada. chuva, chuva. refrescou. sexta e a thays sumiu, fred na travessa, rise, 21:21 eternamente, quase acaba em pizza, inferninho. quase fui ao teatro, mas só tinha pra daqui há duas semanas. muitas fotos, shopping da gávea, lagoa, + pizza, extra, cheesecake da madrugada.

agora em cima da hora, escreve, escreve, escreve. trabalho atrasadooo. + feliz. preciso pensar, preciso, pq algo tem que ser feito. ou deixa, né?

sexta-feira, novembro 03, 2006

será que é a maturidade, finalmente?
desde cedo tive que ser "grande", deixar coisas de criança de lado pra cuidar de todos. quando a vida finalmente me permitiu relaxar, pude ser o que queria, pude ser o que herdei de papai e de mamãe, a alegria, a falta de noção, a joselitagem. um tanto quanto criança também, em alguns momentos, quando não precisa ser só responsável, adulta, atenta. e eu prefiro isso, essa juliana, o equilíbrio entre a alegria, sempre presente, a falta de noção em certos momentos, e a seriedade plena em outros.
o vento batendo no rosto no 409, praia de botafogo. dilúvio, telefone, msn, amigos. show bacana, finalmente fui. adorei. e foi bom, revi tanta gente querida, fiz fotos, falei um monte, abracei. depois ainda plebeu com a fada, mais papo até o sono bater e a gente ter que ir (é a indade chegando mesmo).

tava pensando como aquelas coisas realmente não me incomodam mais, e não é só hoje. então eu sei, realmente não incomodam mais. nem um, nem outro, nem o resto. isso é a tal da evolução? pq alguns sentimentos estão aqui ainda, por cada um, mas a forma de sentir e de lidar com isso é diferente. é tranquilo, confortado, certo. e outros pensamentos novos surgiram, outras certezas reconfortantes. tô feliz, tô tranquila. nada mais me incomoda tanto, nada nem ninguém. estou me namorando, como a thays disse. e tenho gostado disso. até pq, quando namoramos a gente, consertamos coisas erradas, ficamos melhores. não é egoísmo, é cuidar do jardim. nem penso em borboletas, mas sem dúvidas uma hora elas aparecem, quando as flores crescem :)

quarta-feira, novembro 01, 2006

"Me olhar no espelho e não querer me ver esquecer das coisas que só eu sei fazer
Querer me comparar com quem? melhor não ser igual a ninguém cada um, cada um
Ser capaz de dar valor ao que eu já tenho da forma que eu sei, de onde eu venho
Poder ter algo pra dizer sobre que o que eu já consegui ser cada um, cada um

Nem me elogiar, nem me condenar, apenas poder dizer "sou eu"
Nem me enganar há um preço pra pagar mas se for mesmo assim, valeu

Eu só queria conhecer a história da vida de cada um
E a minha eu também poder contar

Não quero festejar a sua derrota o que eu posso ganhar é o que me importa
Querer me comparar com quem? melhor não ser igual a ninguém cada um, cada um
Nem me elogiar, nem me condenar, apenas poder dizer "sou eu"
Nem me enganar há um preço pra pagar mas se for mesmo assim, valeu

Eu só queria conhecer a história da vida de cada um
E a minha eu também poder contar
Eu só queria conhecer a história da vida de cada um
E a minha eu também poder contar"


Acordei "me sentindo". Nada, nada aconteceu, mas a sensação boa de ontem só aumentou. Graças a Deus, vai ver é Saturno dando uma folga, fazendo uma gentileza já que retornou pra ficar uns tempos... Ascendente em Leão tem que servir pra alguma coisa.
Muitas coisas programadas pros próximos dias, saudades dos amigos, dos presentes e dos distantes... Vontade quase inédita de ir a praia, esperanças, sonhos, aspirações, intuições. Lamentar realmente não é algo que me apeteça, prefiro sempre ser feliz e sem noção.

terça-feira, outubro 31, 2006

{no recreio}

tenho saído todos os dias. até reclamo de não parar em casa, mas adoro me ocupar. e preciso, é vital em todas as horas, é vital nessas horas. eu sou a mais dramática, sofro, choro, me culpo, mas basta conversar com o causa ou com qualquer um, ver gente, e pronto, tudo passa, tudo fica bem. eu sempre fui facinha, esqueço fácil, perdôo todos, pra mim não tem tempo feio muito tempo.

mas então. tenho que terminar a pesquisa e os textos da faculdade. fiquei com a parte de música da documentação da editoria de cultura, e ninguém tá fazendo nada, não posso contar com ninguém, e é fato, preciso me formar. a única matéria, a última do curso todo. não tô empolgada nem com o menor saco, mas farei, e farei bem. tem a mono ainda, que nem pensei, não decidi o tema, nem falei com o orientador. mê sque vez tudo acaba, e tô aqui, enrolada em mim mesma.

ainda tem a bodega do provão. descobri que tenho que fazer, na penha. eu mereço. acordar "cedo" domingo, e ir fazer a tal prova. descobri também que só tem de três em três anos, e se não fizer, necas de diploma. ah, bom, eu funciono sob pressão mesmo...

ontem foi bom, falei com as amigas, encontrei uma, lugar de sempre, papo ótimo. nosso grupo de auto-ajuda faz um bem danado. tive que furar com a outra amiga, mas no feriado a gente compensa. hoje tem passeio no shopping, compras, cabeleireiro. adoro dias mulherzinha. semana que vem, mais cabelo, unhas...

e mais. ontem falei com um, falei com o outro. senti um alívio, tudo indo, tudo vai dar certo, eu sei, eu sempre sei. acordei com uma fé, uma alegria, uma sensação tão boa! é só aprender a lidar com o tempo, ter paciência. tenho muito o que aprender, e tô aprendendo. mas não precisa ser com dor, me culpando. pode ser feliz, e é o que farei nos próximos dias. vou viver, vou rir, vou ser eu, a joselita.

excepcionalmente quero ir pra praia (só pq é niterói, e eu amo niterói, e amo meu biquini 50'), quero beber, ouvir música, dançar, ir no show, ver pessoas.
ontem cheguei em casa e mordi a bunda da mamãe, vi os meninos, abracei. eu adoro.

hoje ainda falei com a minha amiga bruxa, bruxa porque nasceu nesse dia. amo, amo. minha irmã, faz tempo que não nos vemos, mas eu posso ligar qualquer dia, a qualquer hora, e ela entende, e dá ouvidos e colo. irmã que a vida me deu, que eu escolhi. e que me esclheu. feliz.

agora, trabalho. textos, revisões, pressão. mas tá tudo leve, tudo fluindo. graças a deus :)

(ao som de beatles, the end)

sexta-feira, outubro 27, 2006

Sometimes, a hug is all what we need. Free hugs is a real life controversial story of Juan Mann, A man whos sole mission was to reach out and hug a stranger to brighten up their lives.
Eu procuro coisas que possam falar de você
Meu herói Flash Gordon que está muitos anos além
Dono da verdade
De sóis e asteróides, eu sei
Separado dos homens na quarta dimensão também

Tudo está tão confuso e nos ares da Terra eu já me afoguei
Flash Gordon, amigo, vem me salvar, vem
Vem, vem,
Vem, vem,
Vem, vem

A Terra está tão mudada desde que você viajou
E seu lugar ocupado por super heróis de papel
As nuvens cresceram tão alto que até o luar se apagou
E cada estrela que nasce parece sumir-se do céu

Tudo está tão confuso e nos ares da Terra eu já me afoguei
Flash Gordon, amigo, vem me salvar, vem
Vem, vem,
Vem, vem,
Vem, vem

Vença os abismos do espaço com sua nave de prata
Saia do futuro,
Viaje pelo tempo, venha me buscar
Não há mais dias novos
Nada mais tem cor
E a vida é tão ingrata
E neste ponto escuro eu não quero mais ficar

Em Alpha do Centauro meu planeta tão lindo, preciso rever
Minha sereia azul querida
E meu cavalo de asas também
Em nossa nebulosa os amigos saudosos esperam nos ver
Preciso lá voltar e para sempre ficar com o mundo que é meu

Tudo está tão confuso e nos ares da Terra eu já me afoguei
Flash Gordon, amigo, vem me salvar, vem
Vem, vem,
Vem, vem,
Vem, vem


(Ronnie Von - De como meu herói Flash Gordon irá levar-me de volta a Alpha do Centauro, meu verdadeiro lar)

quinta-feira, outubro 26, 2006

MUITA dor de cabeça. e agora nem é mais de pensar demais e não achar a solução. eu já até sei o que fazer, o que não fazer, o que é, o que pode ser. acho que a dor é exatamente por isso.

terça-feira, outubro 24, 2006

acordei com a maior sensação de esperança que eu poderia ter. o sol nasceu, um novo dia, novas idéias, novos ideais, pensamentos... coisas aparentemente ruins aconteceram, mas é bom, vai ser bom, já é.



e daí, n'alguns momentos, me acalmo, noutros, fico agoniada, mordendo os lábios, comendo os dedos, pensando, querendo, sentindo. em dúvidas. quase com medo. merda. eu sou sempre assim, preciso cair pra me dar conta. é, é. de novo.



o bom é que ontem sonhei com ele, depois de tanto tempo. com aquela velha bermudinha de sempre ele vinha, me dava a mão e dizia que apareceu num sonho pra eu não ficar com medo. deitava comigo e dizia que tava sempre ali, do meu lado. foi lindo, e eu não consigo lembrar direito, droga. queria guardar a cena pra sempre, no meu youtube particular. mas de qualquer forma, deu segurança, alívio.

sexta-feira, outubro 20, 2006

funghi secchi


chuva, muita chuva. "parece que vc foi atropelada por um caminhão"; "vai lavar esse rosto!"; "já lavei".
loratadina, mas só depois. muita alergia sem remédio. baixa imunidade, rasteira da vida, sabe? mas eu sabia. eu sabia que ia cair bonito e não fiz absolutamente nada pra evitar.
auto-sabotagem.

me afastei, mesmo falando, mesmo ouvindo. dá pra perceber a diferença, mas nem sei explicar como. e funciona, ouve, aceita. silêncio. aí é aquela coisa, sente falta. todo mundo é assim, todo mundo. mas pq, meu deus? ó céus.

quem diria, virou amigo. talk a tarde toda. fofos, todos eles. almoço, bacana tb, nada demais, mas deus mora nos detalhes. bibi, risoto arbóreo com funghi. e linguiçá. há. vinho bonzão, mas cuidado - a loratadina. chuva, chuva, chuva, telefone toca. muito papo. liguei também. agora pareceu melhor.

palavras soltas, mas eu sei...

sabe quando você chora pq junta tudo? sabe quando chora por algo ruim mas sabe que tb tá chorando pela coisinha boa? então. passou já, tudo passa. e amanhã é outro dia. ainda bem.

:)

terça-feira, outubro 17, 2006

.todo começo é sempre o fim
de algo que é bom ou de algo ruim
e o meu fim pode ser o princípio do seu suplício,
pra eu poder retornar ao início.

segunda-feira, outubro 16, 2006



(ainda sem conseguir dormir).

então, hoje peguei o cd de hedwig pra gente ouvir no carro, e comecei a falar do filme. lembro que vi algumas vezes no cinema, quando entrou em cartaz (acho que isso foi 2001), logo após passar no festival. eu adoro 'the origin of love', a história é linda, a simbologia toda é foda. conheço duas pessoas que fizeram o desenho da tatuagem até. e fiquei com isso na cabeça, e achei o vídeo agora, no youtube. bom pra pensar mais ainda... já que o maracujina não faz efeito.
.insônia.
já rezei, tô tranquila. o dia foi bom, telefonema fofo, carinho, fnac, cds lindos de ver, vinho, amigas, torpedo.
.maracujina. vem, sono, pelamordedeus.

(eu penso demais).

domingo, outubro 15, 2006

.imagem e ação, bar, shopping, casa da amiga, 'o mágico de oz'. graças a deus, eu nem devo reclamar muito da vida não... dever a gente não deve mesmo reclamar de nada, mas fazemos por cara de pau e costume. mil problemas, mas mil coisas bacanas tb, pra equilibrar. a gente nunca tá satisfeito e tals, mas to tentando ver a luz no fim do tunel, pq sei que ela tá lá... apesar de.